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Administração Trump promete apoio ‘firme’ à segurança das Filipinas | Notícias do Mar da China Meridional

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O novo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, criticou as ações “perigosas” da China em relação às Filipinas no Mar da China Meridional.

O novo secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, garantiu a Manila o compromisso “firme” de Washington em defender as Filipinas face à Provocação chinesa no Mar da China Meridionaldurante sua primeira ligação com o ministro das Relações Exteriores das Filipinas, Enrique Manalo.

Rubio também criticou as “ações perigosas e desestabilizadoras de Pequim no Mar do Sul da China” na ligação de quarta-feira com Manalo, que o principal diplomata dos EUA disse violar o direito internacional.

“O secretário Rubio transmitiu que o comportamento (da China) mina a paz e a estabilidade regionais e é inconsistente com o direito internacional”, afirmou o Departamento de Estado num comunicado.

“Um ataque armado no Pacífico, incluindo qualquer lugar do Mar da China Meridionalem qualquer uma das suas embarcações públicas, aeronaves ou forças armadas – o que inclui as suas Guardas Costeiras – invocaria compromissos de defesa mútua”, observou o Departamento de Estado.

Washington e as Filipinas, uma antiga colónia dos EUA, assinaram o Tratado de Defesa Mútua em 1951, estipulando que ambos os países se defenderiam mutuamente caso enfrentassem um ataque.

Rubio manteve a ligação com seu homólogo filipino um dia depois de realizar uma reunião a quatro com seus homólogos do Diálogo Quadrilateral de Segurança da Índia, Japão e Austrália.

Num aviso velado a Pequim, o grupo diplomático e de segurança de quatro países – conhecido como Quad – disse que apoia uma região “Indo-Pacífico livre e aberta”, “onde o Estado de direito, os valores democráticos, a soberania e a integridade territorial são mantida e defendida”.

“Também nos opomos fortemente a quaisquer ações unilaterais que procurem mudar o status quo pela força ou coerção”, afirmaram num comunicado.

China mantém reivindicações expansivas cobrindo a maior parte do Mar da China Meridional, infringindo as reivindicações marítimas de vários países do Sudeste Asiático, incluindo as Filipinas.

Um ativista filipino segura um cartaz durante um protesto condenando as ações da China no Mar da China Meridional, em frente ao Consulado Chinês em Manila, Filipinas, em 9 de abril de 2024 (Lisa Marie David/Reuters)

Em 2016, num litígio movido por Manila contra Pequim, o Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia decidiu que as reivindicações territoriais da China no Mar da China Meridional não tinham qualquer base jurídica.

A decisão, que Pequim rejeitou, teve pouca influência nas crescentes ações assertivas da China na disputada área marítima.

Os navios chineses e filipinos envolveram-se em confrontos cada vez mais tensos sobre ilhas, águas e recifes disputados na área durante o ano passado.

Em 14 de janeiro, as Filipinas criticaram a China por implantar um “navio monstro” dentro da zona econômica marítima exclusiva de Manila, chamando a ação da guarda costeira da China de alarmante e com a intenção de intimidar os pescadores que operam em torno de um banco de areia contestado.

“É uma escalada e uma provocação”, disse na altura o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional das Filipinas, Jonathan Malaya, acrescentando que a presença do navio era “ilegal” e “inaceitável”.

Em resposta, a marinha filipina realizou uma “patrulha de soberania” com um exercício de fogo real perto do banco de areia, seguido de exercícios militares conjuntos com os EUA.

Naquela semana, o Exército de Libertação Popular da China também realizou exercícios militares de preparação para o combate nas águas contestadas.

O Scarborough Shoal é uma das cadeias de recifes mais disputadas no Mar da China Meridional. Embora esteja dentro da zona económica exclusiva (ZEE) das Filipinas, a China detém o controlo de facto sobre o banco de areia.



Leia Mais: Aljazeera

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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