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Acordo de tragédia de Mariana chega a 17 assinaturas – 04/03/2025 – Painel
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2 anos atrásem
Artur Búrigo
Na reta final do prazo para que as prefeituras façam a adesão ao acordo de Mariana celebrado no Brasil, dois novos municípios se somaram à lista de assinaturas: Santa Cruz do Escalvado e Rio Doce.
O Painel apurou que outras oito cidades —Dionísio, Ipatinga, Barra Longa, Sem Peixe, São Pedro dos Ferros, Rio Casca, Raul Soares, Timóteo— já encaminharam a documentação para a assinatura.
Caso se confirme a adesão, 23 das 41 cidades afetadas pela tragédia se juntarão ao acordo negociado por governos e mineradoras e homologado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em novembro do ano passado.
A proposta prevê a distribuição direta de R$ 6,1 bilhões aos municípios e pagamento em 20 anos. O último dia para a assinatura é 6 de março, na próxima quinta-feira.
As cidades que aderiram nesta sexta ao acordo estavam na ação coletiva em que o escritório Pogust Goodhead pede uma indenização de R$ 260 bilhões à BHP, uma das controladoras da Samarco, pelos danos da tragédia de 2015.
Elas terão que renunciar dos processos que mantêm no exterior para receber os recursos do acordo de repactuação.
Dentre as cidades que encaminharam os documentos para assinatura estão Ipatinga, Barra Longa e Sem Peixe, que, assim como Santa Cruz e Rio Doce, assinaram há duas semanas documento do fórum que reúne as prefeituras atingidas pela tragédia em que rejeitavam os termos propostos pelo acordo.
O fórum, inclusive, é presidido pelo prefeito Eder Pena (PSD), de Sem Peixe. Procurado, ele não retornou às tentativas de contato da coluna.
Nesta sexta, Juliano Duarte (PSB), prefeito de Mariana, cidade mais afetada pelo desastre, disse que não irá assinar o acordo e questionou os valores oferecidos e o prazo de pagamento.
Ele deve seguir adiante com o processo na Inglaterra, que também é alvo de ação no STF pelo Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração), que questiona a legitimidade de municípios brasileiros serem partes de processos no exterior. A relatoria é do ministro Flávio Dino.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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