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As pessoas que não vão celebrar a chegada de 2025 – 30/12/2024 – Cotidiano

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Chegou o Ano Novo para muitas pessoas… mas, para outras, não.

Enquanto muita gente comemora a chegada de 2025, há outros calendários em uso no mundo todo que indicam um ano completamente diferente.

O fato é que estamos entrando no ano de 2025 de acordo com o calendário gregoriano, que é adotado na prática pela maior parte dos países.

Esse calendário, baseado no ciclo solar, foi introduzido pelo papa Gregório 13 em 1582.

E surgiu como uma reformulação do calendário juliano, criado pelo líder romano Júlio César, que correspondia à rotação da Terra ao redor do Sol, mas não era tão preciso.

Até então, muitos países cristãos celebravam o Ano Novo em 25 de março, data que marca a aparição do arcanjo Gabriel à Virgem Maria, mas o Papa Gregório restabeleceu o 1º de janeiro como início oficial do ano.

Há, no entanto, outros calendários em uso ao redor do mundo.

Calendário judaico

É um costume judaico mergulhar um pedaço de fruta no mel no Ano Novo

Pelo calendário judaico, estamos no ano 5784.

E, de acordo com ele, o Ano Novo é celebrado no fim de setembro, durante o chamado mês de Tishrei.

Há, na verdade, quatro calendários diferentes no judaísmo, incluindo um dedicado às árvores.

O de Tishrei se refere ao aniversário da criação do universo.

Trata-se de um calendário lunissolar, ou seja, que leva em consideração os ciclos do Sol e da Lua.

É costume mergulhar um pedaço de fruta no mel para ter um ano novo doce.

Mas também é tempo de penitência e reflexão.

Um dos rituais, chamado Tashlich, consiste em jogar migalhas de pão na água corrente para simbolizar a purificação dos pecados.

Calendário islâmico

De acordo com o calendário islâmico ou hegírico, estamos no ano 1445, que começou em agosto.

O calendário islâmico data de quando o profeta Maomé fugiu da cidade de Meca para Medina.

É um calendário baseado nos ciclos da Lua. É por isso que as datas de todos os rituais islâmicos variam.

Embora as pessoas celebrem o ano novo hegírico, o calendário gregoriano é o oficial na maioria dos países árabes.

Calendário chinês

Assim como o calendário judaico, o tradicional calendário chinês também é lunissolar. E o ano novo chinês cai numa data diferente a cada ano.

Em 2024, por exemplo, foi celebrado no dia 10 de fevereiro. Já em 2025, será celebrado em 29 de janeiro.

Cada ano recebe o nome de um dos 12 animais do horóscopo chinês, que têm um papel importante na cultura do país.

O próximo ano será o ano da serpente.

O ano novo chinês também é conhecido como Festival da Primavera.

É um feriado de uma semana e remonta à Antiguidade.

Coreia do Sul

O Ano Novo lunar é comemorado em muitos países asiáticos, como a Coreia do Sul.

Os sul-coreanos comemoram o ano novo duas vezes.

O primeiro dia do tradicional ou “antigo” calendário lunar coreano é chamado Seollal.

Assim como na China, é um dos maiores feriados do ano e será comemorado em 29 de janeiro.

Mas os sul-coreanos também celebram 1º de janeiro como o “novo” ano novo, de acordo com o calendário gregoriano, introduzido na Coreia no fim do século 19.

Mas sua instituição é mais uma questão simbólica e administrativa.

Coreia do Norte

Na Coreia do Norte, por outro lado, nenhum deles é considerado um feriado importante.

Eles colocam o ano novo em segundo plano em relação aos feriados socialistas.

Índia

Na Índia, por sua vez, há bem mais de duas datas.

Os hindus de diferentes partes do país celebram o ano novo com base em seus próprios calendários – que podem seguir os ciclos solar, lunar ou ambos.

O ano novo Tamil, que é comemorado principalmente no estado indiano de Tamil Nadu, no sul da Índia, geralmente cai no dia 14 de abril.

E, geralmente, é perto ou na mesma data do ano novo bengalês, birmanês e cingalês.

O calendário Tamil mais comum compreende ciclos de 60 anos.

Persa

Para os iranianos, estamos no ano 1403.

O Ano Novo persa é comemorado no equinócio da primavera, mais precisamente, no primeiro dia da estação, quando a luz solar incide da mesma forma sobre os dois hemisférios, fazendo com que os dias e as noites tenham a mesma duração (12 horas cada).

O calendário é baseado no movimento da Terra ao redor do Sol.

E o ano novo ou Nowruz, que significa novo dia em persa, geralmente cai por volta de 20 de março.

O Nowruz é comemorado há mais de 3 mil anos, não apenas pelos iranianos, por outras comunidades também.

Para celebrar, eles preparam uma mesa decorada com sete itens simbólicos, e os jovens visitam o membro mais velho da família por respeito.

Esta reportagem foi publicada originalmente em 1° de janeiro de 2020.



Leia Mais: Folha

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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