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Aprovado: SUS vai pagar reconstrução dentária para mulheres vítimas de violência doméstica

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Michael Sheen usou uma brecha no sistema financeiro para quitar as dívidas abusivas dos moradores da cidade onde nasceu. Que cara! - Foto: Bindl/Getty Images

Apoio para mulheres vítimas de violência doméstica no Brasil. O Senado acaba de aprovar um Projeto de Lei que obriga o SUS a garantir a reconstrução dentária para mulheres que sofreram agressões. A proposta agora segue para sanção presidencial e entra em vigor assim que for assinada pelo presidente Lula.

Clínicas e hospitais públicos ou conveniados ao SUS (Sistema Único de Saúde) deverão assegurar o atendimento e assistência integral a essas vítimas. Também há a previsão de parcerias com universidades, faculdades e centros de pesquisas.

A violência doméstica é um dos mais graves problemas sociais e de saúde pública no Brasil. Só em 2023, mais de 1,2 milhão de mulheres foram vítimas de agressões físicas, feminicídios e abusos psicológicos.

Dentistas aplaudem

Dentistas, consultados pelo Só Notícia Boa, aplaudem a iniciativa. Segundo eles, os tratamentos para essas vítimas têm de ser analisados individualmente. Mas garantem que envolvem uma equipe multiespecializada dentro da odontologia.

São odontólogos que atuam em radiologia (que faz exames de imagem), endondontia, cirurgia, dentística, prótese e implantes. Em geral, de acordo com os profissionais, os valores podem ir de R$ 5 mil a R$ 30 mil.

Tratamentos de reconstrução, conforme cada caso, podem durar de três a seis meses. Os dentistas afirmaram que há condições de atendimento em todas as unidades da federação. Pela iniciativa aprovada, serão feitas próteses, reabilitação estética e cirurgias reconstrutivas.

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Parcerias com universidades

A proposta aprovado no Senado prevê parcerias com universidades e centros de pesquisa para aprimorar os atendimentos odontológicos oferecidos.

Todas as faculdades e universidades em que há cursos de odontologia são oferecidos serviços à comunidade chamados de clínicas-escolas.

Nessas clínicas-escolas, os futuros dentistas fazem procedimentos odontológicos sob orientação dos professores.

Proposta do Senado

A proposta aprovado pelo Senado foi apresentada pela deputada Simone Marquetto (MDB-SP)e relatada pela senadora Dra. Eudócia (PL-AL), ambas muito ligadas ao combate à violência contra a mulher.

Entre as agressões mais comuns, os traumatismos faciais e dentários estão entre os mais recorrentes, deixando marcas físicas e emocionais profundas.

A perda de dentes, por exemplo, afeta não apenas a estética, mas também a mastigação, a fala e a autoestima, dificultando a reintegração social das vítimas.

Avança Brasil!

Dentistas consultados pelo Só Notícia Boa aplaudem a iniciativa de haver financiamento público para o tratamento de reconstrução dentária das mulheres vítimas da violência doméstica. Foto: Agência Brasília Dentistas consultados pelo Só Notícia Boa aplaudem a iniciativa de haver financiamento público para o tratamento de reconstrução dentária das mulheres vítimas da violência doméstica. Foto: Agência Brasília



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

Mais informações

 



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