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Apagão em SP: Alegar clima para a letargia é ridículo – 13/10/2024 – Painel do Leitor

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No escuro

Temporal atingiu 17 linhas de alta tensão, e Enel não dá prazo para retomar energia em SP” (Cotidiano, 12/10). Se fosse pública, o governo já estava dando satisfação e anunciando investimentos. Lamento só pelos contrários à privatização, o resto, tem o que merece.

Sandra Losa (Brasília, DF)

A verdade, que os extremistas de ambos os lados preferem omitir, é que somos péssimos liberais e socialistas abomináveis. Administramos muito mal as empresas estatais e privatizamos muito mal, quase sempre para os amigos.

Hernandez Piras (São Paulo, SP)

O mundo faz projeções das mudanças climáticas desde a ECO Rio 92. A privatização propunha melhoria da eficiência para as demandas dos “novos tempos”. Alegar clima para a letargia é ridículo. Com tantos dados de projeções climáticas disponíveis, essa empresa já deveria estar preparada para manter a energia durante o Apocalipse.

Diogo Ferreira (Taboão da Serra, SP)

Não tem como privatizar serviços essenciais! Ficamos agora na mão desses nem vou falar o quê. Esses eventos serão cada vez mais frequentes e aí? Que empresa vai querer assumir? Vai querer investir em prevenção, tecnologia ou só maximizar o lucro. Estamos lascados.

Karina Akemi (São Paulo, SP)


Saúde pública

Não é possível voltar ao modelo original do SUS, diz Armínio Fraga” (Saúde, 12/10). Vocês repararam que ele não tem ideia nenhuma? Nenhuma proposta? Tudo tem ainda que ser estudado. A única certeza que ele tem é a de entregar um pouco mais de dinheiro público para os privados. As OSs em SP deram certo para quem?

Ana Paula Rusinas (São Paulo, SP)

O que ele quer não vai funcionar. O privado sonha em ter o governo alimentando os seus lucros. Eles deveriam buscar clientes entre os que podem e querem pagar pelo serviço cuja qualidade está sempre atrelada ao custo caro. A lógica é gerar um lucro robusto.

Carlos Lopes (Fortaleza, CE)


Falta de diálogo

“Terreiros de candomblé acusam Anielle Franco de ‘descaso total’ em carta a Lula” (Cotidiano, 11/10). Mas é Ministério da Igualdade Racial ou ministério de liberdade religiosa?

Wilson de Sousa Brito (Água Branca, PI)

Tudo fogo amigo. Agora que descobriram essa “incompetência”. Que Oxalá nos proteja.

Rosana Gaio (Florianópolis, SC)


América do Sul

Garimpo na Guiana Francesa avança com mão de obra do Brasil e dinheiro da China” (Ambiente, 12/10). Sem contar a influência de grandes marcas de joias que usufruem de tal exploração.

Giuseppe Nóbrega (João Pessoa, PB)


Declarações

STF reforça postura de autodefesa em reação a críticas sobre condutas de ministros” (Política, 12/10). Reação a críticas? Ou seja, não se pode sequer criticar, ainda que com fundamentos? Por que reação? Há esfera de Poder que deva ser imunizada a críticas e reparos (que até podem ser descabidas)?

Antonio Mateos (Santos, SP)


PEC do Supremo

O pacote anti-STF” (Hélio Schwartsman, 11/10). Trata-se de uma retaliação. Os ministros seguem priorizando o cumprimento da Constituição.

Anete Araujo Guedes (Belo Horizonte, MG)

Alguns membros do STF realmente têm se utilizado exageradamente de decisões monocráticas, geralmente em questões criminais e em casos que envolvem poderosos encalacrados.

Luiz Leal (Florianópolis, SC)


Luto no humor

Morre Ary Toledo, figura icônica da comédia brasileira, aos 87 anos” (Ilustrada, 12/10). O humor só tem graça por ser politicamente incorreto. Só essa desnecessária lembrança já impede a leitura. Só uma lembrança: cada um vê, assiste, ouve e lê aquilo que quiser. Dizem que isso é democracia. Viva Ary Toledo.

Luiz Ferretti (São Paulo, SP)

Piadas surradas e com conteúdo machista e homofóbico. Fora do contexto nos dias de hoje. Um chato.

Vitoria Machado (Olinda, PE)



Leia Mais: Folha

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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard - interna.jpg

Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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