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Após reforma, Delegacia da Mulher volta a atender na Via Chico Mendes e deve funcionar 24 horas por dia

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No início de abril, foi sancionada uma lei federal que prevê funcionamento em tempo integral de delegacias especializadas em atendimentos a vítimas de violência doméstica. Com reinauguração, unidade é a única do tipo no estado a funcionar em regime de plantão.

capa: Após reforma, Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Rio Branco volta a atender na Via Chico Mendes. — Foto: Reprodução/José Rodinei/Rede Amazônica.

A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) foi reaberta nesta quarta-feira (19) após uma reforma, e deve passar a funcionar 24 horas. Durante a reestruturação, a unidade funcionou na antiga Delegacia da 1ª Regional de Rio Branco, que fica no bairro Cadeia Velha.

Na cerimônia de reabertura, a titular da Deam, delegada Elenice Frez, afirmou que houve diversas mudanças, principalmente no espaço físico. Segundo ela, o local não era apropriado para receber as mulheres vítimas de violência.

“Nós não conseguíamos garantir privacidade em todos os atendimentos, o registro de ocorrência era feito de forma mais precária. Hoje nós temos aqui duas salas bem reservadas para fazer o registro de ocorrência. Temos salas pra atendimento individualizado. As dependências físicas hoje estão contemplando todas as necessidades de uma delegacia da mulher. Seja para as usuárias do serviço, seja para as nossas servidoras”, falou.

Frez falou ainda sobre o retorno dos atendimentos 24 horas na unidade. No início de abril, o presidente Lula sancionou duas leis que visam o combate à violência contra a mulher. Dentre elas, prevê-se o funcionamento 24 horas por dia de delegacias da mulher, incluindo finais de semana e feriados. Antes, os casos de violência contra mulher estavam sendo atendidos na antiga Delegacia da 1ª Regional de Rio Branco, que fica no bairro Cadeia Velha, em Rio Branco, por conta da reforma na nova unidade que agora funciona de forma ininterrupta.

“Isso é muito importante, é simbólico. A mulher se sente amparada a qualquer momento do dia ou da noite em que ela necessitar do serviço da Polícia Civil. Duas delegadas estarão trabalhando todos os dias no horário de expediente, sendo a delegada coordenadora e a delegada adjunta, e teremos cinco equipes que contam, cada uma delas, com um delegado, dois escrivães e seis agentes de polícia para atender demandas emergenciais”, comentou.

Funcionamento 24 horas

O Acre tem duas unidades especializadas, uma em Rio Branco, e outra em Cruzeiro do Sul. A delegacia da mulher na segunda maior cidade do estado funciona de 7h às 17h.

Já a Deam da capital, com a reforma, passa a atender em regime integral. Conforme publicado no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (19), agentes devem cumprir plantão de 12 horas diárias na unidade, que também vai atender crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica.

g1 havia questionado a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-AC), no dia em que Lula sancionou a lei de delegacias da mulher 24h, sobre como funciona para que atendimentos voltados à mulher sejam feitos nos demais municípios do estado. O diretor-operacional da secretaria, delegado Marcos Frank Costa e Silva, disse que já há uma diretriz da Polícia Civil voltada a fornecer maiores condições para o atendimento à mulher.

“O atendimento à mulher é 24h em qualquer delegacia do estado do Acre”, explicou Silva.

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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