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Acre participa do 2º Fórum Nacional de Segurança Escolar no Rio de Janeiro

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Mariana Moreira

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp/AC) participa do 2º Fórum Nacional de Segurança Escolar, realizado no Rio de Janeiro. O evento teve início nesta quinta-feira, 10, e se estende até a sexta-feira, 11, reunindo autoridades, especialistas e representantes de diversos estados para discutir e implementar estratégias de segurança nas instituições de ensino, um tema de crescente importância em todo o Brasil.

2º Fórum Nacional de Segurança Escolar, realizado no Rio de Janeiro. Foto: Ascom/Sejusp

A delegação acreana foi composta por membros da Polícia Militar do Acre e representantes da Sejusp. Durante o fórum, o Acre apresentou suas experiências e iniciativas no campo da segurança escolar, destacando as ações do programa Acre Pela Vida, que visa promover um ambiente seguro para os estudantes e a comunidade escolar.

O evento abordou uma variedade de temas, incluindo a prevenção da violência nas escolas, a importância da formação de redes de apoio entre os diferentes setores da sociedade e a implementação de políticas públicas que garantam a segurança no ambiente educacional.

A Polícia Militar do Acre compartilhou suas práticas e estratégias de atuação, enfatizando a necessidade de um trabalho colaborativo para enfrentar os desafios da segurança nas escolas.

O coordenador executivo do Acre Pela Vida, Jônney Turi, destaca que, por meio do programa, a participação da comunidade nas ações de prevenção à violência e promoção da paz nas escolas se tornou mais eficiente.

“É muito importante participar do 2º Fórum Nacional de Segurança Escolar, compartilhando as nossas experiências e vendo experiências de outros estados com a integração entre Secretaria de Segurança e Secretaria de Educação, verificando, assim, o que nós podemos trazer para melhorar ainda mais as nossas ações e o cuidado com o povo acreano por intermédio dos nossos adolescentes e jovens em idade escolar”, disse.

A participação do Acre no 2º Fórum Nacional de Segurança Escolar reflete o compromisso do governo estadual em garantir que todas as crianças e jovens tenham acesso a uma educação de qualidade em um ambiente seguro.

O diretor operacional da Sejusp, Atahualpa Ribera, esteve no fórum e destacou que o evento também serviu como uma plataforma para a troca de experiências e a construção de soluções inovadoras, fortalecendo a rede de segurança nas escolas em todo o país.

Diretor operacional da Sejusp, Atahualpa Ribera. Foto: Dharcules Pinheiro/Sejusp

“Nós estamos aqui no segundo Fórum Nacional de Segurança Escolar, onde tivemos a oportunidade de fazer uma discussão em nível nacional a respeito da segurança das nossas crianças, nossos adolescentes, a vários modelos de prevenção a eventos críticos, de modo que o Estado do Acre fez, apresentou dois painéis, o primeiro encabeçado pela Polícia Militar e o segundo pela própria Secretaria de Segurança Pública, por meio do Programa e da Estratégia de Segurança Pública Acre pela Vida, de modo que compartilhamos aqui com todo o Brasil que se faz presente as boas práticas em segurança pública escolar”, destacou o diretor operacional da Sejusp.

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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