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Aberto da Austrália: Djokovic lesionado é vaiado, mas almeja mais Grand Slams | Notícias esportivas

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O sérvio Novak Djokovic buscará o 25º título de Grand Slam, recorde, apesar de se aposentar devido a lesão no Aberto da Austrália.

Novak Djokovic prometeu continuar sua busca pelo 25º título recorde de Grand Slam enquanto processava a decepção de se aposentar da semifinal devido a uma lesão muscular no Aberto da Austrália, onde foi vaiado fora da quadra por alguns espectadores de Melbourne.

Djokovic se aposentou lesionado na sexta-feira depois de perder o primeiro set por 7-6 (5) para Alexander Zverev e o 10 vezes campeão teve uma saída dolorosa da Rod Laver Arena em meio à resposta negativa de setores da multidão.

Foi seu segundo revés por lesão no Grand Slams em um ano, depois de ter desistido do Aberto da França com um problema no joelho antes das quartas de final contra Casper Ruud. Quatro meses antes do seu 38º aniversário, o tempo pode estar a aproximar-se do grande sérvio, mas ele permaneceu inflexível de que tinha mais para dar no crepúsculo de uma carreira extraordinária.

“Não é como se eu estivesse me preocupando em cada Grand Slam agora, se vou me machucar ou não, mas as estatísticas estão contra mim nos últimos dois anos”, disse ele aos repórteres. “Portanto, é verdade que (estou) me machucando bastante nos últimos anos. Não sei qual é exatamente o motivo disso. Talvez vários fatores diferentes.

“Mas vou continuar. Continuarei me esforçando para vencer mais Slams. E enquanto eu sentir que quero aguentar tudo isso, estarei por perto.”

Novak Djokovic almejava um recorde de 25º Grand Slam (Darrian Traynor/Getty Images)

Djokovic entrou na partida sob uma nuvem após um jogo exaustivo, mas brilhante vitória nas quartas de final sobre Carlos Alcaraz em que ele fez um longo intervalo médico após o primeiro set.

Ele teve a coxa esquerda enfaixada quando entrou em quadra contra Zverev, mas houve poucos sinais de distensão até o final do set.

Depois de lutar contra uma lesão no tendão da coxa durante a disputa pelo título, há dois anos, e uma ruptura muscular abdominal durante o campeonato de 2021 em Melbourne Park, a aposentadoria de Djokovic surpreendeu a multidão e também surpreendeu Zverev.

O sérvio disse que poderia ter continuado a lutar se tivesse vencido o set, mas questionou se teria valido a pena.

MELBOURNE, AUSTRÁLIA - 24 DE JANEIRO: Alexander Zverev da Alemanha joga um backhand contra Novak Djokovic da Sérvia na semifinal individual masculina durante o dia 13 do Aberto da Austrália de 2025 em Melbourne Park em 24 de janeiro de 2025 em Melbourne, Austrália. (Foto de Cameron Spencer/Getty Images)
Alexander Zverev, da Alemanha, conquistou o primeiro set antes da retirada de Djokovic (Cameron Spencer/Getty Images)

Embora “chateado e desapontado”, Djokovic foi, em última análise, filosófico, dizendo que torceria por Zverev enquanto o alemão tentava conquistar seu primeiro título de Grand Slam após derrotas em duas finais.

“Na verdade, pensei que joguei muito bem, assim como joguei nos últimos 12 meses, para ser honesto”, disse Djokovic.

“Gostei das minhas chances… Muitos pontos positivos em termos de como joguei as semifinais. É um resultado muito bom tendo em conta as circunstâncias. Mas não é satisfatório para mim – para os meus padrões.

“Procuro sempre o objetivo mais alto, chegar à final e lutar por um troféu.”

MELBOURNE, AUSTRÁLIA - 24 DE JANEIRO: Novak Djokovic da Sérvia joga um backhand contra Alexander Zverev da Alemanha na semifinal individual masculina durante o dia 13 do Aberto da Austrália de 2025 em Melbourne Park em 24 de janeiro de 2025 em Melbourne, Austrália. (Foto de Cameron Spencer/Getty Images)
Djokovic superou o espanhol Carlos Alcaraz na última rodada, revendo a derrota na final de Wimbledon (Cameron Spencer/Getty Images)

Sobre a nova parceria com Andy Murray, que ajudou o sérvio a se preparar para o primeiro Grand Slam do ano, Djokovic não tinha certeza se continuariam juntos.

“Com certeza vou bater um papo com Andy: agradecer por estar aqui comigo, dar meu feedback, que é, claro, positivo, e ver como ele se sente”, disse Djokovic. “Ainda estamos de cabeça quente e desapontados, por isso é meio difícil mudar de página e começar a falar sobre quais são os próximos passos.”

Já tinha sido um torneio turbulento para Djokovic, que apoiou a resposta de Danielle Collins de mandar um beijo para uma multidão hostil de Melbourne. A americana também agradeceu aos espectadores por pagarem suas próximas férias cinco estrelas depois de derrotar o Destanee Aiava local no segundo turno.

Djokovic recusou uma entrevista em tribunal com a emissora australiana Channel Nine, por uma zombaria “ofensiva e racista”.

O apresentador de TV envolvido, Steve Jones, mais tarde pediu desculpas pelos comentáriosque também chamou a atenção de Elon Musk e do primeiro-ministro Anthony Albanese.



Leia Mais: Aljazeera

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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