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Advogados Deciram o esforço do governo Trump para deportar ativistas de imigração | Donald Trump News
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2 anos atrásem
A imigração e a alfândega dos Estados Unidos (ICE) confirmaram que ela detinha e planeja deportar Jeanette Vizguerra, um proeminente ativista de imigração que chamou a atenção para a situação das pessoas indocumentadas no país.
Os defensores da imigração, os legisladores e os grupos de direitos humanos criticaram a mudança, apontando para a mãe dos comprimentos profundos da Four com a comunidade do Colorado, onde vive há 30 anos.
A prisão parece ser a primeira vez que as autoridades americanas têm como alvo um proeminente ativista de imigração para deportação durante o segundo mandato do presidente Donald Trump.
Os apoiadores dizem que a detenção de Vizguerra visa silenciar a dissidência. Ele vem em meio a um impulso de deportação mais amplo do governo Trump, que reverteu proteções de aplicação e invocou uma lei do século XVIII, em um esforço para ejetar pessoas sem documentos dos EUA.
Em uma mídia social publicar Na quarta -feira, o Bureau da ICE em Denver, Colorado, justificou a prisão de Vizguerra, apontando para suas convicções anteriores.
Ela tem uma contravenção de 2009 para usar um número de Seguro Social forjado para encontrar trabalho, bem como uma segunda contravenção a partir de 2013, quando voltou brevemente para casa no México para visitar sua mãe moribunda. Ela foi condenada no momento da entrada ilegal.
“Ela permanecerá sob custódia do gelo até sua remoção dos Estados Unidos”, disse Ice no The Post.
No entanto, Aaron Reichlin-Melnick, membro sênior do Conselho Americano de Imigração, questiona se o escurecimento de prisão de Vizguerra garante esse tratamento.
Ele reconheceu que ela “tem algumas ofensas de baixo nível como resultado de ela ser indocumentada”. “Mas ela não é radical perigoso. Isso é ridículo”, ele escreveu Na plataforma de mídia social X.
Em vez disso, ele apontou que ela foi nomeada uma das 100 pessoas mais influentes da revista Time em 2017.
“Ela é uma defensora respeitada no Colorado e em todo o país”, disse Reichlin-Melnick. “O presidente literal dos Estados Unidos tem um registro criminal mais sério”.
Quem é Jeanette Vizguerra?
Vizgarra veio inicialmente para os EUA da Cidade do México nos anos 90 com o marido, que enfrentou vários seqüestros no México. Ela se estabeleceu no Colorado, onde começou a trabalhar como zeladora e se envolveu na organização do trabalho.
Seu primeiro pincel com a aplicação da lei dos EUA ocorreu durante uma parada de trânsito em 2009, quando ela foi encontrada carregando um documento com o número falso do Seguro Social.
Sua condenação começou uma batalha de um ano contra sua deportação-e a levou a assumir mais trabalhos de defesa de imigração, enquanto ela se esforçava para proteger outras pessoas sem documentos no Colorado.
Ela se associou a grupos como os direitos do Colorado para todas as pessoas e a Coalizão de Direitos de Imigrantes do Colorado, e fundou a filial do Colorado da mãe da organização Dreamer em ação.
Mas em 2017, o presidente Trump assumiu o cargo pela primeira vez, com promessas de implementar uma repressão à imigração abrangente.
Temendo a deportação iminente, Vizguerra procurou refúgio em duas igrejas da área de Denver, um ato que a catapultou para os holofotes nacionais. Uma política de longa data do governo proibia ataques de imigração em locais sensíveis como igrejas na época.
“Decidi não esconder minha batalha contra a deportação, mas lutar publicamente para chamar a atenção para a injustiça do sistema”, escreveu Vizgarra em um artigo de 2017 publicado pelo The New York Times.
“Eu queria inspirar minha comunidade a sair das sombras e aumentar suas vozes”.
Em maio de 2017, ela recebeu uma suspensão temporária de deportação que lhe permitiu deixar o santuário da igreja. Mas ela se sentiu forçada a voltar novamente em 2019, depois que seu pedido de visto foi negado.
Ela finalmente se mudou da igreja em 2020. A administração do presidente dos EUA, Joe Biden, mais tarde concedeu a ela uma “suspensão da deportação” temporária.
No perfil de Vizguerra, da Time Magazine de 2017, a atriz America Ferrera elogiou a ativista por tomar a decisão “ousada e arriscada” de se tornar público com sua luta.
