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Aeroportos franceses parecem cinza

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Aeroportos franceses parecem cinza

A Torre de Controle do Aeroporto de Bordeaux-Merignac, em Gironde, em 28 de setembro de 2024.

Minas que se deitam, resultados que não se endireitam, pelo contrário. Por ocasião da apresentação de seus resultados anuais, quarta -feira, 12 de março, a União dos Aeroportos Franceses (UAF) soou o alarme na situação degradada das plataformas francesas. “Os aeroportos estão em perigo!” »»disse Thomas June, presidente da UAF.

Apesar de uma inundação de 205,75 milhões de passageiros em 2024, ou 7 milhões a mais que em 2023 (+ 3,6 %), as plataformas ainda não encontraram seu tráfego em 2019. Ele ainda é retirado de 4 % em comparação com o último ano antes da pandemia de Cavid-19. “Um grande número de aeroportos ainda não se recuperou da crise”Lamenta M. June. O número de movimentos, ou seja, a decolagem, caiu 10,3 % em comparação com 2019, mesmo se aumentasse muito ligeiramente em 0,6 % em comparação com 2023.

Figuras que, para o UAF, ilustram o rebaixamento da França de destino em comparação com seus concorrentes. De fato, enquanto o último está lutando para recuperar seus níveis antes da pandemia, o tráfego na União Europeia agora é 1,8 % maior que o de 2019. Sem surpresa, são os países do sul da Europa, que são melhor puxados o jogo como Turquia e Grécia, onde aumenta 23,1 % e 22,1 %, respectivamente. Por outro lado, mais ao norte, Finlândia e Allemangne ​​estão atrás de 24,9 % para um e 22,1 % para o outro.

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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