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Antevisão: Nova Zelândia x Índias Ocidentais – semifinal feminina da Copa do Mundo T20 de 2024 | Grilo

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Quem: Nova Zelândia x Índias Ocidentais
O que: Segunda semifinal, Copa do Mundo Feminina T20 da ICC 2024
Quando: Sexta-feira, 18 de outubro, 18h (14h GMT)
Onde: Estádio de Críquete de Sharjah, Sharjah, Emirados Árabes Unidos
Como seguir: A cobertura de texto ao vivo da Al Jazeera começa às 10h30 GMT

Índias Ocidentais e Nova Zelândia se enfrentam em uma semifinal condizente com um torneio que desafiou todas as probabilidades.

A Austrália, seis vezes vencedora do recorde e atual detentora do recorde, foi eliminado na quinta-feira por uma seleção sul-africana com poucas esperanças de se vingar da seleção que os derrotou em casa na final da última edição. Os australianos estavam em uma seqüência de 14 vitórias consecutivas nas Copas do Mundo T20. As três seleções que mais queriam parar a defesa da Austrália, Inglaterra, Índia e Sri Lanka, vencedor da Copa da Ásia, nem conseguiram sair da fase de grupos.

A Nova Zelândia perdeu 10 partidas internacionais T20 consecutivas antes do choque Vitória de 58 corridas contra a Índia em seu jogo de abertura. Um resultado do qual os índios, provavelmente, nunca se recuperaram. As Índias Ocidentais, por sua vez, têm como capitão uma das estrelas do torneio Hayley Matheusmas eles, assim como seus oponentes Kiwis, eram considerados chances remotas de sair do grupo.

“Ninguém nos contou para chegar a esta fase”, disse Matthews antes da semifinal. “Então, estamos todos muito felizes por termos chegado aqui, mas… o trabalho simplesmente não terminou. Esperamos que estejamos prontos para jogar um jogo realmente grande, porque não queremos apenas vir a esta Copa do Mundo para dizer: ‘Ei, chegamos às semifinais e estamos felizes com isso’.”

A única participação anterior das Índias Ocidentais na final aconteceu em 2016, mas resultou em uma vitória. Isso também foi contra a corrente, já que derrotou uma equipe australiana em busca do quarto título consecutivo.

“Estamos sempre no nosso melhor quando nos divertimos e somos realmente vibrantes em campo”, acrescentou Matthews. “Estou apenas incentivando cada um dos jovens a sair e se divertir. Sim. é uma semifinal de Copa do Mundo e é um grande jogo, mas ainda estamos jogando o mesmo jogo que aprendemos nos quintais de nossas casas e também nas ruas do Caribe – então, aproveite.”

Desde que a péssima sequência da Nova Zelândia chegou ao fim com a vitória de estreia contra a Índia, apenas a Austrália tirou o fôlego das velas dos Kiwis. Foi, no entanto, uma experiência difícil para a Nova Zelândia, que foi eliminada por 86 pontos em uma derrota de 80 corridas. Na verdade, a equipa de Sophie Devine era a favorita para terminar em último lugar num grupo de mortes, que também incluía o Sri Lanka e o Paquistão.

“Não queremos chegar muito alto ou muito baixo, e isso é realmente fundamental para garantirmos que jogaremos com esse nível de emoções”, disse Devine, que pode se tornar a primeira capitã Kiwi a erguer uma Copa do Mundo Feminina. “É outro jogo e estamos tentando manter as coisas realmente semelhantes em termos de preparação e preparação que estamos fazendo.”

Nova Zelândia x Índias Ocidentais: registro confronto direto

A Nova Zelândia tem uma vantagem de 17-5 sobre as Índias Ocidentais em seus 23 encontros T20, incluindo duas vitórias no Super Over.

Uma partida terminou sem resultado devido a um fracasso.

O melhor resultado da Nova Zelândia na Copa do Mundo T20

Vice-campeão: 2009, 2010

Melhor resultado das Índias Ocidentais na Copa do Mundo T20

Campeões: 2016

Guia de formulário: Nova Zelândia

Os White Ferns abriram sua campanha na Copa do Mundo com uma vitória sobre a favorita do pré-torneio, a Índia, e fecharam a fase de grupos eliminando-os com uma vitória sobre o Paquistão. A única derrota no torneio foi contra a Austrália.

Últimos cinco jogos: WWLWL

Guia de formulário: Índias Ocidentais

As Índias Ocidentais tentarão continuar a sequência de três vitórias consecutivas no torneio e chegar à final.

Últimos cinco jogos: WWWLL

Condição de lançamento e arremesso

Nas oito partidas da fase de grupos disputadas em Sharjah, as equipes vencedoras do sorteio rebateram primeiro em oito ocasiões. Cinco desses oito jogos terminaram com vitória para o time que rebateu primeiro.

Uma partida viu o capitão vencedor escolher lançar primeiro e vencer a partida.

Previsão do tempo

Sharjah estará quente, úmido e um tanto implacável no início da partida. Espera-se que a temperatura fique em torno de 36 graus Celsius (96,8F) com 50% de umidade, fazendo com que a temperatura real pareça um pouco mais alta.

Notícias da equipe: Nova Zelândia

A Nova Zelândia foi poupada de lesões graves em seu XI habitual e espera-se que coloque em campo o mesmo time que derrotou o Paquistão em seu último jogo.

Esquadrão: Sophie Devine (capitã), Suzie Bates, Eden Carson, Isabella Gaze (guarda-postigo), Maddy Green, Brooke Halliday, Fran Jonas, Leigh Kasperek, Amelia Kerr, Jess Kerr, Rosemary Mair, Molly Penfold, Georgia Plimmer, Hannah Rowe, Lea Tahuhu .

Notícias da equipe: Índias Ocidentais

As Índias Ocidentais esperam que sua estrela Stefanie Taylor, que perdeu o jogo contra a Inglaterra, esteja apta para a grande partida e ocupe seu lugar no XI.

Esquadrão: Hayley Matthews (capitã), Aaliyah Alleyne, Shamilia Connell, Deandra Dottin, Shemaine Campbelle (guarda-postigo), Ashmini Munisar, Afy Fletcher, Stafanie Taylor, Chinelle Henry, Chedean Nation, Qiana Joseph, Zaida James, Karishma Ramharack, Mandy Mangruon, Nerissa Crack .



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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