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a tentativa de prisão do Presidente Yoon Suk Yeol obstruída pelos seus serviços de segurança e pelos militares

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Policiais do lado de fora da residência do presidente sul-coreano deposto, Yoon Suk Yeol, em Seul, em 3 de janeiro de 2025.

A Coreia do Sul está a afundar-se ainda mais na confusão política e judicial, depois do trovão causado pelo Presidente Yoon Suk Yeol durante a sua tentativa falhada, no início de Dezembro de 2024, de impor a lei marcial no país, que lhe valeu agora a pena de prisão mandado.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Presidente sul-coreano alvo de mandado de prisão por declarar lei marcial

“A execução do mandado de prisão contra o presidente Yoon Suk Yeol já começou”anunciou, na manhã de sexta-feira, 3 de janeiro, o Gabinete de Investigação à Corrupção de Altas Personalidades (CIO), que está a centralizar a investigação por “rebelião” contra o chefe de Estado. Mas os agentes do COI enfrentam resistência por parte dos membros do “serviço de segurança” da residência presidencial após um primeiro confronto com uma unidade militar, informou na sexta-feira a agência sul-coreana Yonhap.

Jornalistas da Agência France-Presse (AFP) já tinham visto um dos procuradores do COI, acompanhado por várias outras pessoas, atravessar a imponente barreira de segurança instalada em frente à residência presidencial por volta das 8h00 locais (1h00 em Paris).

Uma tentativa de prisão “ilegal”, segundo o advogado do presidente

O COI, que centraliza as investigações sobre o golpe presidencial de 3 de dezembro, tem até 6 de janeiro para executar o mandado de prisão emitido por um tribunal de Seul a seu pedido. “A execução deste mandado de prisão é ilegal e inválida”disse, por sua vez, o advogado do líder, Yoon Kap-keun, anunciando uma nova ação judicial para bloquear esta execução, além das que já moveu para contestar a validade do próprio mandato.

A detenção de Yoon Suk Yeol, que continua oficialmente a ser o chefe de Estado e só está suspenso enquanto se aguarda a confirmação pelo Tribunal Constitucional da sua demissão em meados de Junho, seria sem precedentes na história da Coreia do Sul.

Ainda não está claro qual unidade militar se opôs fisicamente à prisão de Yoon na sexta-feira. Nas últimas semanas, membros do seu serviço de segurança já haviam bloqueado tentativas de busca na residência presidencial. O chefe do COI, Oh Dong-woon, alertou que qualquer pessoa que tentasse impedir a prisão de Yoon poderia ser processada.

Centenas de apoiadores obstinados de Yoon, incluindo conhecidos YouTubers de extrema direita e pregadores cristãos evangélicos, acamparam perto da residência presidencial durante a noite de quinta para sexta-feira, com alguns realizando sessões de oração durante toda a noite. « Yoon Suk Yeol! Yoon Suk Yeol! », eles gritavam enquanto agitavam bastões de luz vermelha, monitorados pela polícia presente em grande número. Segundo a agência Yonhap, cerca de 2.700 policiais foram destacados para a área, após confrontos entre apoiadores e detratores do presidente deposto na noite anterior.

Yoon Suk Yeol promete ‘lutar até o fim’

Yoon Suk Yeol surpreendeu a Coreia do Sul na noite de 3 para 4 de dezembro ao impor a lei marcial e enviar o exército ao Parlamento para tentar amordaçá-lo, episódio que lembrou ao país as horas sombrias da ditadura militar. Foi forçado a recuar algumas horas mais tarde, quando os deputados conseguiram entrar no Parlamento e aprovar uma moção exigindo o levantamento da lei marcial enquanto os seus assessores bloqueavam as portas do Hemiciclo com mobiliário e milhares de manifestantes pró-democracia reunidos no exterior.

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O antigo procurador famoso, de 64 anos, não demonstrou qualquer arrependimento desde a sua demissão pelo Parlamento em 14 de Dezembro, tendo mesmo jurado “lutar até o fim” em uma carta distribuída quarta-feira aos seus apoiadores.

A nível político, a crise agravou-se na sexta-feira, quando o primeiro-ministro Han Duck-soo, que exercia as funções de presidente, foi por sua vez demitido pelo Parlamento. Os poderes presidenciais estão agora nas mãos do Ministro das Finanças, Choi Sang-mok. Desde então, Choi acedeu parcialmente a um pedido da oposição, nomeando dois novos juízes para o Tribunal Constitucional, três dos quais nove lugares estão vagos. Este tribunal deve decidir por maioria de dois terços para confirmar a destituição do presidente, caso contrário ele retornará automaticamente à sua cadeira.

O mundo com AFP

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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