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Annabel Sutherland cobra muito da vitória da Austrália sobre a Nova Zelândia antes que a chuva chegue | Seleção Australiana de Críquete Feminino
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Australian Associated Press
O segundo século consecutivo de Annabel Sutherland impulsionou Austrália com vitória de 65 corridas afetada pela chuva sobre a Nova Zelândia no segundo internacional de um dia.
No retorno de Alyssa Healy de uma lesão no joelho, a rápida Molly Penfold do White Ferns (4 de 42) restringiu a posição repleta de estrelas depois que a capitã rival de Healy, Sophie Devine, venceu o sorteio em Wellington no sábado. Mas Sutherland (105 não fora de 81 entregas), que acertou 110 em sua última rebatida, estava disponível para ajudar a Austrália (291-7) a se recuperar e agora registrou tantos séculos internacionais quanto a superestrela versátil Ellyse Perry (cinco ).
Os White Ferns não conseguiram estabelecer uma parceria duradoura em resposta e lutaram para manter o ritmo do par DLS enquanto o tempo chuvoso pairava no radar ao redor da Reserva da Bacia. As capas começaram no dia 31, pouco antes das 17h, horário local, e a 14ª derrota consecutiva da Austrália no ODI sobre a Nova Zelândia foi confirmada quando o jogo foi encerrado, pouco menos de uma hora depois.
A rápida Kim Garth (2 de 17) provou ser a escolha dos arremessadores da Austrália ao acertar os dois primeiros, enquanto Darcie Brown (0 de 15) foi econômica em seus primeiros quatro saldos, retornando de uma lesão no quadril. A Nova Zelândia terminou em 122-5.
A vitória significa que a Austrália manteve o Rose Bowl com um jogo a menos, depois que a chuva atrapalhou a abertura da série na quinta-feira. A terceira partida será disputada no mesmo local na segunda-feira, quando as condições deverão ser melhores.
A versátil Sutherland atingiu seu meio século com um single a mais de Rosemary Mair para terminar o 42º. Penfold quase coroou uma tarde brilhante com a bola ao mandar Sutherland embora, mas teve uma chance de pegar e lançar em sua final, quando o número 5 da Austrália estava com 67.
A captura perdida pareceu o ímpeto para Sutherland acelerar. Ela acertou Penfold em brasa na lateral da perna para dois de quatro no final do rápido, ambos caindo um pouco antes dos defensores a caminho da fronteira.
Sutherland continuou a fazer os White Ferns pagarem com dois seis direto no chão do próximo Eden Carson antes de acertar Amelia Kerr por dois quatros consecutivos no que se seguiu. Ela sobreviveu a uma chance de esgotamento no penúltimo over para completar seu século com duas corridas de Mair na bola seguinte.
A queda de Penfold não foi a única oportunidade perdida pelos anfitriões. Os White Ferns poderiam ter reprimido com mais força a ordem de rebatidas dos visitantes se a estreante Bella James não tivesse perdido três recepções. James derrubou Phoebe Litchfield (25), Beth Mooney (14) e Tahlia McGrath (34), embora nenhuma pudesse realmente fazê-la pagar ao conseguir grandes pontuações.
após a promoção do boletim informativo
O rebatedor inicial Healy (34 em 32 lançamentos) parecia preparado para começar depois de retornar da lesão no joelho que a deixou de lado por mais de um mês. A capitã puniu Mair no primeiro ODI rápido desde abril de 2022, socando qualquer coisa que ela dirigisse na lateral da perna até a fronteira – incluindo o primeiro lançamento legal da partida.
Mas no momento em que Healy estava cantarolando, ela calculou mal a bola curta para se tornar a primeira vítima de Penfold, puxando para Kerr no meio do postigo. Perry (29) também começou, mas não resistiu em atacar o segurança de Penfold, chegando ao guarda-postigo Izzy Gaze.
James fez uma recepção para aumentar a confiança para dispensar Mooney do boliche de Penfold, antes que o rápido acertasse um jaffa absoluto no coto da perna de McGrath e terminasse com os melhores números do ODI da carreira.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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