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AC contabiliza mais 5 mortes por Covid e sobe para 1.712 o número de vítima fatais da doença

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O número de mortes por Covid-19 chegou a 1.712 no Acre neste domingo, segundo o boletim da Secretaria de Saúde do estado (Sesacre). O relatório também mostra mais 70 casos novos da doença, fazendo o número de infectados sair de 84.104 para 84.174.

O número de exames RT-PCR aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux caiu para 82. Há 133 pessoas internadas, das quais, 114 com teste positivo para a Covid-19.

O estado está em contaminação comunitária desde o dia 9 de abril, com uma taxa de incidência de e 9.411 casos para cada 100 mil habitantes. A taxa de mortalidade em cada 100 mil habitantes é de 191, já a de letalidade – quantidade de mortos dentro dos números confirmados da doença – é de 2%.

Dos 106 leitos de UTI nos hospitais da rede SUS disponibilizados no estado, 40 estão ocupados. Com isso, a taxa de ocupação dos leitos era de 38%. Os leitos de UTI estão concentrados na capital, com 80 vagas, e Cruzeiro do Sul, com 26.

Mortes por cidade

Cidades com óbitosÓbitos totaisNovos registros
Acrelândia340
Assis Brasil240
Brasiléia380
Bujari170
Capixaba170
Cruzeiro do Sul1540
Epitaciolândia310
Feijó590
Jordão20
Mâncio Lima290
Manoel Urbano141
Marechal Thaumaturgo110
Plácido de Castro180
Porto Acre350
Porto Walter40
Rio Branco1.0394
Rodrigues Alves110
Santa Rosa do Purus70
Sena Madureira640
Senador Guiomard420
Tarauacá350
Xapuri270
Total1.7125

Números e mortes

Das 1.712 mortes, 993 eram homens e 719 mulheres. Do total de vítimas, 1.156 tinham acima de 60 anos. Dentre os óbitos, 965 deles tinham alguma comorbidade, porém, verifica-se que 747 das pessoas que evoluíram para o óbito não tinham histórico de comorbidades.

Das cinco mortes registradas neste domingo (13), quatro eram de homens e uma de mulher. Os óbitos foram registrados em Rio Branco (4) e Manoel Urbano (1).

Um homem de 53 anos, que deu entrada no dia 28 de fevereiro, no Pronto-socorro de Rio Branco, e morreu no dia 25 de março.

Um idoso de 77 anos, que deu entrada no dia 18 de março, no Into-AC, e morreu no dia 24 de março.

Um homem de 82 anos. Ele deu entrada no dia 3 de março na Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhacre) e morreu em 24 de março.

Moradora de Rio Branco de 77 anos, que deu entrada no dia 29 de março no Pronto-socorro de Rio Branco e morreu no dia 31 de março.

Manoel Urbano

Um homem de 49 anos, que deu entrada no dia 4 de maio no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC) e morreu no dia 12 de maio.

Maiores taxas de contaminação a cada 10 mil habitantes:

  • Assis Brasil – 2.252
  • Xapuri – 1.521
  • Tarauacá – 1.477
  • Santa Rosa – 1.478
  • Mâncio Lima – 1.293

Casos de Covid-19 por cidades

CidadesTotalCasos novos
Acrelândia1.6162
Assis Brasil1.6970
Brasiléia2.8034
Bujari1.1300
Capixaba6461
Cruzeiro do Sul7.5450
Epitaciolândia1.4031
Feijó3.13513
Jordão6430
Mâncio Lima2.4970
Manoel Urbano9020
Marechal Thaumaturgo1.2370
Plácido de Castro1.7091
Porto Acre1.4625
Porto Walter5400
Rio Branco37.17135
Rodrigues Alves8340
Santa Rosa do Purus9480
Sena Madureira5.7422
Senador Guiomard1.1570
Tarauacá6.3772
Xapuri2.9804
Total84.17470

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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