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Acre gera 231 empregos formais em janeiro e desacelera em relação a 2021
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4 anos atrásem
O Acre gerou 231 empregos com carteira assinada em janeiro deste ano, segundo informou o Ministério do Trabalho e Previdência. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Ao todo, o estado registrou no primeiro mês deste ano 3.347 contratações e 3.116 demissões.
Esse resultado representa uma piora na comparação com janeiro de 2021, quando foram abertas 368 empregos formais na economia, ou seja, uma redução de 37,2% no saldo. Já em janeiro de 2020, segundo o painel do emprego, foram abertos 137 empregos com carteira.
O saldo positivo de janeiro veio após o estado ter fechado o ano de 2021 com perda de 267 postos de empregos formais em dezembro.
“O dado abre uma boa perspectiva para a geração de empregos formais no ano. Em janeiro do ano passado, o relatório apontou 2.932 admissões e 2.564 desligamentos”, avaliou o Observatório do Fórum de Inovação e Desenvolvimento do Acre.
No acumulado dos últimos 12 meses, entre fevereiro de 2021 a janeiro de 2022, foi registrado um saldo de 8.042 empregos com carteira assinada, decorrente de 42.396 admissões e 34.354 desligamentos.
O estoque de empregos com carteira assinada no Acre, em janeiro de 2022, ficou em 87.101 empregos.
O setor de serviço foi o que puxou a alta em janeiro. Segundo os dados, foram 1.448 contratações e 1.141 demissões, gerando um saldo de 307 empregos.
Perfil
A maior parte das pessoas contratadas tinha o ensino médio completo ou o ensino superior completo. Além disso, mais homens foram contratados no mês de janeiro.
Da mesma forma, as demissões afetaram principalmente os trabalhadores que tinham o ensino médio completo e também os homens. Do saldo positivo, os homens foram os que mais perderam postos no estado.
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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
11 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.
Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.
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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.