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Arcane’s season two review: a revolutionary powderkeg

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The first season of Netflix and Riot’s Arcane animated series fashioned disparate pieces of League of Legends lore into a beautiful, devastating tale about a society on the brink of collapse. The show infused each of its characters with a depth and complexity that felt unlike anything Riot had done elsewhere in the longrunning franchise. And its commitment to telling its own story made it remarkably easy for new fans to dive in.

There’s a density to Arcane’s second season that feels reflective of the show’s creative team working to bring this juggernaut of a story to a satisfying end in just nine short episodes. Especially since it has been three years since season 1, you might need a refresher on how things became so dire for the citizens of Piltover and Zaun. But while the new season drops you right back into the chaos in a somewhat disorienting way, it does an excellent job of weaving together the many different threads of Arcane’s powerful legend.

Arcane’s first season ended with a literal bang — an explosive attack from Jinx (Ella Purnell) on the elite council members of Piltover just as they were about to sign a peace treaty that would have brought an end to their war on the impoverished people of Zaun. Though Jinx’s attack was rooted in years of personal psychological torment and her growing up as part of Zaun’s abused, disenfranchised underclass, it was a moment that made her sister Vi (Hailee Steinfeld) see truly her as a terroristic monster. It wasn’t clear who might emerge from the smoking rubble in the end, but there was no question about how much harder Piltover would retaliate with its dangerous Hextech weapons.

Arcane’s second season picks up in the immediate aftermath of the attack to emphasize the sheer amount of destruction Jinx caused in her crusade to make Piltover pay for its history of injustices. With so many of Piltover’s political leaders dead, the city’s priorities and its balance of power have to shift in ways that feel necessary to Vi and other survivors like enforcer Caitlyn Kiramman (Katie Leung). But while the new season takes some time to make you appreciate the magnitude of Piltover’s loss, it pushes this act of Arcane’s story into motion by exploring how oppressive societies create the monsters they ultimately come to hate and fear.

Everyone suffers as Arcane moves its characters into a new phase of conflict, but the show uses Vi and Jinx in particular to highlight how profoundly war can unmoor people from their senses of self. It’s easier for the sisters to let one another go than it is for either of them to see themselves in the other’s face. And when presented with chances to channel their feelings into action, it seldom occurs to them how fighting just to hurt the other side is guaranteed to cause self-inflicted wounds.

Arcane repeatedly echoes that idea as it briskly shifts focus to the rest of its cast and brings the devastating danger of Hextech into sharp focus. Inventor Jayce Talis (Kevin Alejandro) and politician Mel Medarda (Toks Olagundoye) can understand the gravity of the escalation her warhawk mother Ambessa (Ellen Thomas) is hungry for. But that foresight can only do so much to keep the calls for a full-on invasion of Zaun at bay.

Arcane’s second season uses the rising tension and Jayce’s fears about what he has helped create to delve deeper into the magical mysteries of Hextech with a subplot that zooms far out into new realms of the League of Legends universe. It’s another way the show reinforces its ideas about actions coming with consequences that aren’t immediately obvious up close. And in some of Arcane’s characters, it crystalizes how heavy a price the planet can pay as humanity wages war.

Hextech also features largely in most of this season’s more visually stunning set pieces, which are once again truly the show’s greatest strength. Though the show as a whole is still utterly gorgeous, the action feels even more brutal this time around. On occasion, the “cool” needle drops feel a bit tone deaf because of how frank Arcane is trying to be in its depiction of a society tearing itself apart. But that has always kinda been Arcane’s vibe, and the season really leaning into it will likely appeal to hardcore fans.

Because the stakes are even higher and all of Arcane’s players are now fully locked into the war, this season’s first three episodes often feel more narratively dense and like they’re moving at a much faster pace. That might be more exhausting if the season was dropping all at once, but Netflix has smartly chosen to split it up into three separate acts set to debut through the end of the month. We won’t know until the end of November just how Arcane’s creators intend to bring this story to a close and whether it might set the stage for whatever’s coming next for the franchise. But this first act is a strong opener for Arcane’s final chapter.

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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