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As batalhas do Zimbábue auxiliam na escassez de picadas de seca – DW – 05/03/2025

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As batalhas do Zimbábue auxiliam na escassez de picadas de seca - DW - 05/03/2025

Buhera, IN Zimbábue’s O leste de Manical e Província, não é estranho a secas frequentes. Freqüentemente, apenas ajuda adicional do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PAM) obtém essas comunidades.

Enny Nyashanu, uma avó de 83 anos, se beneficia de apostilas de alimentos do WFP.

“Nossa região é propensa à seca. As agências de ajuda vêm em nosso socorro todos os anos quando as culturas falham. Não podemos continuar a confiar na ajuda”, diz Nyashanu.

Suas palavras revelam uma preocupação existencial de longa data que foi lançada em uma realidade preocupante em 2025. Famílias na África Austral, como o Nyashanu, medo de sua sobrevivência nos próximos anos se a ajuda americana for completamente retirada. Ordenando -se, o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA), que depende do financiamento americano para quase metade do seu orçamento, fechou seu Bureau da África do Sul, pois a agenda “America First” do governo Trump reduz a ajuda.

O movimento repentino ocorreu apesar de um El Nino induzido seca causando o Lesoto, Malawi, Zâmbia, Zimbábue e Namíbia a declarar desastres nacionais em 2024. O PAM já estava com pouco financiamento, tendo levantado apenas um quinto dos US $ 400 milhões necessários para resposta à seca em sete países no ano passado.

Seca severa no Zimbábue ameaça milhões com fome

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Aparelhos de WFP para restrições adicionais de financiamento

O porta -voz regional do PAM, Tomson Phiri, disse que a agência executaria operações para a África Oriental e Austral de Nairobi.

“O objetivo é esticar cada dólar e direcionar recursos máximos para nossas equipes de linha de frente”, disse ele à DW, acrescentando que o fechamento não afetaria as operações de países na África Austral.

Ainda não está claro quanto financiamento o PAM perderá devido aos cortes de ajuda americana.

O Estados Unidos é o maior doador do PAM – que oferece assistência alimentar e em dinheiro às pessoas que sofrem de fome devido à escassez de culturas, conflitos e mudanças climáticas em todo o mundo. Em 2024, os EUA representaram US $ 4,5 bilhões em seu orçamento de US $ 9,8 bilhões.

O PAM diz que, em geral, mais de 60% dos alimentos que ele compra é usado nas operações na mesma região em que foi comprado.

Separadamente, o governo Trump pretende reduzir mais de 90% dos contratos de ajuda externa da USAID e mais de US $ 58 bilhões em projetos gerais de assistência americana em todo o mundo.

Caixas de material da USAID em um armazém no Zimbábue
O governo Trump reduziu o orçamento da USAID, dizendo que não está alinhado com seus objetivos de política externaImagem: Privilégio Musvanhiri/DW

O PAM alertou a “escala dessa interrupção ressalta as conseqüências de longo alcance da pausa de financiamento sobre os esforços globais de assistência alimentar” e acrescentou que ainda estava avaliando o impacto de beneficiários vulneráveis.

Em fevereiro, a pausa de financiamento de ajuda externa dos EUA interrompeu cerca de 507.000 toneladas de ajuda alimentar, avaliadas em mais de US $ 340 milhões – apesar da existência de uma renúncia à assistência alimentar de emergência.

Perspectiva positiva para a região

Apesar dos padrões de chuva irregulares experimentados em dezembro a janeiro, alguns países da África Austral estão antecipando uma boa colheita.

De acordo com as avaliações do Banco Mundial, países como o Zimbábue devem registrar 6% de crescimento econômico impulsionado pela recuperação agrícola prevista em 2025. A agricultura continua sendo a espinha dorsal da economia do Zimbábue e sua recuperação tem um impacto positivo em outros setores.

Os zimbabuanos estão perto de um mal de ajuda mundial do programa alimentar
Os residentes de Buhera no leste do Zimbábue estão procurando maneiras de prosperar sem ajuda externa Imagem: Privilégio Musvanhiri/DW

De volta a Manicaland, Enny Nyashanu diz que a prova climática e a construção de barragens para pequenos agricultores podem ser uma solução imediata para afastar sua comunidade com ajuda de doadores.

“As soluções locais agora são necessárias mais do que nunca”, disse Nyashanu à DW.

Mas os observadores dizem que reduzir a dependência excessiva da agricultura dependente da chuva é outra chave para soluções de longo prazo.

“Está claro que a região experimentará secas mais frequentes. É necessário investir mais em infraestrutura de irrigação para permitir que as pessoas cultivem alimentos, independentemente da mudança no clima”, disse Tomson Phiri, do PAM.

“Queremos ver isso sendo estendido além dos principais países produtores de alimentos, como a África do Sul. Conhecemos as ferramentas, os governos conhecem as ferramentas, tudo o que é necessário é a implementação”, acrescentou.

Os agricultores começaram a implementar métodos de agricultura de conservação e plantar culturas resistentes à seca. A longo prazo, espera -se que isso aumente a segurança alimentar e seja interrompida sobre a dependência da ajuda.

Enquanto o Zimbábue enfrenta a fome, alguns se voltam para Baobab para sobreviver

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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