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acordo de trégua na Faixa de Gaza está “muito próximo”, diz Antony Blinken
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Um jornalista francês, colaborador do semanário “Marianne”, detido brevemente pelo exército israelita na Síria
O jornalista independente Sylvain Mercier foi preso pelo exército israelense na quarta-feira, 8 de janeiro, por volta das 10h30, na aldeia de Al-Hmidaiah, na Síria, enquanto estava na companhia de um advogado deste país, relata. Mariana. O repórter, colaborador do semanário, cobriu o avanço das tropas israelitas posicionadas na zona tampão desmilitarizada do Golã, no sudoeste da Síria, no limite da parte deste planalto ocupada por Israel desde 1967 e anexada em 1981.
“Sylvain negociou permissão para filmar as forças israelenses chegando à aldeia. Ele estava usando um colete à prova de balas da “Imprensa”. Apesar disso, quando os soldados o abordaram, confiscaram-lhe o equipamento, espancaram-no e chamaram-no de “mercenário”. Eles o vendaram e o levaram à força (…) em um carro »afirma o jornalista sírio Yousef Gharibi, testemunha da detenção, entrevistado pelo semanário francês.
Um porta-voz do exército israelense confirmou quarta-feira que prendeu um jornalista francês “na zona de separação entre Síria e Israel” antes de libertá-lo logo depois. “Ele se aproximou demais dos soldados, foi interrogado e depois liberado”disse o tenente-coronel Nadav Shoshani, durante uma coletiva de imprensa com jornalistas estrangeiros. “Esta pessoa (…) abordou os soldados em diversas ocasiões”esclareceu, antes de acrescentar que o jornalista não tinha sido “levado a lugar nenhum” e que seu material ” nenhum “.
Ao anunciar sua libertação, Mercadier descreveu sua prisão em detalhes na noite de quarta-feira no X. Ele disse que havia sido “abusado por mais de quatro horas” com seu colaborador, Mohammed Fayad, e acrescenta que seu material foi ” roubado “ pelo exército israelense.
“Quando o exército ordenou que parássemos de filmar, paramos. Quando eles revistaram o carro, nós os deixamos fazer issoele declara, mas quando quiseram confiscar um laptop que estava no carro, Mohammed protestou e foi imediatamente preso. » « Eu mesmo comecei a protestar contra esse comportamento absurdo e nós dois fomos presos”acrescenta.
A ONG Repórteres Sem Fronteiras manifestou a sua ” alívio “ após a libertação dos dois homens, que ela disse serem “atacado e preso (…) pelas forças israelenses ».
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
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22 horas atrásem
30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.
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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
23 de abril de 2026O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.
A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.
Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.
Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.
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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli
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2 semanas atrásem
16 de abril de 2026No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo.
O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:
SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.
A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.
Veja o vídeo:
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