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Astronautas da Nasa iniciam retorno à Terra após 9 meses – 18/03/2025 – Ciência
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Às 2h05 desta terça-feira (18) uma cápsula Crew Dragon desacoplou da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). Nela, viajam os astronautas da Nasa Barry Eugene Wilmore, 62, e Sunita Williams, 59, que se despedem do laboratório nove meses após terem chegado para uma missão originalmente de oito dias.
Dividem a cápsula com eles o astronauta Nick Hague, também da Nasa, e o cosmonauta Alexandre Gorbounov. Os dois últimos ficaram menos tempo na estação, cinco meses. Eles viajaram em setembro à ISS na nave da SpaceX com dois assentos vazios reservados para Wilmore e Williams.
Wilmore e Williams estão voltando para a Terra numa nave da SpaceX, mas partiram rumo ao espaço em 5 de junho do ano passado em uma cápsula CST-100 Starliner. Aquele voo foi a estreia da nave desenvolvida pela Boeing em uma missão tripulada.
Mas alguns problemas na Starliner, ainda a caminho da ISS, inicialmente estenderam a missão. E, mais tarde, culminaram a decisão da agência espacial americana de decidir que ela voltaria vazia para a Terra e que os seus astronautas retornariam depois em uma outra nave, da SpaceX, de Elon Musk.
Relembre os principais momentos da missão que começou com um feito da Boeing, que foi a segunda empresa do mundo a mostrar a capacidade de levar astronautas à órbita em um veículo próprio, e termina com os astronautas regressando à Terra na nave de sua concorrente. A previsão é que a nave pouse no mar às 18h57 desta terça (18).
5 de junho de 2024
No topo de um foguete Atlas 5, fabricado pela United Launch Alliance (ULA), a cápsula Starliner CST-100 é lançada de Cabo Canaveral, na Flórida (EUA), às 11h52 (de Brasília). A bordo estão Wilmore e Williams, comandante e piloto da missão, respectivamente. É a estreia da Starliner em voo tripulado, e a Boeing torna-se a segunda empresa do mundo a lançar astronautas à órbita em um veículo próprio.
6 de junho
Durante o voo são identificados vazamentos de hélio no sistema de propulsão, o que inutilizou 5 dos 28 propulsores usados para manobrar a cápsula no espaço —a cápsula utiliza hélio para adicionar pressão ao propelente dos propulsores. A falha atrasa a acoplagem da Starliner a ISS, que acaba sendo feita. Wilmore e Williams se juntam aos sete tripulantes da ISS —quatro americanos e três russos. A previsão é que a missão da dupla dure oito dias.
12 de junho
A Nasa e a Boeing anunciam que a missão retornaria à Terra em 18 de junho. Antes, o dia originalmente programado era o 14 daquele mês. O motivo da mudança é a necessidade de mais tempo para examinar os problemas na nave.
14 de junho
Uma nova data para a volta é anunciada: 22 de junho.
21 de junho
A nova previsão de retorno passa a ser 26 de junho.
26 de junho
A missão fica sem uma data definida para regressar à Terra.
28 de junho
Enquanto engenheiros analisam os propulsores da cápsula, a Nasa e a Boeing negam que Wilmore e Williams estejam presos ou abandonados na ISS.
“Não estamos presos na ISS“, diz Mark Nappi, gerente do programa Starliner, durante uma entrevista coletiva.
“Quero deixar muito claro que Barry e Sunita não estão abandonados no espaço”, afirma Steve Stich, gerente do programa de tripulação comercial da Nasa. “Nosso plano é trazê-los de volta na Starliner e levá-los para casa no momento certo.”
10 de julho
Em sua primeira entrevista coletiva, Wilmore e Williams dizem estar confiantes na capacidade da Starliner de levá-los de volta à Terra.
“Tenho um pressentimento muito bom no meu coração de que esta nave espacial nos trará para casa, sem problemas”, diz Williams.
“Estamos absolutamente confiantes”, afirma Wilmore. “Aquele mantra que você ouviu: o fracasso não é uma opção.”
6 de agosto
Nasa anuncia adiamento de voo de rotina de astronautas à ISS em um mês, na missão Crew-9, para dar mais tempo para a definição de um plano para a Starliner.
7 de agosto
Nasa admite concretamente a possibilidade de levar Wilmore e Williams de volta à Terra em uma cápsula Crew Dragon, da SpaceX. Até então, a agência só havia falado genericamente em “planos de contingência”, sem especificar detalhes.
24 de agosto
Nasa anuncia que seus dois astronautas vão regressar à Terra em uma cápsula Crew Dragon, da SpaceX, concorrente da Boeing, em fevereiro de 2025.
“A Nasa decidiu que Butch e Suni vão retornar com a Crew-9”, afirma o administrador da agência espacial americana, Bill Nelson, na abertura da entrevista coletiva, referindo-se aos astronautas pelo apelido deles.
Nelson mencionou a importância do foco na segurança e lembra os acidentes com os ônibus espaciais Challenger (1986) e Columbia (2003) para destacar a mudança de cultura interna que emergiu dessas tragédias.
7 de setembro
