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“As feministas que consideram as sentenças “muito leves” estão mais inclinadas à repressão do que as suas antecessoras? »

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J.Vejo pela televisão, neste dia 19 de dezembro, por volta das 13 horas, estas jovens feministas reunidas em frente ao tribunal de Avignon que cantam, logo após o fim do julgamento de Mazan, o hino do Movimento de Libertação das Mulheres escrito há mais de meio século. Com cinquenta anos de diferença, as temporalidades colidem. “Vinte anos para todos!” », exigiu uma faixa brandida por algumas feministas em frente ao tribunal, enquanto aguardava o veredicto. O tribunal penal de Vaucluse não seguiu este requisito, o que é de saudar.

O global refere-se ao totalitarismo; juízes de justiça democrática, caso a caso. Não há elogios à moderação da minha parte, mas sim uma tomada em consideração da complexidade das situações, dos seres, das vidas. Contudo, com exceção a sentença de vinte anos de prisão criminal pronunciada contra Dominique Pelicotorganizador do sórdido e terrível cenário construído contra a sua esposa, os comunicados da maioria das associações feministas lamentam as sentenças consideradas demasiado leves.

Perante estas reacções, não posso deixar de pensar nas décadas anteriores, nomeadamente na década de 1970, onde as feministas – eu fui uma delas – lutaram contra a violação, com palavras por vezes diferentes das de hoje, mas para dizer a mesma coisa: que a violação é um sinal do patriarcado, que não é o resultado de um alegado impulso sexual masculino irresistível, mas do poder, o da apropriação pelos homens dos corpos das mulheres, e que as mulheres devem parar com isso ter vergonha de denunciá-lo.

Julgamento nos julgamentos

A luta se desenvolveu a partir de 1975, logo após a vitória da votação pela liberalização do aborto com a votação da lei do Véu. Duas questões que preocupam todas as mulheres, dois medos, o da gravidez indesejada e o da violação. Lutar, mas como? Escrevendo colunas, inventando slogans, organizando manifestações? Foi útil, mas insuficiente para soar o alarme.

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre

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2026.09.24 Visita ao laboratório Charles Mérieux (2).jpg

A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.

O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.

A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre

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2026.09.25 Visita da Academia Acreana de Letras (2).JPG

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.

As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.

“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”

O presidente da AAL, José Dourado de Souza, ressaltou a relevância da aproximação com a Ufac. “Ficamos muito felizes em prestar essa homenagem ao reitor Josimar, uma pessoa de muita experiência e aberta ao diálogo. A academia busca esse apoio institucional e de materiais para continuar promovendo eventos culturais e ações nas escolas.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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