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Alcaraz ‘não está se sentindo ótimo’ enquanto ele cai do Miami Open | Notícias de tênis
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Carlos Alcaraz, número três do mundo, disse que “ele não estava se sentindo ótimo”, pois sofreu um choque antecipado do Open do Miami com o veterano belga David Goffin lutando por uma vitória por 5-7, 6-4, 6-3.
Goffin, de 34 anos, venceu Alcaraz há três anos em Astana em sua última reunião e, sentindo que o espanhol estava longe de ser o seu melhor no set de abertura do encontro no Hard Rock Stadium na sexta-feira, ele entrou no ataque.
O 55º classificado Goffin, cujo ranking mundial alcançou o número 7 em 2017, conquistou alguns vencedores gloriosos, enquanto Alcaraz estava lutando com erros não forçados.
O Goffin ligeiramente construído ficou em um intervalo nos três sets, mas depois de deixar Alcaraz se recuperar no primeiro, ele mostrou equilíbrio e calma para permanecer no topo.
“É esse tipo de noite que me lembrarei com certeza – contra Carlos e em um estádio como esse. E a noite que me deu muita confiança para continuar”, disse Goffin.
Alcaraz foi franco em sua avaliação de seu desempenho.
“Em geral, era um nível ruim de mim, eu não joguei bem”, disse Alcaraz, que disse que se sentiu um pouco pesado nas pernas, apesar de entrar no jogo em boa forma.
“Eu pensei que iria jogar um tênis muito bom, mas não aconteceu … jogando uma pausa no terceiro set, não me sentindo muito bem ou confiante fisicamente, é realmente difícil voltar”, acrescentou.
Djokovic avança, mas Medvedev enviou para casa
Novak Djokovic foi submetido a uma vitória de sets seguidos sobre o Austrália Rinky Hijikata, enquanto Daniil Medvedev também voltou para casa mais cedo depois de sofrer uma derrota por 6-2 e 6-3 para a 56ª classificação da Espanha, Jaume Munar.
Medvedev, o campeão de 2023 em Miami, mostrou sua frustração, lançando sua raquete em várias ocasiões como Munar, nascido em Mallorca, 27 anos, conquistou sua terceira vitória na carreira sobre um dos 10 melhores.
O russo cometeu 32 erros não forçados e, embora tenha se dado a chance de um retorno no jogo final, ele não conseguiu converter em dois pontos de interrupção.
Medvedev confirmou que tinha um problema com as costas, mas disse que não era desculpa e deu crédito a Munar.
“Sim, eu não estava 100% fisicamente, mas tentei o meu melhor para entrar na partida”, disse ele. “Todo dia era cada vez melhor. Eu tive alguns problemas depois dos poços indianos. Pode acontecer.
“Ele jogou bem, então é por isso (ele venceu). Eu não iria para a partida se eu definitivamente saberia que não estou pronto para vencer.”

Djokovic, que perdeu sua primeira partida em Indian Wells para um perdedor de sorte, não estava de disposição para outra decepção ao vencer o 86º ranking Hijikata por 6-0, 7-6 (7/1) para tirar sua sequência de três partidas.
Djokovic, que ganhou um recorde de 40 títulos no nível Masters 1000, agora é igual a Rafael Nadal para a maioria das vitórias de partidas (410) desde a introdução da série em 1990.
Karen Khachanov garantiu que a Nick Kyrgios Comback Trail fosse interrompida com uma vitória por 7-6 (7/3), por 6-0.
O australiano Kyrgios, que luta desde a cirurgia do pulso, derrotou Mackenzie McDonald na primeira rodada para conquistar sua primeira vitória no nível da turnê desde outubro de 2022, mas não conseguiu superar Khachanov, que chegou à semifinal em Miami em 2023.
Swiftk e Raducanu também progridem
No empate das mulheres, a IGA Swiatek, número dois do mundo, avançou para a terceira rodada depois de sobreviver a um mergulho no segundo set para derrotar Caroline Garcia, da França por 6-2, por 7-5.
Swiatek venceu Garcia com facilidade no mesmo estágio em Indian Wells no início deste mês, mas ela enfrentou um pouco mais de resistência no Hard Rock Stadium.
Swiatek ficou 3-1 no segundo set e teve que salvar um ponto definido, ao servir em 5-4 antes de se reunir para vencer os últimos três jogos.

Swiatek perdeu para Mirra Andreeva nas semifinais de Indian Wells, com o russo de 17 anos vencendo o título.
Andreeva está em ação ainda na sexta -feira, quando enfrenta a colega russa Veronika Kudermetova.
“Meu nível de energia caiu muito rápido. Então tentei me acordar, manter a intensidade desde o primeiro set, seguir adiante e seguir em frente”, disse Swiatek.
No Tribunal da Grandstand, Emma Raducanu, da Grã-Bretanha, mostrou coragem e perseverança para superar a oitava semente Emma Navarro por 7-6 (8/6), 2-6, 7-6 (7/4) em uma batalha de duas horas e 53 minutos.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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