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Acre recebe lote da CoronaVac suspenso pela Anvisa; doses vão ser recolhidas pelo Ministério da Saúde

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O Acre está entre os estados que recebeu doses da vacina CoronaVac com alguns lotes suspensos cautelarmente pela Anvisa e proibidos de serem distribuídos e usados. A informação foi confirmada pelo Núcleo do Programa Nacional de Imunização (PNI), à Rede Amazônica, nesse sábado (4).

Na tarde de sábado, o estado recebeu um novo lote da vacina com mais de 26 mil doses da CoronaVac, destas, 17 mil doses vão ser devolvidas. O PNI informou que as doses já estão separadas e devem ser recolhidas pelo Ministério da Saúde.

“A gente recebeu esse lote hoje [sábado], está na central estadual, já reservamos em uma geladeira separada. Na segunda [6], o Ministério da Saúde vai fazer o recolhimento. Nenhuma dose foi distribuída aos municípios”, disse a coordenadora do PNI Estadual, Renata Quilles.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou no sábado que adotou medida cautelar para interditar pelo menos 25 lotes da vacina CoronaVac, proibindo a distribuição e uso de doses envasadas em uma planta – local de fabricação – não aprovada pelo órgão.

Em nota, o Instituto Butantan disse que “a medida da Anvisa não deve causar alarmismo” e que o próprio instituto alertou a agência por “extrema precaução”. O Butantan declarou ainda que “convida a cúpula da Anvisa para voltar a conhecer as instalações das fábricas da Sinovac”, na China.

Na sexta (3), a Anvisa foi informada pelo Butantan que a farmacêutica Sinovac, fabricante dos insumos da vacina, enviou para o Brasil, na apresentação frasco-ampola (monodose e duas doses), 12.113.934 doses.

Porém, segundo a agência, a unidade fabril responsável pelo envase dessas doses não foi inspecionada e aprovada na Autorização de Uso Emergencial concedida à CoronaVac.

O Instituto Butantan informou ainda, segundo a Agência, que outros 17 lotes, também envasados no local não inspecionado pela Anvisa, e que somam 9 milhões de doses, estão em tramitação de envio e liberação ao Brasil.

Com informações de G1Acre

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Ciências Contábeis debate auditoria e perícia em semana acadêmica — Universidade Federal do Acre

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O curso de Ciências Contábeis da Ufac realizou, na terça-feira, 3, no anfiteatro Garibaldi Brasil, a abertura da sua 3ª Semana Acadêmica (Semacon), com o tema “Auditoria e Perícia Contábil: Conectando Conhecimentos e Práticas Profissionais”. O evento continua até sábado, 7, com palestras, mesa-redonda, atividades práticas e oficinas. A programação visa aproximar a teoria acadêmica das demandas reais do mercado.

“Preparamos uma programação diversificada para ampliar as perspectivas de nossos acadêmicos e reforçar o compromisso da universidade”, disse o coordenador do evento, Marconde Silva. “Queremos que essa semana seja um marco de valorização do curso e da profissão.”

Também compuseram o dispositivo de honra na abertura do evento o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro (representando o reitor Josimar Ferreira); a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o diretor do CCJSA, Francisco Raimundo Neto; a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Oleides de Oliveira; a presidente do CA de Ciências Contábeis, Hanara Ferreira; e o presidente do CRC-AC, Edberto Gomes.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre

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Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.

A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).

O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.

A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.

Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.



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Projeto do Hospital Universitário da Ufac tem continuidade garantida — Universidade Federal do Acre

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2026.11.04 Reunião Ufac-HU Brasil (2).jpg

O reitor Josimar Ferreira se reuniu com o presidente da HU Brasil (novo nome da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), Arthur Chioro, para tratar da retomada do projeto do Hospital Universitário da Ufac. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 4, em Brasília.

“Está garantida a continuidade do nosso Hospital Universitário”, afirmou Josimar após a reunião. Ele comemorou o resultado das discussões e classificou o momento como uma retomada de uma ação importante para a instituição.

Para o diretor do Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, professor Carlos Viga, a retomada do planejamento do Hospital Universitário é resultado das articulações conduzidas pela gestão superior. “O hospital é extremamente importante para nossa sociedade, em especial para comunidade acadêmica da universidade”, disse.

Também participaram da reunião o professor do curso de Medicina, Nilton Ghiotti de Siqueira; e o professor João Batista Francalino da Rocha, coordenador do curso de bacharelado em Enfermagem e coordenador pró-tempore do PPG em Ciências da Saúde na Amazônia Ocidental.



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