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Aberto da Austrália: Iga Swiatek derrota Emma Raducanu em dois sets | Notícias sobre tênis
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Tudo veio tão facilmente para Iga Swiatek durante a vitória por 6-1 e 6-0 sobre Emma Raducanu no Aberto da Austrália, no sábado, na única partida feminina da terceira rodada entre duas ex-campeãs do Grand Slam.
Se você pensasse que isso significava que seria próximo, você estaria bastante enganado – foi assim que ela descreveu: “Eu senti como se a bola”, disse Swiatek, “estivesse me ouvindo”.
Solicitada a explicar essa sensação, Swiatek afastou os dois dedos indicadores alguns centímetros e disse: “É simplesmente ser capaz de mirar neste tipo de espaço”. Em seguida, ela abriu as palmas das mãos com mais de trinta centímetros de distância para mostrar que essa é a margem de erro nos outros dias.
A diferença, disse ela, se resume a “ser mais precisa e saber de fato para onde a bola vai, ver os efeitos que você deseja”.
Quando a pentacampeã principal e ex-mulher de longa data número 1 do ranking – agora número 2, atrás de Aryna Sabalenka – está no auge de seus poderes, como ela com certeza parecia estar na semana 1 em Melbourne Park, é difícil para alguém para desacelerar Swiatek.
Os forehands giratórios e saltitantes. O tênis barulhento lutando para chegar a cada cena. O fantástico retorno. E assim por diante.
Contra Raducanu, que venceu o Aberto dos Estados Unidos de 2021 nas eliminatórias para adolescentes, Swiatek jogou em um nível que chamou de “perfeito”.
Na verdade, Swiatek obteve uma vantagem de 24-9 nas vitórias, cometeu apenas 12 erros não forçados – cerca de metade dos 22 de Raducanu – e conquistou 59 pontos a 29. Isso fez com que um espectador gritasse: “Sem piedade!” no segundo set, enquanto Swiatek estava recuperando os últimos 11 jogos depois que a partida empatou em 1 – tudo cedo, sem nenhuma nuvem no céu e a temperatura se aproximando de 80 graus Fahrenheit (acima de 25 Celsius).
“Acho que foi um pouco porque ela jogou bem e eu não joguei tão bem”, disse Raducanu. “Essa combinação provavelmente não é boa.”
Swiatek, que concordou em aceitar uma suspensão de um mês em um caso de doping no final do ano passado, possui quatro troféus do Aberto da França e um do Aberto dos Estados Unidos. Mas ela nunca passou das semifinais na Austrália; ela perdeu naquela rodada para Danielle Collins em 2022. Há um ano, Swiatek foi derrotado na terceira rodada pela adolescente Linda Noskova.
Swiatek dedicou a vitória de sábado a seu avô, e seu foco é mais evidente porque ela cedeu apenas 10 jogos no total em três partidas com o novo técnico Wim Fissette sentado ao lado da quadra.

A próxima será Eva Lys, da Alemanha, 128ª colocada, que perdeu nas eliminatórias, mas conseguiu uma vaga no sorteio principal quando alguém desistiu cerca de 10 minutos antes de sua partida da primeira rodada.
Lys derrotou Jaqueline Cristian por 4-6, 6-3, 6-3 e é o primeiro “perdedor sortudo” a chegar à quarta rodada do Aberto da Austrália desde que o torneio foi transferido para Melbourne Park em 1988.
Outros que agora terão a chance de disputar uma vaga nas quartas de final após as vitórias no sábado incluem a nº 6 Elena Rybakina, a nº 8 Emma Navarro e a nº 9 Daria Kasatkina. Rybakina, campeã de Wimbledon em 2022, venceu a nº 32 Dayana Yastremska por 6-3, 6-4, Navarro eliminou Ons Jabeur três vezes finalista principal por 6-4, 3-6, 6-4, e Kasatkina ultrapassou a nº 24 Yulia Putintseva 7 -5, 6-1. A não-campeã Veronika Kudermetova venceu a 15ª Beatriz Haddad Maia por 6-4, 6-2.
A nº 4, Jasmine Paolini, duas vezes finalista do Slam, foi eliminada pela nº 28, Elina Svitolina, por 2-6, 6-4, 6-0.
Navarro, que alcançou sua primeira semifinal importante em Flushing Meadows em setembro, venceu todas as três partidas em Melbourne este ano em três sets. Isso significa que ela esteve envolvida em 30 sets de três sets desde o início da temporada passada, o maior número de qualquer jogadora.
“Eu adoro três conjuntos. Amo tanto tênis que não consigo resistir”, brincou Navarro, que cresceu na Carolina do Sul e ganhou um título de simples da NCAA na Universidade da Virgínia. “Eu só queria continuar firme e continuar acreditando em mim mesmo.”
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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