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Albanese da Austrália chama eleição nacional para 3 de maio | Notícias da política
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O primeiro-ministro australiano desencadeia a campanha eleitoral de cinco semanas para ser dominada por questões de custo de vida.
O primeiro-ministro australiano Anthony Albanese convocou uma eleição nacional para 3 de maio, buscando um segundo mandato de três anos para seu governo do Partido Trabalhista em um concurso definido para ser dominado por preocupações de custo de vida.
Albanese disse na sexta-feira que a eleição seria uma escolha entre o plano de seu governo de “continuar construindo” e os rivais os cortes discutidos pela coalizão liderada pelo Partido Liberal para os gastos do governo.
“O que eu quero é uma campanha sobre substância política e sobre esperança e otimismo para o nosso país”, disse Albanese a repórteres em uma entrevista coletiva.
“Estou otimista sobre a Austrália. Essa é uma das grandes distinções nesta campanha”.
Pesquisas de opinião sugerem que o trabalho está executando o pescoço e o pescoço com a Coalizão Nacional Liberal, liderada pelo ex-detetive da polícia Peter Dutton, colocando-a em risco de se tornar o primeiro governo a cumprir apenas um mandato desde 1931.
Depois de derrotar profundamente a coalizão central-direita nas eleições de 2022, o Partido Trabalhista caiu nas pesquisas em meio ao descontentamento sobre as pressões de custo de vida, incluindo uma escassez crônica de moradias acessíveis.
A Austrália é um dos mercados imobiliários menos acessíveis do mundo, com a relação média de preço-renda quase dobrou entre 2002 e 2024.
Em uma pesquisa da Gallup realizada no ano passado, mais de três quartos dos australianos disseram que estavam insatisfeitos com a disponibilidade de boas moradias acessíveis em sua área, um aumento de 31 pontos em comparação com 2020.
Dos 13 países pesquisados, apenas Turkiye teve uma proporção maior de pessoas insatisfeitas com a situação habitacional.
Depois de assumir o cargo, o Albanese prometeu supervisionar o prédio de 1,2 milhão de novas casas até o final da década.
Mas a unidade de construção do governo teve um início lento, com o Instituto de Desenvolvimento Urbano da Austrália estimando que a meta está a caminho de ser perdida por 400.000 habitações.
Dutton propôs gastar cinco bilhões de dólares australianos (US $ 3,15 bilhões) para facilitar a construção de 500.000 novas casas, juntamente com uma série de medidas para aliviar a demanda, incluindo cortes na imigração e uma proibição de dois anos a investidores estrangeiros e residentes temporários que compram propriedades.
Dutton disse na sexta -feira que a Austrália estava “ao contrário”, acusando o Albanese de ser fixado em um referendo fracassado que teria criado um órgão para aconselhar o Parlamento em questões indígenas em vez de preocupações com pão e manteiga.
“Não acredito que possamos simplesmente continuar no caminho atual e isso significa que não podemos pagar mais três anos de trabalho”, disse ele.
“As políticas econômicas do trabalho e os gastos desperdiçados aumentaram o custo de vida dos australianos comuns”.
Outras questões definidas para desempenhar um papel de destaque na campanha incluem assistência médica, imigração, energia e mudanças climáticas.
Enquanto albanese prometeu grandes investimentos em fabricação verde e energia solar e eólica, Dutton propôs mudar a mistura de energia do país em direção à energia nuclear, construindo sete usinas nucleares e dois pequenos reatores modulares.
Embora o Trabalho ou a Coalizão sejam quase garantidos para ganhar a maior parte da votação, as pesquisas sugerem que o apoio aos principais partidos está em mínimos recordes, aumentando a possibilidade de um parlamento suspenso.
Se nem os trabalhistas nem a coalizão garantirem a maioria na Câmara dos Deputados de 150 lugares, eles precisariam negociar com os verdes ou independentes australianos de esquerda para formar um governo minoritário.
A Austrália teve um governo minoritário pela última vez em 2010, quando Julia Gillard, do Labour, solicitou o apoio dos verdes e três deputados independentes.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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