POLÍTICA
Após duas semanas, Ponte Metálica continua interditada e sem previsão para início das obras
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3 anos atrásem
Ordem de serviço foi assinada no último dia 21 de julho, mas ainda não há estimativa de data para que obras de reparo sejam iniciadas no local. Trânsito segue modificado no Centro de Rio Branco.
Foto: No período de cheia, em março deste ano, local também foi interditado para realização de manutenção — Foto: Ana Paula Xavier/Rede Amazônica.
Após duas semanas da interdição da Ponte Juscelino Kubitschek, a Ponte Metálica, em Rio Branco, o Departamento de Estradas de Rodagens do Acre (Deracre) informou à Rede Amazônica Acre que ainda não há previsão para início das obras no local.
A passagem segue interditada no local.
A ponte liga o 1º e 2º Distrito de Rio Branco e está fechada desde o dia 22 de julho para revitalização. A medida foi tomada após equipes do Departamento de Estradas de Rodagens do Acre (Deracre) identificarem corrosão e desgaste em alguns pontos da estrutura durante avaliação.
Esta já é a terceira interdição no ano. Entre o final de março e início de abril, a Ponte Metálica ficou 18 dias interditada por conta da cheia do Rio Acre e o acúmulo de balseiros embaixo da estrutura. A segunda ocorreu apenas durante o período noturno, no dia 17 de abril.
Segundo o governo do Estado, o Deracre apresentou um laudo técnico orientando sobre a necessidade de revitalização da estrutura, que foi construída há mais de 50 anos, e a suspensão de passagem de veículos e pedestres.
Uma ordem de serviço foi assinada no dia 21 de julho para que as obras fossem iniciadas. Contudo, ainda não foram feitos reparos no local.
Trânsito
O trânsito no Centro de Rio Branco e acesso ao Segundo Distrito ficou sob responsabilidade da RBTrans, em conjunto com o Detran-AC. A Ponte Coronel Sebastião Dantas, também conhecida como Ponte de Concreto, vai funcionar no sentido de mão dupla.
Para isso, a Avenida Epaminondas Jácome, do trecho entre o Museu dos Povos Acreanos e a Praça da Bandeira, também vai funcionar em duplo sentido. Durante esse período, será permitido apenas a circulação de veículos pequenos, ambulâncias e ônibus de transporte coletivo.
Os veículos pesados, como caminhões, carretas e outros, devem fazer a travessia pela Quarta Ponte, que liga os bairros bairros Cadeia Velha e Seis de Agosto.
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POLÍTICA
A articulação para mudar quem define o teto de jur…
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10 meses atrásem
5 de maio de 2025Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.

