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Administrador de Trump lançará operações de imigração no primeiro dia em meio a pressão de deportação | Notícias sobre migração
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Espera-se que várias grandes cidades sejam atingidas pelas autoridades de imigração de Trump logo após a posse.
O principal funcionário fronteiriço de Donald Trump disse que a nova administração republicana lançará grandes operações para deter e deportar imigrantes indocumentados a partir do dia da posse do presidente eleito dos Estados Unidos, na terça-feira.
A nova administração o chamado “czar da fronteira”Tom Homan, disse à Fox News no sábado que não categorizaria as ações esperadas como “ataques”.
“Haverá operações de fiscalização direcionadas”, disse ele, acrescentando que Chicago estaria entre as cidades que sofrerão ataques logo após Trump assumir o cargo para um segundo mandato de quatro anos.
Homan também sugeriu que a administração Trump teria como alvo as prisões municipais nas chamadas cidades-santuário, que abrigam um grande número de migrantes. Ele disse que o governo quer “prender um bandido na segurança de uma prisão do condado”.
Homan, ex-diretor interino do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE), disse que a agência estava planejando operações cuidadosamente e saberia quais casas atacar.
Em meio a relatos da mídia norte-americana de que Chicago poderia ser atingida já na terça-feira por centenas de agentes de fronteira e que Nova York e Miami também poderiam ser alvos, ele não comentou o momento exato da operação nem deu mais detalhes.
Os últimos comentários de Homan foram feitos um dia depois de ele ter dito: “Vamos tirar as algemas do ICE e deixá-los prender estrangeiros criminosos”. Ele também disse que haveria um “grande ataque em todo o país”.
Tal como durante a sua primeira campanha presidencial, Trump prometeu reprimir os imigrantes indocumentados na sua segunda campanha. Mas tem havido divergências sobre alguns aspectos entre os republicanos, inclusive em torno da emissão dos vistos H-1B.
Trump prometeu que lançaria “a maior operação doméstica de deportação na história americana” para remover pessoas rapidamente sem dizer exatamente quantos serão afetados.
O presidente eleito disse que restabeleceria um programa para fazer com que dezenas de milhares de migrantes que procuram asilo aguardassem as suas audiências no México, restabeleceria uma controversa proibição de viagens a países de maioria muçulmana desde o seu primeiro mandato e acabaria com a cidadania de nascença para nascidos nos EUA. filhos de alguns não-cidadãos.
Os responsáveis de Trump têm estado a considerar como reter fundos de cidades-santuário que se recusam a participar em deportações, mesmo para autoridades locais que sustentam que não têm os recursos para implementar o seu plano, ou estão preocupadas com os efeitos adversos nas suas comunidades.
Grupos de direitos dos imigrantes estão se preparando para as repressões prometido pela nova administração, com alguns meios de comunicação dos EUA a relatarem “auto-deportações” por pessoas que optaram por não esperar que Trump as removesse à força.
Entretanto, milhares de pessoas reuniram-se em Washington, DC, no sábado, para protestar contra a tomada de posse de Trump, enquanto ativistas pelos direitos das mulheres, justiça racial e outras causas se manifestavam contra políticas que, segundo eles, ameaçarão os seus direitos constitucionais durante o segundo mandato do republicano.
Alguns na multidão usavam os chapéus cor-de-rosa que marcaram o protesto muito maior contra a primeira tomada de posse de Trump em 2017. Eles atravessaram o centro da cidade sob uma chuva fraca, passaram pela Casa Branca e seguiram em direcção ao Lincoln Memorial ao longo do National Mall para a “Marcha do Povo”.
Os protestos contra a tomada de posse de Trump são menores desta vez, em parte porque o movimento pelos direitos das mulheres nos EUA parece mais fragmentado, segundo muitos activistas, depois de Trump ter derrotado a vice-presidente democrata Kamala Harris em Novembro.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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