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Acordo de greve do Azerbaijão e da Armênia para encerrar o conflito de décadas | Armênia

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Acordo de greve do Azerbaijão e da Armênia para encerrar o conflito de décadas | Armênia

Agence France-Presse

O Azerbaijão e a Armênia encerraram as negociações de paz com sucesso, com o objetivo de resolver seu conflito de décadas.

Os ministérios estrangeiros dos vizinhos do Cáucaso dizem que um tratado de paz foi acordado no que estaria em um avanço em uma região onde Rússiaa UE, os EUA e a Turquia, todos os empurrões por influência.

Duas guerras foram travadas pelo controle da região de Nagorno-Karabakh do Azerbaijão-no final da União Soviética e em 2020-antes do Azerbaijão apreendeu o território Em setembro de 2023.

Ambos os países disseram repetidamente que um acordo de paz abrangente para encerrar sua animosidade de longa data estava ao seu alcance, mas as autoridades não chegaram ao consenso de um projeto de contrato.

“O processo de negociação sobre o texto do acordo de paz com Armênia foi concluído ”, disse Jeyhun Bayramov, ministro das Relações Exteriores do Azerbaijão. “A Armênia aceitou as propostas do Azerbaijão nos dois artigos anteriormente não resolvidos do tratado de paz.”

Mais tarde, o Ministério das Relações Exteriores da Armênia emitiu um comunicado dizendo: “As negociações sobre o projeto de contrato foram concluídas – o acordo de paz está pronto para assinar”.

Em uma dica nas tensões duradouras, a Armênia criticou o Azerbaijão por fazer uma declaração unilateralmente, em vez de emitir uma conjunta. Mas disse que estava pronto para iniciar as negociações nas “datas e localização para assinar o contrato”.

Nikol Pashinyan, primeiro-ministro da Armênia, reconheceu a soberania do Azerbaijão sobre Nagorno-Karabakh após três décadas de regra separatista armênia-um movimento visto como um primeiro passo crucial para a normalização das relações. Armênia também voltou no ano passado ao Azerbaijão quatro aldeias fronteiriças Ele havia apreendido décadas antes.

As tensões sobre o conflito também têm dirigiu uma cunha entre a Armênia e a Rússia, com Yerevan acusando Moscou de não fazer o suficiente para apoiá -lo. No ano passado, a Armênia suspendeu sua participação na organização de tratados de segurança coletiva liderada pela Rússia sobre o fracasso do bloco em ajudar no conflito com o Azerbaijão.

A Rússia, os EUA e a UE tentaram desempenhar um papel mediador em vários momentos no conflito.

No final de janeiro, Pashinyan disse que dois dos 17 pontos no projeto de acordo de paz permaneceram não resolvidos. O ministro das Relações Exteriores da Armênia, Ararat Mirzoyan, disse o mesmo em um discurso ao Parlamento na quarta -feira.

Um problema importante foi o desacordo sobre o “não implantação de forças de terceiros” ao longo da fronteira dos países, disse Pashinyan. Ele sugeriu que essas implantações fossem permitidas “nas seções da fronteira onde a demarcação já foi realizada”.

Também houve desacordos sobre os planos para os dois lados retirarem casos legais de órgãos judiciais internacionais. Os dois países permanecem trancados em batalhas legais no Tribunal Internacional de Justiça, Tribunal Penal Internacional e Tribunal Europeu de Direitos Humanos por alegações de violações de direitos cometidas antes, durante e após seus conflitos armados.

“Precisamos ter certeza de que não estamos apenas retirando os casos dos tribunais internacionais, mas também renunciando -os completamente”, disse Pashinyan. “Caso contrário, poderá surgir uma situação em que ambos os lados retiram seus casos de tribunais internacionais, mas na próxima etapa do Azerbaijão levanta esses problemas bilateralmente, potencialmente levando à escalada”.

A “próxima expectativa da Armênia, do Azerbaijão, são emendas constitucionais”, disse Bayramov. Seu governo quer que a Armênia remova de sua Constituição uma referência à sua declaração de independência, que afirma reivindicações territoriais sobre Nagorno-Karabakh. Alterações à Constituição exigiriam um referendo.

Quase todos os seus residentes étnicos armênios-mais de 100.000 pessoas-fugiram de Nagorno-Karabakh depois que caiu para o Azerbaijão em uma ofensiva de 24 horas.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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