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Acampamentos rivais protestam na Coreia do Sul enquanto autoridades pressionam pela prisão de Yoon | Notícias de política

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Os promotores pedem ao presidente em exercício que ordene às forças de segurança que cumpram o mandado de prisão do líder destituído, Yoon.

Milhares de manifestantes sul-coreanos a favor e contra o presidente Yoon Suk-yeol, que sofreu impeachment, realizaram manifestações rivais em Seul, um dia depois de as autoridades não cumpriu mandado de prisão sobre o líder suspenso devido à sua breve declaração de lei marcial no mês passado.

Os manifestantes se enfrentaram em frente à residência presidencial e ao longo das principais estradas da capital sul-coreana no sábado para exigir a prisão de Yoon ou para que seu impeachment fosse declarado inválido.

A crescente divisão política ocorre no momento em que investigadores do Gabinete de Investigação da Corrupção (CIO) para Funcionários de Alto Nível pressionam o presidente em exercício do país, Choi Sang-mok, para ordenar ao serviço de segurança presidencial que cumpra um mandado de prisão contra Yoon.

Na sexta-feira, o serviço de segurança presidencial e os soldados impediram que os promotores prendessem Yoon em um impasse de seis horas dentro do complexo do presidente cassado. Os investigadores eventualmente cancelaram a tentativa de prisão alegando questões de segurança.

O confronto – que supostamente incluiu empurrões, mas nenhum tiro foi disparado – deixou o mandado no limbo, com a ordem judicial expirando na segunda-feira.

A declaração marcial de Yoon em 3 de dezembro surpreendeu a Coreia do Sul e levou à emissão do primeiro mandado de prisão para um presidente em exercício, ao mesmo tempo que desencadeou uma profunda crise política.

Yoon enfrenta acusações criminais de insurreição, um dos poucos crimes não sujeitos à imunidade presidencial, o que significa que poderá ser condenado à prisão ou, na pior das hipóteses, à pena de morte.

Os seus advogados consideraram a tentativa de prisão de sexta-feira “ilegal e inválida” e disseram que iriam tomar medidas legais.

Também no sábado, a polícia pediu a Park Chong-jun, chefe do serviço de segurança presidencial que protege Yoon, que comparecesse para interrogatório na terça-feira, informou a Yonhap News.

Apoiadores de Yoon se reúnem na área de Gwanghwamun, Seul (Philip Fong/AFP)

Patrick Fok, da Al Jazeera, reportando de Seul, disse que os protestos de sábado foram pacíficos e ordeiros.

“Isso tem sido notável em muitos aspectos, mas o sentimento de frustração entre as pessoas contra o Presidente Yoon está sem dúvida a crescer”, disse ele.

“E você se pergunta por quanto tempo essas manifestações poderão permanecer pacíficas se a situação continuar como está.”

O apoiador de Yoon, Kim Chul-hong, 60, disse que a prisão do presidente cassado poderia minar a aliança de segurança da Coreia do Sul com os EUA e o Japão.

“Proteger o Presidente Yoon significa salvaguardar a segurança do nosso país contra ameaças da Coreia do Norte”, disse ele à agência de notícias AFP.

Entretanto, membros da Confederação Coreana de Sindicatos, o maior sindicato guarda-chuva da Coreia do Sul, tentaram marchar até à residência de Yoon para protestar contra ele, mas foram impedidos pela polícia.

O sindicato disse que dois de seus membros foram presos e vários outros ficaram feridos em confrontos com a polícia no sábado.

Os investigadores ainda podem fazer outra tentativa de prender Yoon antes que a ordem judicial expire na segunda-feira. Se o mandado caducar, os investigadores também poderão solicitar outro.

O Tribunal Constitucional marcou o dia 14 de Janeiro para o início do Julgamento de impeachment de Yoonque continuaria em sua ausência caso ele não comparecesse.



Leia Mais: Aljazeera

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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