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‘Achei que tinha feito um filme de exploração maluco’: Sean Baker em seu filme lapdance vencedor da Palma de Ouro | Filme

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Ryan Gilbey

Sean Baker é meticuloso com a pesquisa, mergulhando no ambiente de tudo o que está fazendo no filme. E sim, ele sabe como isso parece. “As pessoas online ficam tipo, ‘Oh, Sean é um horndog! Essa é a única razão pela qual ele faz esses filmes.’” Ele dá um de seus sorrisos alegres e enrugados, seus olhos desaparecendo em rugas, todo o seu rosto parecendo sorrir. Aos 53 anos, parece que ele caiu na fonte da juventude. Sua efervescência juvenil e cabelos desgrenhados conferem-lhe uma salubridade de Richie Cunningham que contrasta divertidamente com os temas de seus filmes, se não com seu tom alegre e irreprimível.

Seu charmoso quarto longa, Starlet, era um filme sobre uma jovem atriz pornô e uma viúva idosa e mal-humorada. Seu quinto – o avanço desenfreado tangerinafilmado com três iPhones com um orçamento de US$ 100 mil – foi ambientado entre profissionais do sexo transexuais no Santa Monica Boulevard, em Los Angeles. Red Rocket dizia respeito a outra estrela pornô, desta vez mais velha e de má reputação, que tenta convencer sua namorada adolescente a seguir a mesma carreira.

O último filme de Baker, Anora, é uma tragicomédia gloriosa e cheia de energia sobre uma lapdancer uzbeque-americana, interpretada pelo premiado com o Oscar Mikey Madison, que se arrepende de seu casamento impetuoso com o risonho filho de um jovem de 21 anos. Oligarca russo. O diretor ainda parece surpreso com isso Anora conquistou a Palma de Ouro no festival de cinema de Cannes deste ano. “Achei que tinha feito um filme de exploração maluco”, diz ele, com o rosto enrugado novamente.

Se a impressão que ele dá é a de um garoto proibido em um mundo proibido, isso se encaixa com suas memórias de infância de acompanhar seu pai, que trabalhava como advogado em Manhattan, em viagens de sua casa em Nova Jersey para a cidade. “Era sempre um momento de ‘Bem-vindo à selva’”, ele suspira. “Saíríamos do Lincoln Tunnel e isso levaria você direto para a 42nd Street. Este foi o apogeu, quando estava cheio de grindhouses e cinemas pornográficos. Seria ‘Milyn Chambers XXX’ em todos os lugares.” Ele imita seu eu mais jovem, com os olhos fixos nas hastes enquanto olha pela janela do passageiro: “’Ceh! O que está acontecendo?‘Essas coisas realmente ficaram comigo.”

‘Acho que estou indo um pouco fundo demais’… Sean Baker. Fotografia: Andy Kropa/Invision/AP

Talvez as pessoas que gritam “horndog” tenham razão. “Lá era uma certa quantidade de pesquisa prática para Anora”, diz Baker, ciente de que isso não é apenas uma figura de linguagem. Preparando-se para escrever o filme, ele frequentava os clubes onde Anora (ou Ani, como ela prefere ser chamada) poderia trabalhar. Esta não foi uma missão solo: ele estava acompanhado por Madison, a quem ele havia escalado antes mesmo de escrever o roteiro, depois de tê-la visto interpretando um membro da família Manson no clímax sangrento de Era uma vez em Hollywood, de Quentin Tarantino. Também compareceram aos clubes Samantha Quan, esposa e produtora de Baker, e um ou dois outros membros da equipe. Mas ainda assim.

“Participamos de lapdances”, diz ele timidamente. “Nós tive para. Foi a coisa mais embaraçosa, coisa real do Curb Your Enthusiasm. Estou tentando fazer uma entrevista e ao mesmo tempo fazer uma lapdance, o que é tão ridículo. No meio da dança, eu pensava, ‘OK, então o que um cara normalmente faz neste momento?’ Eu mataria totalmente a vibração. Os dançarinos estavam rindo.”

Alguns deles tiveram experiências que não foram tão diferentes daquelas que imaginaram que Ani passaria no filme. “Houve um momento triste e preocupante em que uma mulher disse: ‘Isso aconteceu comigo’. Não sei se foi um oligarca, mas ela se casou com uma família rica e eles a rejeitaram. Ela ficou com os olhos marejados por causa disso.

O filme alude à visão geralmente higienizada de Hollywood sobre o trabalho sexual, mostrando o jovem futuro marido de Ani deslizando de meias pelo chão de sua mansão, assim como Tom Cruise em Negócio arriscado, a comédia de 1983 sobre um adolescente que vira sua casa. em um bordel para passar a noite. Mas Baker descobriu que o paradigma de Uma Linda Mulher ainda perdura: “Ouvimos isso de muitas dançarinas: ‘Quando eu me casar com aquele empresário rico, não terei mais que fazer isso’”. Não é tão diferente de jogar na loteria, é isto? “Claro. Você consegue isso em todos os ramos de trabalho, em todas as áreas da vida. ‘Um dia eu vou…’” Ganhar a Palma de Ouro? “Exatamente!”

Riotous… Kitana Kiki Rodriguez, James Ransone e Mya Taylor em Tangerine, filmado com três iPhones. Fotografia: AJ Pics/Alamy

Como pode uma mulher como Ani encontrar realização? “Conseguir o respeito que ela merece de alguém que realmente a vê e ouve seria um passo”, reflete Baker. “Parte da razão pela qual fiz o filme foi porque percebi que nossas histórias de Cinderela mudaram nos últimos 10 anos. É sobre riqueza e fama agora. Quando eu era criança, o sonho americano era uma casa no subúrbio e, com sorte, você ganharia o suficiente para que seus filhos frequentassem a faculdade. Foi basicamente isso. Isso mudou, e talvez seja isso que o filme está comentando.”

