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Aéreas cancelam voos na Argentina; veja o que fazer – 29/10/2024 – Mercado

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Com a greve de transportes convocada na Argentina para esta quarta-feira (30), companhias aéreas anunciaram alteração na operação e cancelamentos de voos com origem ou destino no país.

Segundo o jornal argentino Clarín, a paralisação foi convocada por trabalhadores do setor em protesto a medidas implementadas pelo governo do presidente Javier Milei, como a extinção do subsídio a tarifas de transportes

Segundo a Gol, a paralisação vai afetar a movimentação nas cidades de Buenos Aires, Córdoba, Mendoza e Rosário. Voos da companhia com destino ou origem na Argentina, nesta quarta, estão cancelados.

A companhia afirma ter criado operações extras para os dias 31 de outubro e 1º de novembro. Os clientes afetados poderão solicitar reembolso integral ou realizar a remarcação de forma gratuita. De acordo com a empresa, passageiros com voo marcado para esta quarta estão sendo avisados por mensagem de texto e email.

A Latam disse ter sido forçada a cancelar e remarcar a sua operação. Por meio do canal digital Minhas Viagens, clientes da empresa poderão pedir, sem nenhum custo, devolução do dinheiro ou reagendamento. A companhia divulgou uma lista com voos entre São Paulo e cidades argentinas que foram cancelados (veja abaixo).

“O grupo Latam informa que diante da notificação de adesão total à greve por parte do sindicato que representa os trabalhadores da Intercargo, embora o serviço tenha sido declarado essencial, foi forçado a cancelar e reagendar sua operação do dia 30 de outubro”, escreveu a companhia em nota.

A empresa low cost Flybondi disse que as operações nesta quarta foram transferidas para o terminal internacional Ezeiza, em Buenos Aires. Passageiros com voos cancelados ou adiados para mais de quatro horas após o horário previsto originalmente poderão solicitar remarcação sem custo adicional.

Em comunicado divulgado em rede social, a Aerolíneas Argentinas, maior companhia aérea do país, disse que clientes poderão solicitar remarcação, sem custo nem cobrança da diferença entre as passagens, em um prazo de até 15 dias.

“A companhia tomou todas as ações ao seu alcance para mitigar o efeito dessa medida por meio de reprogramações –adiantando e postergando saídas fora do horário da greve– e criando voos especiais para redistribuir passageiros afetados”, afirmou a Aerolíneas Argentinas.

VEJA O QUE FAZER SE SEU VOO FOR CANCELADO

GOL

Todos os clientes poderão remarcar ou realizar reembolso, sem custos adicionais. Segundo a empresa, passageiros com bilhetes marcados para esta quarta estão recebendo mensagem via email e SMS, de acordo com os dados informados no ato da compra, já podendo realizar a alteração de seus bilhetes nos canais digitais da Gol.

Em casos de dúvidas, o cliente pode entrar em contato com a central de relacionamento da companhia, pelo telefone 0300 115 2121. Para compras com milhas, o passageiro deve procurar diretamente a Smiles pelo telefone 0300 115 7001 (Smiles ou Prata) ou 0300 115 7007 (Ouro Diamante).

FLYBONDI

Passageiros com voos cancelados ou remarcados para mais de quatro horas após o horário previsto originalmente poderão solicitar mudança na viagem sem custo adicional, por meio do canal Minha Reserva. A companhia orienta os clientes a acompanharem o status dos voos pelo site da Flybondi ou na página Aeropuertos Argentina.

AEROLÍNEAS ARGENTINAS

A companhia permite a troca de bilhete sem multa ou cobrança por diferença de tarifa. Para realizar a modificação, o passageiro deve utilizar os canais de autoatendimento no aplicativo da empresa ou por meio do site aerolineas.com.

LATAM

Passageiros afetados pela greve poderão solicitar reembolso ou remarcação, sem custo adicional, por meio do canal Minhas Viagens. O novo bilhete dá direito à mesma categoria de assento, somente.

Voos da Latam com origem ou destino em São Paulo que serão reagendados*







Data originalVooOrigem-destinoNova data e horário
30 de outubroLA8138SÃO PAULO/GUARULHOS-AEROPARQUE31 de outubro, às 1h
30 de outubroLA8136SÃO PAULO/GUARULHOS-EZEIZA30 de outubro, às 22h25
30 de outubroLA8141AEROPARQUE-SÃO PAULO/GUARULHOS31 de outubro, às 1h55

*As remarcações estão sendo solicitadas às autoridades competentes. A empresa orienta passageiros a verificarem periodicamente o status do voo até que o horário de remarcação esteja confirmado.

Voos da Latam com origem ou destino em São Paulo que foram cancelados














DataVooOrigem-destinoHorário de saída
30 de outubroLA8032SÃO PAULO/GUARULHOS-AEROPARQUE6h:40
30 de outubroLA8019SÃO PAULO/GUARULHOS-MENDOZA7h55
30 de outubroLA8140SÃO PAULO/GUARULHOS-AEROPARQUE8h55
30 de outubroLA8142SÃO PAULO/GUARULHOS-AEROPARQUE11h00
30 de outubroLA8034SÃO PAULO/GUARULHOS-AEROPARQUE13h55
30 de outubroLA8139AEROPARQUE-SÃO PAULO/GUARULHOS10h35
30 de outubroLA8020MENDOZA-SÃO PAULO/GUARULHOS12h50
30 de outubroLA8033AEROPARQUE-SÃO PAULO/GUARULHOS12h55
30 de outubroLA8143AEROPARQUE-SÃO PAULO/GUARULHOS14h55
30 de outubroLA8035AEROPARQUE-SÃO PAULO/GUARULHOS18h20

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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