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acompanhar resultados em estados oscilantes
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Durante as suas respectivas campanhas, Kamala Harris e Donald Trump concentraram os seus esforços em sete estados, onde os eleitores votam alternadamente em Democratas ou Republicanos (daí o nome estados oscilantes, estados fundamentais): o Pensilvâniao Geórgiao Carolina do Norteo MichiganeuArizonao Wisconsin e o Nevada.
Na verdade, o escrutínio americano é uma eleição por sufrágio universal indirecto durante a qual os cidadãos designam eleitores que compõem o colégio eleitoral e votam em seu nome. Ao todo, 538 eleitores, espalhados pelos 50 estados, indicam o presidente. Na maioria dos estados (exceto Maine e Nevada), o candidato que chegar primeiro vence todos os seus eleitores. Este sistema de o vencedor leva tudo coloque-os estados oscilantes no centro de todas as estratégias eleitorais.
Para cada um destes estados, cruciais para esta eleição, os resultados são publicados pela agência norte-americana Associated Press, permitindo acompanhar em direto a evolução das eleições.
Pensilvânia
Número de eleitores : 19
Os habitantes da Pensilvânia estão entre os americanos que mais sofreram com a inflação, tanto que um em cada oito residentes sofre de insegurança alimentar. Este estado tradicionalmente democrata, onde Donald Trump surpreendeu em 2016, foi vencido por Joe Biden em 2020, sem dúvida em parte pela sua ligação com a cidade operária de Scranton, onde cresceu.
Geórgia
Número de eleitores : 16
Atlanta e seus subúrbios representam metade da população do “Estado do Amendoim”; basta dizer que o peso político da cidade é significativo, especialmente porque os subúrbios deixaram de ser republicanos e passaram a ser povoados por afro-americanos – 30% da população do estado – e graduados, principalmente democratas. Em 2020, Biden venceu este estado-chave por uma margem estreita, enquanto o presidente Trump pressionava o governador por ele ” encontrar “ os 11.800 votos necessários para reverter a tendência.
Carolina do Norte
Número de eleitores : 16
Neste estado, as últimas quatro eleições foram decididas por menos de quatro pontos percentuais. Em 2020, Donald Trump venceu com apenas 1,3 pontos (74.483 votos).
Para as eleições de 2024, as pesquisas previam no início do ano uma grande vitória para Trump neste estado, antes de mostrar uma reversão a favor de Kamala Harris a partir de meados de agosto, de acordo com o think tank Cook Political Report. No entanto, a tarefa será difícil para o vice-presidente, num estado que só colocou o candidato democrata na liderança duas vezes nos últimos cinquenta anos: Jimmy Carter em 1976 e Barack Obama em 2008.
Michigan
Número de eleitores: 15
Assim como Wisconsin, Michigan colocou o vencedor das duas últimas eleições presidenciais na liderança. Demograficamente, o Estado dos Grandes Lagos é aquele com a maior proporção de árabes-americanos no país – um grupo demográfico cujo peso poderia faltar aos democratas, sem ceder aos republicanos, que estão muito próximos das posições do governo. Benjamin Netanyahu. Nas primárias democratas de Michigan, mais de 100 mil eleitores escolheram a opção “ não comprometido » nas suas urnas, depois de uma campanha de activistas que apelavam ao fim da ajuda militar a Israel.
Arizona
Número de eleitores: 11
Em 2020, Joe Biden venceu o Grand Canyon State por uma margem muito estreita de 0,3 pontos, onde as eleições anteriores tinham sido favoráveis aos republicanos. A votação poderia ser decidida, nomeadamente, sobre o tema do aborto, enquanto os republicanos do Arizona não conseguiram restabelecer recentemente uma lei de 1864 que o proibia completamente.
Wisconsin
Número de eleitores : 10
O estado texugo – o animal emblemático de Wisconsin – inclinou-se claramente a favor do candidato vitorioso, o republicano Donald Trump em 2016 e o democrata Joe Biden em 2020, com uma margem de cerca de 20.000 votos de cada vez. Sinal da sua importância estratégica, a convenção republicana teve lugar ali em julho e Kamala Harris organizou ali a sua primeira reunião de campanha.
Nevada
Número de eleitores : 6
Os nevadanos certamente votaram nos democratas nas últimas eleições, por uma margem estreita, mas não há indicação de que essa liderança será sólida para 2024 – especialmente porque o estado tem a terceira maior taxa de desemprego dos Estados Unidos, com 5,2%. Ambos os candidatos também procuraram atrair o eleitorado latino, que representa cerca de 20% da população do estado.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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