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Aos 100 anos, idosa escreve todos os dias em seu diário: “sem desculpa”
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1 ano atrásem
Aos 100 anos, a idosa Evie, dos Estados Unidos, escreve todos os dias em seu diário. – Foto: The Washington Post
Aos 100 anos, essa idosa de 100 anos tem um compromisso inabalável com a escrita: ela termina seus dias sempre da mesma maneira, sentada em uma poltrona escrevendo no seu diário.
Desde 1° de janeiro de 1936, Evie Riski, nunca deixou de registrar um dia sequer no caderno. A rotina começou poucos dias antes de completar 11 anos, depois dela ganhou o caderno como um presente do seu pai, um amante da escrita.
A infância não tinha TV, telefone ou eletricidade, mas ela encontrou na escrita uma forma de se conectar consigo mesmo. Hoje a idosa vive em uma casa de repouso em Lakota, Dakota do Norte, Estados Unidos, mas segue fiel ao seu compromisso.
Vida em palavras
A vida de Evie é toda registrada em palavras. Para ela, não há desculpa para deixar de lado o hábito.
“Não há realmente nenhuma desculpa para eu não escrever nele”, contou em entrevista ao The Washington Post.
As visitas aos familiares, momentos alegres, dificuldades e eventos históricos. Nada passou despercebido pelos lápis e páginas em branco de Evie.
Mesmo durante internações ou doenças, ela sempre dava um jeito de anotar as vivências. Para isso, se fosse preciso, usava papel de rascunho, para depois colocar tudo nos diários.
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Caneta e papel
Hoje, vivendo em um mundo digitalizado, a idosa continua fiel à escrita manual.
Todos os diários, afinal são muitos, estão cuidadosamente guardados em um baú de cedro. Quem pergunta, Evie responde que eles representam um tesouro de memórias.
Nas páginas, ela sempre coloca o ano das anotações, assim não se perde em meio a tantas memórias.
“Ano anterior”
E a idosa adora brincar com as próprias memórias.
Toda noite, depois que terminar de escrever, ela tem um ritual pra lá de especial.
“Quando termino, sempre olho para trás um ano para ver o que estava fazendo no ano anterior”, confessou.
Na internet, a história se tornou viral e inspirou outros usuários a fazerem o mesmo.
“Este é um sinal para fazer do meu diário uma prioridade novamente”, disse um.
Outro destacou que Evie vai deixar um lindo legado.
“Que legado maravilhoso para a família dela. Espero que valorizem cada palavra!”.

Até o momento, já são mais de 33 mil registros. E o número continua a aumentar! – Foto: The Washington Post

Tudo é separado por data e ela sempre retorna ao escritos antigos para relembrar memórias. – Foto: The Washington Post
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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