“O atual governo bode expiatório, assustando os americanos a acreditar que pessoas sem documentos como Jeanette são criminosas”, escreveu Ferrera.
“Ela derramou sangue, suor e lágrimas para se tornar um proprietário de uma empresa, esforçando -se para dar a seus filhos mais oportunidades do que ela. Isso não é um crime. Este é o sonho americano.”
Vizguerra foi presa na segunda -feira no estacionamento do alvo, onde trabalhava.

Push de deportação
A prisão de Vizguerra ocorre em meio a um impulso em deportação em massa sob Trump, que fez campanha em promessas de parar de migração sem documentos e aumentar o número de remoções.
Desde que assumiu o cargo, Trump se afastou rapidamente das políticas de administração de Biden que desviam ações de imigração contra criminosos de baixo nível e não-violento.
As recentes varreduras de aplicação do gelo viram as prisões de milhares de indivíduos sem antecedentes criminais, apesar da alegação de Trump de que ele se concentraria nas ameaças consideradas à segurança pública e à segurança nacional.
Em janeiro, o governo Trump também reverteu uma política de longa data que proibia a aplicação da imigração em locais sensíveis, incluindo igrejas, escolas e instalações médicas.
No início deste mês, começou a invocar a Lei dos Inimigos Alienígenos de 1798 para aumentar as expulsões, embora um juiz federal tenha interrompido temporariamente seu uso. Essa lei foi usada apenas três vezes antes, e apenas em casos de guerra.
Os críticos também acusaram o governo Trump de direcionar os estrangeiros – incluindo residentes permanentes legais – por suas opiniões políticas.
Isso inclui a tentativa de deportar Mahmoud Khalil, um detentor de cartões verdes que liderou protestos pró-palestinos na Universidade de Columbia, bem como a expulsão do professor da Brown University Rasha Alawieh, que estava ensinando nos EUA em um visto de trabalho.

Qual foi a resposta?
Algumas das condenações mais estridentes da prisão de Vizgarra vieram de funcionários eleitos locais.
Em uma declaração de vídeo amplamente compartilhada na terça -feira, o prefeito de Denver, Mike Johnston, disse que sua detenção não era “destinada a manter nosso país seguro”.
“Esta é a perseguição ao estilo Putin de dissidentes políticos”, disse ele, referindo-se ao presidente russo Vladimir Putin, um líder acusado de abusos de direitos humanos.
O senador dos EUA, Michael Bennet, elogiou Vizguerra como um “pilar da comunidade”. Enquanto isso, o governador Jared Polis disse que o governo Trump devia a transparência pública em seus procedimentos.
“Eu me encontrei e conheço Jeanette Vizguerra”, disse Polis em comunicado. “Jeanette é mãe e avó, passou décadas em nosso país, ajudando a comunidade, tem um emprego, não tem histórico de violência, não é uma ameaça à comunidade e, acima de tudo, merece o devido processo de acordo com a lei”.
Grupos que trabalharam em estreita colaboração com a Vizguerra, incluindo o Comitê de Serviço de Amigos Americanos do Quaker e a Aliança Nacional dos Trabalhadores Nacionais, também reuniram apoio público ao seu caso. Dezenas de organizações assinaram uma carta pedindo sua libertação.
“Vamos ser claros: esses ataques pretendem provocar o medo e silenciar, mas vamos nos proteger”, publicou a Aliança Nacional dos Trabalhadores Nacionais em X.
Os apoiadores na terça -feira se reuniram fora do Centro de Detenção de Aurora, onde Vizguerra estava sendo mantido. Outro protesto foi planejado para Denver na quarta -feira.
Em uma página do GoFundMe para arrecadar fundos legais, a filha de Vizguerra, Luna Baez, apelou ao apoio da comunidade.
“Minha mãe lutou incansavelmente por sua comunidade e é hora de todos nós agora nos reunirmos e mostrarem todo o apoio a ela como ela fez conosco”, disse ela.
O que vem a seguir?
Os advogados de Vizguerra entraram com um apelo de emergência, dizendo que sua detenção viola seu direito ao devido processo.
Em comunicado ao Washington Post, a advogada Laura Lichter disse que as autoridades de imigração confiam em uma ordem de remoção de 2013 “repleta de falhas processuais”.
“Nenhuma ordem de remoção legal existe, e o ICE saberia disso por anos. Se o ICE prosseguir com a tentativa de removê -la sem autoridade legal, ele envia uma mensagem assustadora sobre o desrespeito da agência para o devido processo e o estado de direito”, disse ela.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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