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Alemães temem aumento do custo de vida – DW – 09/10/2024
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Se há uma coisa que assusta os alemães é a ideia de uma carteira vazia. Pelo terceiro ano consecutivo, o receio de uma subida custo de vida foi classificado em primeiro lugar no ranking anual de medo da R+V Versicherung. Embora inflação continua a cair, as empresas estão a pagar bónus de inflação e os acordos salariais também são elevados, as pessoas na Alemanha ainda permanecem céticas.
As pessoas sentem isso no caixa do supermercado quando veem que há menos itens no carrinho de compras pela mesma quantia.
A diretora do estudo, Grischa Brower-Rabinowitsch, disse à DW: “Este é um medo realmente arraigado na Alemanha. Nos 33 anos do nosso estudo, o medo do aumento do custo de vida tem sido o medo número um no nosso país”. estudar por um total de 14 vezes. Assim que os preços sobem, esse medo ressurge.”
Para o estudo deste ano, cerca de 2.400 entrevistados com idades entre 14 anos foram entrevistados entre julho e agosto.
O que há de errado com a economia da Alemanha?
No geral, o clima melhorou um pouco em 2024. Na verdade, o medo do aumento do custo de vida entre os entrevistados caiu 8% em comparação com o ano anterior. Uma tendência positiva que os autores do estudo não esperavam necessariamente.
“Realmente surpreendeu-nos que as preocupações da maioria das pessoas estejam a diminuir em geral, especialmente à luz das muitas discussões acaloradas nos meios de comunicação social. O que não é surpreendente é que as preocupações económicas ainda são elevadas. E dados os enormes debates sobre a imigração, não ficámos surpreendidos em vejo essas duas questões no topo da lista.”
Migração e habitação acessível
Sobre o assunto imigraçãodois receios estão entre os cinco primeiros: preocupações com a sobrecarga do Estado por refugiados e receios de tensões causadas pelo afluxo de estrangeiros. No entanto, estes números estão muito abaixo do pico registado em 2016, quando a imigração para a Alemanha atingiu o seu ponto mais alto. Um detalhe significativo do presente estudo é que as pessoas na Alemanha Oriental estão mais preocupadas com a migração do que as da Alemanha Ocidental.
Embora o tema já não seja o foco da atenção dos meios de comunicação social, o receio de que a habitação se torne inacessível na Alemanha ficou em terceiro lugar. Grischa Brower-Rabinowitsch explicou: “Há dois ou três anos, ainda havia muitas manifestações sobre esta questão, mas não neste momento porque outros tópicos tiveram prioridade. Mas as pessoas estão realmente conscientes deste problema em toda a Alemanha e estão pagando muita atenção. Experimente procurar um apartamento em Berlim, Frankfurt, Munique ou Dusseldorf e veja como são os preços.”
A mídia pode amplificar medos
Os receios de aumentos de impostos ou cortes de benefícios ficaram em quinto lugar e as preocupações com um declínio na economia ficaram em oitavo, trazendo mais duas questões económicas para os 10 principais receios. Isto está de acordo com os dados mais recentes do Fundo Monetário Internacionaldo World Economic Outlook, que mostra que a Alemanha caiu para o 21º lugar no mundo em termos de produto interno bruto com base na paridade do poder de compra.
Será a imprensa também responsável pelos receios das pessoas de que as suas carteiras fiquem vazias no final do mês e que a migração sobrecarregue a Alemanha? Isto é o que Brower-Rabinowitsch tinha a dizer sobre isso:
“É claro que a mídia também influencia os medos das pessoas, ao informar extensivamente sobre determinados tópicos. Vimos isso repetidas vezes nos últimos 33 anos, desde que iniciamos o estudo. Ao mesmo tempo, porém, as pessoas também são muito sensíveis. a eventos reais e concretos, como aumentos de preços ou ataques terroristas.”
Como resultado, tanto o medo de terrorismo e o medo do extremismo político foi o que mais aumentou desde o ano passado. Os alemães têm particularmente medo do terrorismo islâmico, seguido de perto pelo extremismo de direita.
O que não apareceu no último estudo, por outro lado, foram as muitas inundações que ocorreram este ano.
“Na verdade, o medo dos desastres naturais caiu para o 13º lugar este ano, e as preocupações com as alterações climáticas para o 15º lugar. O foco das pessoas está agora noutro lugar. Em 2010, o medo dos desastres naturais estava no seu auge, 20 pontos percentuais mais alto.”
Uma lição importante para os políticos alemães
Os políticos alemães podem querer analisar o estudo de perto, uma vez que também ocupam um lugar de destaque no ranking. Em sexto lugar, mesmo o receio de que os políticos não estejam à altura do seu trabalho vem à frente do receio da polarização da sociedade. Para os autores do estudo, este é um veredicto devastador:
“Cada segunda pessoa acredita que os políticos já não são capazes de resolver os nossos problemas, que estão acima das suas capacidades. Também perguntámos aos inquiridos como lhes dariam notas de 1 a 6, e a nota média dos políticos foi par 4. Uma em três até deram 5 ou 6. Isso é realmente preocupante.”
Este artigo foi escrito originalmente em alemão.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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