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A Ucrânia reage com desafio e raiva à retirada da ajuda militar | Ucrânia

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A Ucrânia reage com desafio e raiva à retirada da ajuda militar | Ucrânia

Luke Harding in Kyiv

Ucrânia reagiu com desafio e raiva ao Donald Trump’s suspensão de toda ajuda militar dos EUAdizer que a decisão equivalia a trair por um aliado e ajudaria a Rússia a bombardear e matar mais civis.

As entregas de munição e veículos cessaram, incluindo as remessas concordou quando Joe Biden era presidente. Alguns ucranianos disseram que o maior impacto provavelmente estaria na capacidade da Ucrânia de se defender dos ataques aéreos russos, que aumentaram nas últimas semanas.

Jornalistas e comentaristas ucranianos observaram amargamente que Trump até agora não exigia concessões de Vladimir Putin. A última jogada punitiva da Casa Branca contra a Ucrânia levaria a “Joy in Moscou”, disseram eles.

Em vez de atuar como mediador, Trump procurou espremer e humilhar a Ucrânia e forçá -lo a concessões territoriais que beneficiariam o Kremlin, disseram eles. Rússia diz que “anexou” quatro regiões ucranianas, incluindo cidades que não controla como Zaporizhzhia e Kherson.

Houve um consenso de que Trump já havia decidido cortar a ajuda dos EUA antes de sua acrimoniosa reunião da Casa Branca na sexta -feira com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, com a briga se agitou deliberadamente e agora usada como pretexto. Os EUA estavam ajudando ativamente a Rússia, às custas da Ucrânia, foi sugerido.

“Este não é um plano de paz, é uma armadilha para forçar nossa rendição”, publicou Maria Avdeeva, especialista em segurança ucraniana, publicada em Bluesky. Ela acrescentou: “O lado da Rússia nunca ajudou ninguém. Putin não está negociando – ele quer nossa capitulação. A Ucrânia permanecerá forte. ”

O filósofo e ensaísta Volodymyyr Yermolenko reconheceu que as consequências seriam extremamente dolorosas para os ucranianos comuns. Mesmo antes do desligamento, cidades e cidades ucranianas estavam sob bombardeio maciço de drones e mísseis balísticos.

“Esta guerra é um massacre. Os russos estão matando principalmente civis indefesos. Ao interromper a assistência (principalmente a defesa aérea), Trump está ajudando a escalar ainda mais esse massacre ”, escreveu Yermolenko.

Os soldados ucranianos disseram que a decisão de Trump inevitavelmente significou que mais militares seriam mortos. “O número de mortos será dobrado”, disse um fuzileiro naval com o sinal de chamada “turista”, enquanto estava sentado em frente a um memorial em Kiev para soldados caídos e fumava um cigarro. Ele acrescentou: “Eu bebi chá com 50 caras que agora estão mortos”.

O turista disse que o corte não foi uma surpresa, dada a proximidade do presidente dos EUA a Putin, que, segundo ele, era evidente no primeiro mandato presidencial de Trump. “A Ucrânia vencerá, mesmo sem ajuda americana. Gostaríamos de uma nova aliança com Europa”Ele acrescentou.

“Bart”, um franco -atirador de forças especiais que luta perto da cidade oriental de Pokrovsk, disse que estava “cheio de raiva”. “A América ficou do lado da Rússia, Coréia do Norte e Irã. Eles escolheram o lado da escuridão ”, ele Disse ao Kiev Independentdizendo que os EUA abandonaram seu papel de “policial mundial”.

Também houve elogios a Zelenskyy. “O que aconteceu no Salão Oval, eu acho, é que muitos ucranianos perceberam que nosso presidente tem bolas”, disse Artem Kolisnichenko, 28, na Praça da Independência de Kiev. “Podemos gerenciar de alguma forma sem os EUA. Não temos escolha. ”

Alguns observadores expressaram otimismo de que a Ucrânia havia sido descartada antes e prevaleceria contra as probabilidades mais uma vez. Eles observaram que Putin originalmente esperava conquistar a Ucrânia dentro de três dias em 2022. Três anos depois, suas tropas ainda estão lutando e atolavam -se a uma guerra de atrito.

“Vamos suportar isso também”, postou o escritor e blogueiro Ilia Ponomarenko.

O primeiro -ministro, Denys Shmyhal, sugeriu que a Ucrânia agora pudesse lutar para abater mísseis balísticos russos. A Kiev conta com os sistemas de defesa aérea do doação dos EUA para proteger suas cidades, mas suprimentos de munições de Patriot, além de manutenção e reparos, agora pararão.

O PM ucraniano diz que Kyiv ‘pode manter a linha de frente’, mas continuará trabalhando conosco – vídeo

Shmyhal disse que a Ucrânia aumentaria urgentemente sua própria produção de armas e munições, além de drones, por meio de resposta. Sem dar detalhes, ele disse que os militares e o governo do país tinham “ferramentas” suficientes para “manter a situação na linha de frente”.

Ele também disse que Kyiv estava pronto para assinar um acordo de minerais com Washington. A cerimônia foi abandonada na sexta -feira, após a desastrosa reunião de Trump com Zelenskyy no Salão Oval.

O ex -ministro da Defesa da Ucrânia, Andriy Zagorodnyuk, disse que a Casa Branca estava tentando “intimidar” Zelenskyy a aceitar um mau acordo de paz nos termos brutais de Moscou. Se Kyiv não concordasse, a ajuda militar dos EUA seria interrompida permanentemente, ele previu.

“Acho que isso é extremamente errado em todos os níveis diferentes”, disse Zagorodnyuk ao The Guardian. “Também não funcionará com a Ucrânia. A Ucrânia nunca se dobrará a agressores e ao bullying. É tão simples assim. ”

Em um endereço de vídeo gravado em Kiev antes do anúncio de segunda -feira à noite, Zelenskyy repetiu seus pedidos de um acordo “justo” da guerra. Seguiu um post de mídia social hostil de Trump alegando que o presidente da Ucrânia não queria paz.

“Precisamos de paz, paz verdadeira e honesta – não uma guerra sem fim”, disse Zelenskyy. Ele deixou claro que qualquer acordo teve que vir com garantias de segurança-a mesma posição que desencadeou a raiva de Trump e do vice-presidente dos EUA, JD Vance, quando expresso por Zelenskyy na Casa Branca.

Zelenskyy disse que as garantias de segurança são “essenciais” e que a falta de garantias permitiram à Rússia apreender a Crimeia em 2014 e iniciar uma aquisição secreta da região de Donbas. Posteriormente, isso levou à invasão em grande escala da Rússia em 2022 e à sua guerra contínua, disse ele.

Sem mencionar os EUA, Zelenskyy acrescentou: “O mundo vê isso, e o mundo o reconhece. Hoje, continuamos nosso trabalho com parceiros europeus em uma arquitetura diplomática e de segurança especial que pode nos aproximar da paz. ”



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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