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Após 25 anos em situação de rua, homem de 70 anos volta pra faculdade e se forma advogado

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Aos 70 anos, este homem superou 25 anos vivendo nas ruas, retornou à faculdade e tornou-se advogado. Uma história de força de vontade extraordinária!

Gustavo León Yepes Giraldo concluiu, em dezembro, o curso de Direito na Universidade de Antioquia, na Colômbia. Recebendo aplausos calorosos dos colegas, ele provou que é, sim, possível alcançar seus objetivos ao abraçar as oportunidades certas.

Para isso, precisou superar obstáculos emocionais, sociais e financeiros. Mas deu certo, e este é apenas o começo. ‘Essa formatura é como um aperitivo; eu quero o prato principal. Quero trabalhar e mostrar que, apesar dos 70 anos, sou capaz de continuar atuando’, disse ele em entrevista ao El Colombiano.

Infância difícil

A infância de Gustavo foi marcada por grandes desafios. Nascido em Medellín, em 1953, ele cresceu em um lar permeado pela violência.

O pai era dependente de álcool e remédios e transformava a casa da família em um ambiente super hostil.

A relação com a mãe também não era fácil. Nesse sentido, o garoto buscou refúgio na igreja.

Aos 24 anos, a combinação de frustrações, drogas e falta de perspectivas o levou à vida nas ruas.

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Sobrevivendo nas ruas

Durante mais de duas décadas, ele enfrentou condições extremas. Fome, frio e violência faziam parte de sua rotina.

Nas bibliotecas municipais, ele encontrava um local onde podia ler e manter os hábitos de estudo.

Em 2015, decidiu mudar. Com o apoio de um centro de reabilitação e de amigos, ele estudava à luz de lanternas e dependia de programas de alimentação gratuita para sobreviver.

Nova etapa

E assim foi levando, até ser coroado aos 70 anos. Demorou mas chegou.

O sonho de se formar advogado, que ele cultiva desde a juventude, se realizou.

Com estudo, persistência e perseverança, Gustavo conseguiu mudar sua história.

Agora, em 2025, ele espera atuar na área com que sempre sonhou.

Com essa força de vontade, não tem como dar errado, né?

Depois de viver 25 anos na rua, Gustavo exibe com orgulho o diploma. - Foto: El Colombiano Depois de viver 25 anos na rua, Gustavo exibe com orgulho o diploma. – Foto: El Colombiano



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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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