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Astrologia: Previsões de 12 a 18 de janeiro de 2025 – 12/01/2025 – Astrologia
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1 ano atrásem
Vanessa Tuleski
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A primeira Lua cheia de 2025, em câncer, marca a semana com emoções intensas e tensão. A oposição entre Sol e Marte evidencia o conflito entre impulsividade e maturidade, pedindo equilíbrio nas reações.
Já a quadratura entre Vênus e Júpiter pode trazer exageros, mas Saturno ajuda a conter esses excessos. Aspectos favoráveis de Netuno, Urano e Mercúrio trazem criatividade e inovação, enquanto a aproximação entre Sol e Plutão intensifica um clima de transformação.
OPOSIÇÃO SOL/MARTE: AGITAÇÃO E IRRITABILIDADE
Durante a semana, o Sol em capricórnio faz oposição a Marte retrógrado em câncer, trazendo um clima de agitação e irritabilidade. O Sol em capricórnio aciona o senso de responsabilidade, mas o trânsito de Marte em câncer pode intensificar reações impulsivas diante de pequenas contrariedades.
No coletivo, essa oposição aumenta o risco de agressões, incêndios e acidentes. Notícias recentes, como os incêndios na Califórnia e acidentes rodoviários e aéreos, refletem essa tendência.
No cotidiano, é essencial redobrar a atenção para evitar cortes, quedas, queimaduras solares e outros acidentes domésticos. Cautela será indispensável nos próximos dias.
LUA CHEIA EM CÂNCER: IMPACIÊNCIA X MATURIDADE
A primeira Lua cheia de 2025 acontece na segunda-feira (13) e se estende até a próxima Lua nova, em 29 de Janeiro. Marcada pela oposição entre Lua e Marte em câncer e o Sol em capricórnio, ela traz um cenário de tensão emocional e necessidade de equilíbrio.
De um lado, temos a maturidade do Sol em capricórnio; do outro, a irritabilidade e impaciência intensificadas pela Lua e Marte em câncer. Essa combinação pode gerar momentos de instabilidade, onde reações impulsivas são seguidas de arrependimento.
No dia a dia, é importante cuidar das emoções sem cair em exageros. Apesar da insegurança que câncer pode trazer, Marte pede ação, enquanto o Sol em capricórnio oferece disciplina para seguir em frente, mesmo com incertezas.
Essa Lua cheia é um convite para acolher as emoções e lidar com os desafios com maturidade, equilibrando coração e razão.
QUADRATURA VÊNUS/JÚPITER: RISCO DE EXAGEROS
Até quinta-feira (16), a quadratura entre Vênus em peixes e Júpiter em gêmeos traz um alerta para os excessos.
Com dois planetas associados ao prazer em tensão, há uma tendência de “enfiar o pé na jaca” em diferentes áreas, como alimentação, gastos financeiros, comportamento e relações.
Resistir pode ser difícil, mas é importante tentar não ultrapassar limites pessoais.
VÊNUS/SATURNO: CONTROLE E REFLEXÃO
A partir de quarta-feira (15), a conjunção de Vênus com Saturno traz um contraponto aos impulsos. Saturno, conhecido por sua energia disciplinadora, ajuda a refletir sobre os excessos.
Por exemplo, evitar esbanjar em um momento com gastos financeiros obrigatórios, como matrículas e impostos. Ou ainda, evitar impulsos alimentares que podem prejudicar a saúde e autoestima.
Reavaliando as relações
Esse aspecto também favorece uma revisão dos relacionamentos. Com a Lua cheia elevando a sensibilidade, interações podem ser testadas pela correria e pela pressão.
A quadratura de Vênus com Júpiter pode gerar desequilíbrios em parcerias, seja aceitando desmandos ou exercendo domínio.
No entanto, com Saturno, há oportunidade de ajustar dinâmicas de forma madura. Se algo incomodar, abrir um diálogo será essencial para estabelecer limites e buscar harmonia.
SOL, NETUNO E MARTE: PAUSA PARA RESPIRAR
Em uma semana de tensão, Netuno surge como um alívio ao formar sextil com o Sol e trígono com Marte ao longo da semana. Esse aspecto favorece momentos de autocuidado e relaxamento, mesmo no meio da correria.
Reservar um tempo para rir, apreciar arte ou se reconectar com o que traz leveza será essencial.
SEXTIL MARTE/URANO: CRIATIVIDADE EM ALTA
A conexão entre Urano e Marte estimula a criatividade durante toda a semana. Esse aspecto favorece a busca por soluções inovadoras e caminhos alternativos para lidar com situações desgastantes.
SEXTIL MERCÚRIO/VÊNUS: COMUNICAÇÃO E SEDUÇÃO
A partir de terça-feira (14), Mercúrio em sextil com Vênus melhora a comunicação, tornando as interações mais amigáveis. É um momento favorável para conversas, negociações e atividades comerciais, com maior facilidade para encontrar acordos.
SEXTIL MERCÚRIO/SATURNO: OBJETIVIDADE EM ALTA
Na sexta-feira (17), Mercúrio em capricórnio forma sextil com Saturno, trazendo racionalidade e frieza em uma semana emocionalmente intensa.
Esse aspecto é ideal para buscar aconselhamento de profissionais como médicos ou advogados, além de facilitar decisões importantes com clareza e maturidade.
PREPARE-SE PARA A CONJUNÇÃO SOL/PLUTÃO
A semana termina com a aproximação entre o Sol e Plutão, cuja conjunção começa na sexta-feira (17) e alcança seu ápice na terça-feira (21). Esse é um aspecto que traz à tona questões profundas, muitas vezes ligadas a crises, mas que também carrega o potencial de renascimento.
No âmbito coletivo, a energia é mais densa, com possibilidade de aumento da criminalidade. Portanto, é importante adotar uma postura cautelosa nos próximos dias.
Como isso age na sua vida?
Com Sol e Marte marcando presença no céu da semana, entender quais áreas do seu mapa astral estão sendo ativadas é essencial para compreender como esses planetas influenciam seu momento atual.
Para isso, siga o passo a passo
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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