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Alerta sanitário sobre os riscos ligados ao “alisamento brasileiro” para cabelos

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Segundo revistas femininas, o alisamento brasileiro é “fúria” em salões de cabeleireiro. Mas segundo a Agência Nacional de Segurança Sanitária (ANSES), essa técnica de cuidado capilar, que consiste em injetar queratina no cabelo antes de passá-lo por placas de aquecimento, não é isenta de riscos à saúde. A ANSES, em conjunto com a Direção-Geral da Concorrência, Consumo e Controlo de Fraudes (DGCCRF) e o Ministério da Saúde, emitiu um “alerta sobre os riscos associados aos produtos para alisar o cabelo”. A causa é o ácido glioxílico, agente químico usado para alisar o cabelo e mantê-lo brilhante por vários meses.

Desde o início do ano, a ANSES recebeu, como parte de sua nova missão de cosmetovigilância, quatro relatos de insuficiência renal aguda ocorrida após o alisamento brasileiro. Além disso, a DGCCRF e o Ministério da Saúde “recomendar contra” o uso de produtos alisantes contendo ácido glioxílico. O alerta aplica-se aos cabeleireiros e aos seus clientes, mas também aos particulares que aplicam estes preparados em casa.

“É absolutamente necessário transmitir a mensagem, especialmente aos mais jovens, de não fazer alisamento brasileiro, afirma para Mundo Juliette Bloch, diretora de alertas e vigilância da Anses. Ele é Obviamente há muitos outros casos que, hoje, não chegam ao nosso conhecimento. Os alisamentos brasileiros são muito comuns, não são reservados aos penteados afro. » Poucos médicos hoje fazem a ligação entre sintomas de insuficiência renal e suavização.

Pessoas sem história

Os sinais de insuficiência renal aparecem algumas horas após a exposição ao ácido glioxílico. Eles se manifestam como dores abdominais ou lombares, náuseas ou até vômitos. Em três dos quatro casos notificados à ANSES, a gravidade da insuficiência renal exigiu hospitalização. A última vítima deixou o hospital na segunda-feira, 14 de outubro, após vários dias de tratamento. Esta é uma jovem de 28 anos. “Sempre são pessoas sem histórico e nas quais não esperamos problemas renaisexplica Juliette Bloch. Isto não é trivial. Mesmo que consigamos tratar estas insuficiências agudas através da hiperidratação, elas podem levar à insuficiência renal crónica a longo prazo. »

O ácido glioxílico atualmente não está sujeito a quaisquer restrições em cosméticos. Substituiu, nas preparações de alisamento, o formaldeído, cujo uso nesta área foi proibido em 2019 devido ao seu potencial cancerígeno. A ANSES lançou uma avaliação especializada sobre a toxicidade renal do ácido glioxílico quando aplicado no cabelo. Prevista para o final do ano, deverá permitir propor uma evolução das disposições regulamentares europeias: restrição ou proibição.

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre

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2026.09.24 Visita ao laboratório Charles Mérieux (2).jpg

A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.

O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.

A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre

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2026.09.25 Visita da Academia Acreana de Letras (2).JPG

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.

As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.

“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”

O presidente da AAL, José Dourado de Souza, ressaltou a relevância da aproximação com a Ufac. “Ficamos muito felizes em prestar essa homenagem ao reitor Josimar, uma pessoa de muita experiência e aberta ao diálogo. A academia busca esse apoio institucional e de materiais para continuar promovendo eventos culturais e ações nas escolas.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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