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Acusado de tentar assaltar apartamentos no Manoel Julião é pego por moradores

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Cansados de tantos assaltos e ocorrências de furtos e roubos no bairro, os moradores do conjunto Manoel Julião, em Rio Branco, ser reuniram na manhã desta sexta-feira (24) para “pegar” um suspeito que atuava na localidade.

Ainda pela manhã, o homem identificado posteriormente por Artur Oliveira Cunha tentou agir. Segundo o relato de um dos moradores, que pediu à reportagem para não ser identificado, o suspeito estava armado com uma faca e gritava pedindo socorro fingindo estar passando por problemas e, assim, chamar a atenção na tentativa de que algum morador abrisse a porta da residência para ele, então, invadir.

A tentativa de roubo foi registrada nos prédios na rua Aderbal Brasil, onde o homem tentou arrombar a porta de um apartamento, e chegou a quebrar o vidro de um carro que se encontrava no estacionamento interno de um dos blocos.

Vendo a ação, os próprios moradores, em grupo, contiveram o homem e acionaram a Polícia Militar que o prendeu e o encaminhou a Delegacia Central de Flagrantes (Defla).

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Para voltar a ter visitas, presos da Penal entregam 32 armas aos agentes penitenciários

Folha do Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Por volta das 15h30 desta quarta-feira, 17, os detentos do Pavilhão H do Complexo Penitenciário de Rio Branco entregaram cerca de 32 armas artesanais à guarnição que realizava a guarda daquele local.

Segundo o diretor da Unidade, Fagner Souza, o ato se deu após o anúncio de que as visitas só voltariam ao normal depois que fosse certificado que não teria mais nenhum tipo de armamento artesanal no presídio.

“Eles escondiam as armas dentro da cela e, tentando impressionar a guarnição, começaram a jogá-las no corredor, como forma de se renderem para que as visitas voltem ao normal”, explicou.

Ainda de acordo com Fagner, mesmo após o ato onde os presos entregavam “voluntariamente” as armas, outras cinco foram encontradas, totalizando 37 “estoques”.

“Até não encontrarmos mais riscos aos visitantes e servidores, eles continuarão sem visitações por tempo indeterminado”, finalizou.

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Moradores dizem que estudantes transformaram área de lazer do bairro Tangará em ponto de consumo de maconha

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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De manhã, à tarde e à noite, nos três turnos. Essa é frequência com que adolescentes se reúnem para consumir maconha na praça do Conjunto Tangará, em Rio Branco.

É o que denunciam moradores do entorno do lugar, que afirmam já ter comunicado o caso diversas vezes à polícia, mas que até agora, nenhuma ação foi tomada.

A praça está localizada à uma quadra da escola Lourival Sombra, de onde, segundo os moradores, vem a maioria dos estudantes que frequentam o espaço.

O diretor da escola, Josemir Raulino, disse que já recebeu informações de que estudantes de fato se concentram na praça, mas disse que não pode afirmar se eles estariam consumindo maconha.
“Eu não posso afirmar que tem aluno nosso lá usando droga porque eu nunca vi. Nós já detectamos problemas nessa ordem, mas não houve nenhuma comprovação.

Já comunicamos isso à polícia. Eles já sabem que os alunos ficam lá, não é novidade. Mas aqui dentro, posso garantir que isso não ocorre”, garantiu o educador.

Os moradores que encaminharam a denúncia dizem que a presença dos adolescentes, na maioria das vezes acompanhados por adultos, tem afugentado as famílias do espaço. Eles também afirmam que por várias vezes acionaram o 190, mas a situação não mudou.

Pelotão Escolar não atua nesses casos
O coordenador do Pelotão Escolar, unidade da Polícia Militar que atua nas escolas, tenente Carlos Nobre, disse que nesse caso específico a competência é das equipes de Rádio Patrulha, as RPs.

Ele esclareceu que o Pelotão Escolar atua de forma preventiva dentro das escolas, com palestras e acompanhamentos, mas que a ação ostensiva deve ser feita pelo 4º Batalhão, área a qual a região está subordinada.
“Se for um aluno fardado usando drogas, a gente aborda. Mas no caso que está sendo relatado, a população tem que acionar o 190”, orienta Nobre.

O oficial ainda sugeriu que a Associação de Moradores encaminhe um ofício ao comando do 4º Batalhão, cobrando rondas ostensivas na área.

A reportagem tentou sucessivos contatos com o comandante do 4º Batalhão, major Felipe Russo, mas o telefone informado estava desligado.

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