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Acre pode aumentar exportação de carne bovina se conseguir retirar vacina da Aftosa

Contilnet, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Quando conseguir implantar o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), que prevê a retirada total da vacinação no país até 2023, o Acre poderá incrementar o volume de exportação de carne bovina em até 50%. Do contrário, se não conseguir cumprir o plano, a pecuária local poderá sofrer um colapso.
Na sessão desta terça-feira (30), na Assembleia Legislativa do Acre, os dirigentes do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf/AC) fizeram uma apresentação aos deputados estaduais e pediram apoio para que sejam executadas as ações que faltam para implantação total do programa.

PNEFA prevê a retirada total da vacinação no país até 2023
Uma das demandas é a realização de concurso público para suprir a necessidade de profissionais, principalmente veterinários. Outro pedido foi a previsão de recurso no Orçamento do Estado para custeio sem vacina.
No plano, o país foi dividido em cinco blocos, para que seja feita a transição de área livre da aftosa com vacinação para sem vacinação. O Acre integra o Bloco I, junto com o Rondônia.
A estratégia principal do programa é a manutenção de zonas livres da doença, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e para obter esse reconhecimento o estado precisa cumprir alguns requisitos sanitários.
A execução do PNEFA é compartilhada entre os diferentes níveis de hierarquia do serviço veterinário oficial com participação do setor privado, cabendo a cada um as responsabilidades definidas. Os governos estaduais, representados pelas secretarias estaduais de agricultura e instituições vinculadas, responsabilizam-se pela execução do PNEFA no âmbito estadual.
As diretrizes básicas do PNEFA preveem gestão compartilhada entre governos e iniciativa privada; aperfeiçoamento das capacidades do Serviço Veterinário Oficial (SVO); regionalização das ações; sustentação financeira; adequação e fortalecimento do sistema de vigilância; agilidade e precisão no diagnóstico; previsão de imunógeno (partícula, molécula estranha ou organismo capaz de induzir uma resposta imunológica) para emergências veterinárias; cooperação internacional e educação em saúde animal

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