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Ainda Estou Aqui: Fernanda Torres e Selton Mello dão entrevista brilhante para tv dos EUA
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Ainda Estou Aqui: Fernanda Torres e Selton Mello dão entrevista brilhante para tv dos EUA
Fernanda Torres e Selton Mello, que brilharam como Eunice e Rubens Paiva em “Ainda Estou Aqui”, foram convidados para uma entrevista em um canal de TV nos Estados Unidos (EUA) e arrasaram. Falando em inglês, os atores brasileiros contaram detalhes incríveis do filme.
Quanto questionados o porquê de recontar uma história tão difícil, foram categóricos: “Eu acho que é uma história muito importante de ser contada, porque é uma obra de época, mas falando sobre agora. O Walter conseguiu gerenciar o filme de uma forma muito sensível”, disse Selton.
Já Fernanda, convidou o telespectador a refletir sobre governos nefastos. “Podemos pensar sobre o que uma ditadura pode fazer, o que um governo terrível pode fazer com pessoas normais”, disse repleta de personalidade. A atriz ainda agradeceu ao público. “Agradecer a vocês, ao público brasileiro, pela maneira como Ainda Estou Aqui foi abraçado.”
Entrevista memorável
Essa é uma daquelas entrevistas que vão ficar marcadas para sempre. Cheios de carisma e personalidade, Selton e Fernanda mostraram porque brilharam tanto nas telinhas.
Ambos fizeram questão de destacar a responsabilidade que tiveram com a família Paiva ao fazer o filme.
“Nós fizemos isso de uma forma respeitosa. No nosso caso, estamos pagando como uma homenagem para ambos, certo?”, disse Selton. “E isso é muito único sobre o filme, Walter recriou de uma forma tão real, que não parece ficção”, completou Fernanda.
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Agradecimentos ao público
Em seu Instagram, Fernanda publicou um vídeo com um recado muito especial para os fãs brasileiros.
Ela, que está nos EUA para divulgar o filme, disse que não vê a hora de voltar para o Brasil e ter a oportunidade de assistir ao longa em uma sala cheia.
“Tô louca pra voltar pro brasil pra dar um pulo no Brasil e ver o “Ainda Estou Aqui” com o público. A gente tem recebido tanto carinho daí, eu queria agradecer vocês. Beijo imenso”, finalizou.
Bombou na estreia
No Brasil, o longa chegou às salas de cinema no último dia 7 e foi um sucesso tremendo!
Digitado por Walter Salles, o filme conquistou o público e teve uma recepção calorosa com R$ 8,6 milhões arrecadados em seu primeiro fim de semana.
O filme, original da Globoplay, já foi assistido por mais de 350 mil pessoas e está em exibição em 189 cidades e mais de 600 salas de cinema.
Crítica internacional
Antes de chegar no país, “Ainda Estou Aqui”, participou de festivais de cinema internacionais.
Em Veneza, na Itália, ganhou o prêmio de melhor roteiro e, após a exibição, foi aplaudido por 10 minutos.
E se tudo der certo, vem dobradinha no Oscar. O filme foi escolhido para representar o país como “Filme Internacional”, enquanto Fernanda Torres é uma das cotadas para a premiação de “Melhor Atriz.”
O filme
Singelo, bruto e realista, “Ainda Estou Aqui”, adaptação do livro autobiografia de Marcelo Rubens Paiva, conta a história de resiliência de Eunice Paiva (Fernanda Torres/Fernanda Montenegro).
Mãe de Marcelo e esposa do ex-deputado Rubens Paiva, Eunice enfrentou a violência da ditadura depois do desaparecimento do marido, em 1971 e procurou pelo corpo dele a vida toda.
Veja como eles arrasaram na entrevista à tv dos Estados Unidos:
Fernanda fez questão de agradecer ao público brasileiro pela recepção:
Veja o trailer de “Ainda Estou Aqui”:
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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