É fácil imaginar uma versão mais desagradável do filme, em que os sogros russos de Ani não se preocupam em tentar anular o casamento, mas em vez disso a matam e jogam o corpo no Hudson. Mas o que é surpreendente nos filmes de Baker é que – apesar da pobreza, da criminalidade, do desespero e do consumo de drogas das suas personagens – são em grande parte desprovidos de ameaça. Anora pode dever muito ao thriller maluco de Jonathan Demme, Something Wild, de 1986, mas não tem equivalente ao aterrorizante sociopata interpretado por Ray Liotta naquele filme. Talvez haja uma doçura inerente à perspectiva de Baker que o impeça de se envolver com esse tipo de ameaça? “É engraçado porque assisto filmes muito radicais e sou amigo de pessoas como Gaspar Noé”, diz ele, citando o nome do diretor do cansativo Irreversível. “Mas você está certo. Eu nunca fui lá. Não sei por quê.

Até as armas de fogo se destacam pela sua ausência: o filme de Baker, Take Out, de 2004, sobre um imigrante chinês que trabalha como motorista de entregas, é o único de seus filmes que apresenta uma arma. Foi há 15 anos que Baker e o ator Karren Karagulian, que estrelou todos os seus filmes, começaram a discutir o que viria a ser Anora. Desde o início, eles se propuseram o desafio de fazer uma história de gangster, ambientada na comunidade russo-americana de Brighton Beach (também conhecida como Little Odessa), sem nunca mostrarem uma arma. “Nós nos perguntamos: ‘Será que isso é possível?’” Anora prova que sim.

Armas e ameaças não são os únicos elementos que faltam nos filmes de Baker. Além de Willem Dafoe, que foi indicado ao Oscar por interpretar um gerente de motel de natureza doce em 2017 O Projeto FlóridaBaker evitou as estrelas, talvez temendo que elas pudessem destruir os métodos frouxos que são vitais para o seu trabalho: as extensas improvisações, as reescritas de última hora, as cenas em que os atores se misturam com membros desavisados ​​do público.

“Tenho muitos amigos na indústria que tiveram experiências terríveis trabalhando com grandes atores de Hollywood”, diz ele. “Não sei como eles passam o dia. Eu jogaria a toalha. Eu adoraria trabalhar com Jennifer Lawrence ou Leonardo DiCaprio algum dia. Ouvi dizer que eles são ótimos! Mas você nunca sabe. Isso poderia realmente atrapalhar um filme.

Pronto para voar… Madison e Eydelshteyn em Anora. Fotografia: Álbum/Alamy

Seu processo imersivo e sua tendência de confundir a linha entre a vida e o trabalho estão igualmente fora de sintonia com a lista A. Mas isso tem um impacto pessoal sobre ele? “Bem, sim”, diz ele, o sorriso desaparecendo pela primeira vez. “Há uma responsabilidade que podemos assumir ao usar pessoas reais que talvez estejam passando por dificuldades. Às vezes adotei uma espécie de posição de guardião com meus atores. Eu não poderia fazer de outra maneira. Além disso, sou atraído por…” Ele estreita os olhos. “A palavra não é ‘escuro’. Mas digamos estilos de vida “alternativos”. Eu me pego indo um pouco fundo demais em um nível pessoal. Tive problemas de dependência ao longo da minha vida.”

Baker está aberto sobre ter sido viciado em heroína aos 20 anos. “Nunca voltarei aos opiáceos porque isso seria suicídio”, diz ele. “Mas eu me encontrei em lugares que não pensei que estaria, nos meus 40 e 50 anos. Às vezes penso: ‘Por que estou festejando assim?’ Será porque entrei em um mundo onde provavelmente não estaria se não estivesse interessado em cobri-lo em um filme. Ou estou achando romântico por qualquer motivo.”

Ele consegue manter distância nesses momentos? “Existe distância, sim, porque estou ali em um nível mais observacional. Mas eu sou participando.” Ele repensa: “Então, acho que não há tanta distância. Isso pode ser assustador e tenho que me cuidar.”

Embora a indústria cinematográfica seja um lugar notoriamente perigoso para qualquer pessoa com esse apetite, Baker afirma não ter experimentado esse lado de Hollywood. “Parece estar extremamente limpo hoje em dia. Mas sou tão indie, estou fora de tudo isso. Muitos dos meus colegas – e não estou criticando-os aqui – são bastante diretos. Há muitos nerds de quadrinhos fazendo filmes!”

Pergunto se ele agora está limpo e ele desvia o olhar. O sorriso está de volta, mas agora é de tristeza, em vez de despreocupado. “Hum, não estou,” ele diz finalmente. “Não, não estou. Fiquei limpo por sete anos e então percebi que minha droga preferida eram os opiáceos, então comecei a aceitar fazer outras coisas. Ele vem e vai. Obviamente, há uma erva daninha que foi mais ou menos normalizada nos EUA. Mas sempre há a ingestão de outras substâncias festivas. E, uh, é aí que vou deixar isso.”

Ele diz isso sem nenhum traço de defensiva, mas sim em um tom doce e consciencioso, como se estivesse colocando um objeto frágil fora de perigo ou virando seu rosto proibido para menores do mundo proibido para menores.

Anora estará nos cinemas do Reino Unido a partir de 1º de novembro.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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