OPINIÃO
App ‘Acreano Sacoleiro’ permite fazer compras sem sair de casa
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7 anos atrásem
Já pensou fazer a feira do mês sem precisar ir ao supermercado? Comprar produtos como arroz, feijão, macarrão, cerveja e até itens de sexy shop, sem perder horas no trânsito ou empurrando carrinho em supermercado. Essa é a principal proposta do aplicativo ‘Acreano Sacoleiro’.
O app será lançado até o final de julho, mas já está na boca do povo em Rio Branco. Além de comprar, o consumidor poderá comparar preços de um mesmo produto em vários estabelecimentos da capital.
A compra online através de sites e aplicativos já é tendência nacional. Porém, em Rio Branco, a iniciativa foi dos jovens empreendedores Henrique Mesquita e Leonardo Leite.
“A proposta é ter uma plataforma que otimize o tempo das pessoas, que ajude diretamente a sociedade e empresas que precisam fazer compras todo dia. A ideia é reduzir custos”, explica Mesquita.
O sistema de entrega será de responsabilidade de uma empresa especializada nesse tipo de serviço. Para o consumidor final, será cobrada uma taxa de entrega, além do valor total da compra.
“Não é nada exorbitante. A empresa trabalha com o valor de R$ 5,50 os primeiros 2,5 km. Se a corrida for menos que isso, a taxa vai ser R$ 5,50. A partir dessa distância é cobrado apenas R$ 0,75 para cada quilômetro rodado”, diz Leite.
Além de economizar tempo, o consumidor será informado do prazo de entrega ao finalizar a compra. As formas de pagamento aceitas serão cartão de crédito, cartão de débito e dinheiro à vista.
Segundo os empresários, até o momento, a plataforma possui cinco grandes lojas de Rio Branco cadastradas. A expectativa para o lançamento é grande, inclusive os empreendedores já receberam propostas para ampliar o atendimento para outros municípios.
“Nesse projeto, a pessoa tem acesso ao comparativo de preços, comodidade de não sair de casa e ainda vai ganhar tempo. Juntando tudo isso, com a praticidade muito grande, brilha o olho de todo mundo”, conta Leonardo ao destacar que o app também reduz o custo dos lojistas. “Nosso aplicativo atende 1500 pessoas simultaneamente. Já a loja precisa de uma estrutura milionária para atender essa demanda. A aceitação é muito boa”.
O aplicativo está em fase de cadastramento de produtos, mas ainda não existe data exta de lançamento. O ‘Acreano Sacoleiro’ será gratuito e compatível com os sistemas Android e IOS.
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OPINIÃO
Opinião: Uma parlamentar trans como presidente da Comissão dos Direitos da Mulher na Câmara Federal
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3 meses atrásem
28 de março de 2026O caso da deputada federal trans Erika Hilton (SP), eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara Federal e contestada por algumas parlamentares de origem biológica feminina, merece reflexão.
Há distinção entre condição biológica e identidade de gênero. O sexo biológico refere-se a características naturais como cromossomos, órgãos reprodutivos e hormônios. Já a identidade de gênero diz respeito à forma como a pessoa se reconhece e se apresenta socialmente.
No campo jurídico, o Brasil assegura às pessoas trans o direito de serem tratadas conforme sua autopercepção de gênero. Isso significa que, legalmente, uma mulher trans é reconhecida como mulher — embora essa definição não corresponda à esfera biológica.
É legítimo — e não proibido — que algumas pessoas não se sintam representadas por indivíduos trans, como demonstrou a deputada federal Chris Tonietto (RJ).
O bom senso sugere que cargos de representação feminina sejam ocupados por mulheres de origem biológica feminina, e o mesmo princípio poderia valer para os homens. A identidade de gênero, embora deva ser respeitada, não pode se sobrepor à maioria formada por homens e mulheres em sua essência biológica.
A sociedade avançou ou retrocedeu ao acolher pessoas trans em espaços de destaque? Eis a questão. É fato que hoje há maior visibilidade de indivíduos trans, mas isso ainda constitui uma situação particular, não uma regra. Por outro lado, é compreensível que muitas mulheres se sintam desconfortáveis em dividir espaços íntimos, como banheiros, com pessoas trans.
Representantes do movimento LGBTQIA+ afirmam que os seres humanos são complexos. Outros, porém, questionam se não seria mais complexo o pensamento de quem rejeita sua própria condição biológica. É evidente que psicologicamente ninguém é igual.
A sociedade brasileira, composta por mais de 221 milhões de habitantes, não foi consultada sobre o reconhecimento das mulheres trans. O que existe é uma construção jurídica que garante seus direitos. Trata-se, portanto, de uma minoria socialmente reconhecida.
Se alguém se identificar psicologicamente como uma loba, por exemplo, não há obrigação de aceitarmos essa identidade no convívio social. O argumento filosófico de que “tudo muda”, inspirado em Heráclito, é apenas uma perspectiva entre tantas. Ou seja, um ponto de vista.
Mudanças de paradigmas sociais não podem ignorar o equilíbrio e a natureza humana: para muitos, homem continua sendo homem e mulher continua sendo mulher. Ou seja, a base biológica deve ser considerada.
Filosofar como se houvesse obrigação de aceitar todas as transformações comportamentais propostas por grupos minoritários é um equívoco diante da maioria que se posiciona contrária à equiparação plena das pessoas trans.
Não se trata de nostalgia por tecnologias antigas, como a máquina de escrever, visto que ela permanece útil quando falta energia elétrica, mas de rejeitar a ideia de que uma exceção possa ser transformada em regra.
Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC
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A votação dessas duas propostas foi definida na reunião de líderes feita na manhã desta terça-feira, 3, e passou também pela aprovação de outro projeto que cria institutos federais de ensino – um deles em Patos (PB), cidade de nascimento e reduto eleitoral de Hugo Motta (Republicanos-PB).
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