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Ano novo terá 22 concursos públicos; salários até RS 17 mil
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O Ano Novo vai ser recheado de concursos públicos com salários que chegam a R$ 17 mil. E a largada já começou. No momento, há 22 editais abertos com inscrições encerrando em breve.
Alguns já têm provas marcadas para fevereiro e março. Outros aguardam autorização do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.
Entre os concursos estão o do Iphan, da Embrapa, do Ministério da Previdência Social, do TRT 10, da Ebserh, da Hemobrás, e de minististérios públicos como o MPF, MPU e MPDFT. Veja abaixo.
Inscrições próximas e provas marcadas
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) cujos cargos são nas áreas de analista ambiental, antropologia, arqueologia, arquitetura e urbanismo, educação patrimonial e geoprocessamento.
A inscrição deve ser feita na FGV. São 31 vagas e o período de inscrição vai até as 16h de 7 de janeiro de 2025. Os salários variam de R$ 6.681,70 a R$ 9.047.
O processo seletivo consistirá em duas etapas: prova objetiva e avaliação de títulos. A prova objetiva será realizada em 23 de fevereiro de 2025. Veja o edital.
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Veja outros concursos já com editais liberados
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
A inscrição pode ser feita no site do Cebraspe e o prazo das inscrições vai até as 18h de 7 de janeiro. Serão 1027 vagas com salários de R$ 2.186,19 a R$ 12.814,61.
As provas objetiva e discursiva, os candidatos aos cargos de pesquisadores terão que apresentar um projeto de pesquisa e passar por uma avaliação de títulos, enquanto os técnicos têm prova prática. Veja o edital.
Ministério da Previdência Social (MPS)
A inscrição pode ser feita no site do Cebraspe. O prazo vai até as 18h de 9 de janeiro de 2025. Serão 250 vagas com salário de R$ 14.166,99.
As vagas são para perito médico federal. O candidato precisa ter diploma de medicina e registro no Conselho Regional de Medicina. Há vagas disponíveis em todos os estados.
O concurso consiste em três fases, sendo as duas primeiras provas objetivas e a última avaliação de títulos. A aplicação das provas objetivas deve ocorrer no dia 16 de fevereiro. Aqui é possível ver o edital.
Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT 10)
A inscrição pode ser feita no site do Cebraspe. O prazo termina às 18h de 17 de janeiro de 2025. São vagas para distintas áreas são 9 imediatas e mais cadastro de reserva.
Os salários variam de R$ 8.529,65 a R$ 16.035,69. Os locais de trabalho dos cargos disputados são Tocantins e Brasília.
As provas objetiva e discursiva estão previstas para o dia 16 de março de 2025. Para a vaga de agente da polícia judicial, há teste de aptidão física. Veja o edital.
Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh)
As inscrições devem ser feitas no site da FGV até as 23h59 de 20 de janeiro. São 545 vagas com salários de R$ 2.707,15 até R$ 17.978.
As vagas estão distribuídas entre a área médica, assistencial e administrativa. Os aprovados vão trabalhar em um dos 45 hospitais da rede e a administração central.
Aqui estão os editais.
Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT 15)
As inscrições podem ser feitas no site da Fundação Carlos Chagas até 23h59 de 20 de janeiro de 2025. Aqui está o edital.
Os aprovados vão compor o cadastro de reserva. Os salários vão de R$ 8.529,65 até R$ 13.994,78 + gratificação.
As provas serão aplicadas nas cidades paulistas de Bauru, Campinas, Piracicaba, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba, com previsão para o dia 30 de março.
Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás)
As inscrições podem ser feitas no site do Instituto Consulplan até as 16h de 23 de janeiro de 2025. Os aprovados vão para o cadastro de reserva. Os salários variam de R$ 3.808,82 até R$ 8.912,54.
Os aprovados precisarão trabalhar em Recife (PE) ou Goiânia (GO).
Os candidatos irão responder uma prova objetiva e, na segunda, participar da avaliação de títulos se estiverem concorrendo a um cargo que precise de ensino superior. A prova objetiva será realizada em Recife e deve ocorrer em 16 de março. Aqui está o edital.
Concursos à espera de editais
- Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN): 150 vagas para unidades técnico-científicas (UTC) no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Recife, em Belo Horizonte, em Goiânia e em Poço de Caldas, em Minas Gerais.
- Agência Espacial Brasileira (AEB): 30 vagas
- Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI): 55 vagas dispostas para o Instituto Nacional de Pesquisas do Pantanal (INPP); 19 para o Instituto Nacional do Semi-Árido (INSA); e 29 para o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG).
- Superintendência de Seguros Privados (SUSEP): 75 vagas
- Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj): 20 vagas
- Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama): 460 vagas
- Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB): 10 vagas
- Fundação Biblioteca Nacional (FDN): 14 vagas
- Comando da Marinha: 1 vaga
- Ministério da Saúde: 319 vagas
- Instituto Brasileiro de Museus (Ibram): 28 vagas
- Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR): 10 vagas
- Polícia Federal (PF): 192
- Instituto Benjamin Constant (IBC): 15 vagas
- Ministério da Fazenda: 30 vagas
Outros concursos previstos para 2025
Ministério Público da União (MPU) quando serão aprovados candidatos para quatro ramos do MPU: Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e Ministério Público Militar (MPM).
Especialistas sugerem que os candidatos analisem bem o edital, busquem referências e provas anteriores para ver os tópicos que têm maior peso na prova e usem o tempo para planejar os estudos.
Vários concursos já estão com as inscrições abertas. Não perca tempo. – Foto: Correio Braziliense
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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