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Adolescente que tirou 2 tumores da cabeça que pesavam quase meio quilo recebe alta no AC

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O adolescente Ray Santos da Silva, de 12 anos, já está com a família em casa, em Rio Branco. Ele deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Criança na quarta-feira (14) após a cirurgia para retirar dois tumores da cabeça.

O garoto foi operado no sábado (10) e o procedimento demorou mais de sete horas para ser concluído. Os dois tumores pesavam quase meio quilo.

Contente, a mãe do adolescente, Nadma Mota falou da felicidade de levar o filho para casa. “Deu tudo certo, a cirurgia foi um sucesso. Deus trabalhou grandemente na nossa família”, disse.

A cirurgia do adolescente não podia ser feita no Acre, o que levou ele a entrar na fila do Tratamento Fora do Domicílio (TFD). O procedimento só ocorreu, segundo a mãe, após repercussão do caso e o governador Gladson Cameli intervir para que a cirurgia fosse feito na Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre).

Menino de 12 anos aguarda para fazer cirurgia de remoção de tumor — Foto: Arquivo pessoal

Retorno

Ainda segundo Nadma, o filho deve retornar com o médico na próxima segunda-feira (19) para avaliação no Hospital do Câncer do Acre (Unacon). Em 15 dias, devem ser retirados os pontos da cabeça do garoto.

“Vamos mostrar o resultado da biopsia que foi feita e, graças a Deus, já chegou. Foi muita bênção, porque foi muita rápido, fizemos particular e vamos mostrar na segunda-feira [19]”, complementou.

A família só pode retornar para casa, em Boca do Acre (AM), após a liberação médica. “Vamos esperar os outros retornos com a neuro, com a médica que fez a cirurgia dele também. Só podemos voltar depois disso, já agilizamos, mas estamos esperando eles ligarem”, concluiu.

Adolescente e a mãe, Nadma Morta, estão na casa de amigos enquanto esperam conclusão do tratamento — Foto: Arquivo da família

Tumor

O primeiro tumor apareceu quando o garoto tinha oito anos. Ele fez uma biopsia que constatou que o tumor não era maligno. Com esse diagnóstico em 2015, a família tentou a cirurgia, mas ele foi rejeitado quatro vezes pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Por quatro vezes ele foi rejeitado pelo SUS. Foi marcado, depois desmarcado. A gente não tinha o que fazer”, lamenta a mãe

Quatro anos depois, surgiu o novo caroço que começou a crescer pela parte de fora do olho direito dele, foi quando começou a sentir dores e ter a visão comprometida e a situação começou a piorar.

A família é de Boca do Acre, no Amazonas, e está no Acre há dois meses para tentar a cirurgia, onde eles contam com ajuda de amigos para poder se manter

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