À 1h01 (de Brasília), a Starliner pousa vazia no no deserto de White Sands, no Novo México, EUA. A cápsula da Boeing, que desacoplou da ISS às 17h04 do dia anterior, é a primeira americana projetada para realizar a descida em terra firme –todas as demais, do passado e do presente, faziam amerissagens (pousos no mar).
19 de setembro
Williams celebra seu aniversário na Estação Espacial. Ela completou 59 anos.
29 de setembro
A cápsula Crew Dragon acopla à ISS, um dia após ser lançada em um foguete Falcon 9, de Cabo Canaveral. Viajam na nave espacial da SpaceX apenas o astronauta Nick Hague e o cosmonauta Alexandre Gorbounov na missão Crew-9. Os outros dois assentos ficam vazios para, no retorno, serem ocupados por Wilmore e Williams.
14 de novembro
Nasa afirma que Williams está saudável e não tem nenhum problema médico. O pronunciamento, incomum, é motivado por notícias que sugeriam que a astronauta enfrentasse problemas de saúde durante sua estadia em órbita. As publicações, por sua vez, desencadearam rumores nas redes sociais.
18 de dezembro
Nasa adia para fim de março o retorno de Williams e Wilmore, mas não especifica uma data no mês. Ainda naquele mês, a dupla celebra o Natal na ISS.
29 de dezembro
Wilmore celebra seu aniversário na ISS. Ele completou 62 anos.
28 de janeiro de 2025
Em um post no X, Musk diz que Donald Trump pediu à SpaceX para trazer para casa “o mais rápido possível” Williams e Wilmore.
Horas depois, Trump, em uma postagem no site Truth Social, confirma o pedido, afirmando que “Elon em breve estará a caminho”, sem estabelecer um prazo para a viagem de retorno.
A exigência do republicano é uma intervenção incomum de um presidente dos EUA nas operações da Nasa.
29 de janeiro
Após a manifestação de Musk e Trump, a Nasa afirma que cumpriria o plano de retorno de Williams e Wilmore assim que fosse possível.
12 de fevereiro
Nasa troca a cápsula Crew Dragon a ser usada na Crew-10 rumo à ISS. A decisão antecipa o lançamento dessa missão, com quatro astronautas, de 25 para 12 de março.
O retorno de Wilmore e Williams depende da chegada desses integrantes da Crew-10. Com o envio deles, é possível manter a equipe americana da estação em níveis normais.
4 de março
Em entrevista coletiva, Wilmore e Williams dizem que a decisão de mantê-los todo esse tempo em órbita foi estritamente técnica.
“Do nosso ponto de vista, política não teve nenhum papel”, afirma Wilmore.
A declaração se contrapõe a uma afirmação de Musk, que disse no X que a gestão Biden havia mantido os astronautas na ISS por razões políticas.
16 de março
À 1h04, a Crew Dragon com os quatro astronautas da missão Crew-10 acopla à ISS, cerca de 29 horas depois de ser lançada em foguete Falcon 9 do Centro Espacial Kennedy da Nasa, na Flórida.
A Crew-10 é formada por dois astronautas da Nasa, Anne McClain e Nichole Ayers, um da Jaxa, Takuya Onishi, e o cosmonauta Kirill Peskov.
18 de março
Às 2h05, Wilmore e Williams deixam a Estação Espacial, nove meses após chegarem para uma missão inicialmente prevista para durar oito dias. Além deles, viajam na Crew Dragon o astronauta Nick Hague e o cosmonauta Alexandre Gorbounov.
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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.
As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.
Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva.
- Foto: Beatriz Guedes
A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.
A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares.

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Demanda da comunidade
A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.
A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.
“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.
Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets.

- Foto: Beatriz Guedes
A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.
Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.
Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.
“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.
Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.
Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.
“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.
Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.
A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.
Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.

- Foto: Beatriz Guedes
Troca de experiências
Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.
“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.
A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.
Tecendo Teias de Aprendizagem
A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.
Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.
Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.
“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.
A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

- Foto: Beatriz Guedes
Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura.

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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