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Após pressão, Governo do PT aumenta em duas horas atendimento na OCA
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8 anos atrásem
Após redução no horário, governo do Acre volta atrás e aumenta em duas horas atendimento na OCA.
Central volta a funcionar 8h por dia, das 7h30 às 15h30, a partir do dia 1º de julho. Mudança, segundo o governo, é para atender pedido de comerciantes do Centro de Rio Branco.
Na foto de capa, OCA volta a funcionar em 8h por dia, das 7h30 às15h30, a partir do dia 1º de julho (Foto: Lidson Almeida).
Após reduzir o horário de atendimento da Organização das Centrais de Atendimento (OCA) de Rio Branco e Xapuri, o governo do Acre voltou atrás e aumentou em duas horas o funcionamento do local. A informação foi confirmada, nesta segunda-feira (25), e o novo horário começa a valer a partir do dia 1º de julho.
Com a nova alteração, a OCA volta a funcionar por um período de 8h, ficando aberta ao público das 7h30 às 15h30. Desde o dia 16 de abril, o horário tinha mudado para 7h30 às 13h30. Antes da portaria que reduziu o horário da Central, o atendimento era de 8h às 16h.
Conforme o secretário adjunto da Secretaria de Gestão Administrativa do Acre (SGA), Irailton Lima, a decisão de voltar o atendimento para 8h por dia e não mais 6h diárias foi após vários pedidos de grupos sindicais e da sociedade civil. Além da solicitação dos comerciantes da área central de Rio Branco.
“Quando o governo fez a mudança, foi porque tinha constatado que havia elevada ociosidade em determinados horários. Percebemos que com as 6h, de fato, otimizou o serviço. A razão da ampliação em duas horas, foi porque percebemos que determinados seguimentos ficaram prejudicados em relação à possibilidade de acessar o serviço no horário da tarde e também atendendo a pedidos”, disse Lima.
Aumento de 17% nos atendimentos
Pouco mais de um mês depois da alteração no horário de funcionamento, a Secretaria de Gestão Administrativa do Acre (SGA) afirmou que o número de atendimento na OCA de Rio Branco aumentou em 17% depois que o órgão passou a funcionar em horário reduzido.
Conforme os dados, antes da mudança, a OCA atendia uma média de 5,3 mil pessoas por dia em 8 horas de serviço. Depois, em 6h, cerca de 6,2 mil pessoas passaram a ser atendidas diariamente.
Com isso, por mês, os atendimentos em 8 horas chegavam a 106 mil. Já com a redução no horário, passou para 124 mil pessoas atendidas.
Filas e reclamações de usuários
Assim que o horário da OCA foi reduzido, os usuários formavam filas na entrada do local e eram muitas as reclamações.
Uma enquete feita pelo G1 contou com a participação de mais de 7 mil internautas. O resultado foi que 53,11% não aprovavam a redução do horário de atendimento da OCA e outros 46,89% estavam de acordo. G1Ac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.
O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.
Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.
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