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Ataque aéreo nigeriano contra bandidos mata civis por engano | Notícias da União Africana

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A Força Aérea Nigeriana inicia uma investigação depois que relatos dizem que pelo menos 15 pessoas morreram em um ataque aéreo no estado de Zamfara.

Um ataque aéreo contra gangues criminosas no noroeste da Nigéria matou acidentalmente civis, de acordo com autoridades e relatórios citando moradores locais.

Num comunicado no domingo, o porta-voz do governador do estado de Zamfara disse que a força aérea nigeriana durante o fim de semana teve como alvo os chamados bandidos, que matam aldeões e executam sequestros em massanas áreas do governo local de Maradun e Zurmi.

“Lamentavelmente, alguns membros da Força-Tarefa Conjunta Civil e vigilantes locais foram afetados durante a operação em Tungar Kara”, disse Sulaiman Bala Idris.

Ele acrescentou que os membros dos grupos locais de autodefesa foram “erroneamente identificados como bandidos que fugiam” da área de Zurmi.

As autoridades não forneceram um número exato de mortos, mas o residente Salisu Maradun foi citado pela agência de notícias Associated Press que contaram até 20 corpos, enquanto outros 10 estavam sendo tratados por ferimentos. Moradores também disseram à agência de notícias Reuters que pelo menos 15 civis, incluindo guardas de segurança locais, foram mortos.

A Força Aérea disse ter lançado uma “investigação abrangente” sobre o incidente e prometeu trabalhar “para minimizar e mitigar quaisquer danos aos civis e à infraestrutura civil”.

Acrescentou que a sua operação “eliminou com sucesso vários bandidos e levou à recuperação de algumas vítimas de sequestro”.

Nos últimos anos, a Força Aérea tem feito uso crescente de ataques aéreos no noroeste e centro da Nigéria contra grupos armados e gangues.

No entanto, os ataques aéreos mataram civis por engano em diversas ocasiões, incluindo em Dezembro de 2023, quando mais de 80 civis foram mortos durante uma reunião religiosa no norte do estado de Kaduna.

De acordo com a empresa de investigação SBM Intelligence, sediada em Lagos, os ataques aéreos militares acabaram por matar cerca de 400 civis desde 2017.



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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