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Guerra

Ataques a tiros nos EUA deixam 29 mortos em 12 horas

G1, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Um segundo ataque a tiros nos Estados Unidos matou 9 pessoas em Ohio na madrugada deste domingo (4), elevando para 29 o número de mortos por ataques do tipo no país em 12 horas. No sábado (3), outras 20 morreram quando um homem armado invadiu um supermercado no Texas.

O ataque em Dayton, Ohio, ocorreu pouco depois da 1h da manhã (2h em Brasília) perto de um bar na East Fifht Street, na região central da cidade. O atirador utilizava uma arma de calibre .223, utilizado pelo exército americano, além de recarregadores.

CRISE

Vídeos mostram enfrentamentos, violência e início de guerra civil na Bolívia; brasileiros vivem momento de tensão

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Veículos de comunicação vinculados ao governo divulgam que computação favorece a Evo, e que ele teria os pontos necessários para evitar um segundo turno.

Há rumores de que o governo Morales financia grupos violentos para promover sua defesa, através de confrontos e mobilizações nas ruas, pelas principais cidades do país, como Santa Cruz de La Sierra, Cochabamba e outras. 

Segundo a mídia governamental, vinculada ao governo de Evo Morales, o cálculo das eleições gerais consolidou na tarde de quinta-feira a vitória eleitoral de Evo Morales no primeiro turno. Afirmam que, com 99,98% da contagem e restando apenas 0,02, às 19:35,  a diferença entre o MAS e a Comunidade do Cidadão é de 10,57%, algo que não é mais reversível pelo apoio de Carlos Mesa, argumentam.

Esses veículos de comunicação, afirmam que as informações do corpo eleitoral indicam que o partido no poder tem 47,08% dos votos e CC, 36,51%, com um total de 34.547  registros computados de  34.555 . Faltam apenas 8 minutos para o cálculo e cinco foram cancelados.

Entretanto, essas notícias não são plenamente confiáveis, porque esses canais estão vinculados ao governo de Evo Morales, que almeja permanecer no poder.

Existem incidentes em várias regiões do país. Foto: APG News.

Existem incidentes em várias regiões do país. Foto: APG NEWS.

Segundo afirmam, os dados surgem justamente no momento de maior tensão na sede do governo, quando uma marcha massiva que desceu da cidade de El Alto e se juntou a outros setores exerce pressão em torno do Supremo Tribunal Eleitoral (TSE), alimentando o risco de novos confrontos com a polícia boliviana.

Pelas notícias divulgadas, hoje marca quatro dias de protestos realizados em várias das nove capitais do país, a mais forte de Santa Cruz, que marca um segundo dia de desemprego indefinido, com atos de violência entre apoiadores do partido no poder e aqueles que exigem a defesa do voto e da democracia

Resta saber o resultado da votação em Chuquisaca e a repetição da votação nas quatro mesas do Beni, mas isso não altera a diferença de mais de 10 pontos alcançados pelo MAS e que, de acordo com a regulamentação vigente, evitam uma nova votação.

Até o momento, existem pelo menos quatro oportunidades nas quais Evo Morales se declarou o vencedor das eleições gerais . Um, domingo à noite, do Burned Palace. Outro, em comunicado à imprensa após dois dias de silêncio; depois em um evento público em El Alto e hoje, em uma nova conferência de imprensa; em todos eles, ele fez isso sem que o cálculo chegasse ao fim.

Clique nos vídeos:

Enquanto os diferentes setores que denunciam uma “fraude” e antecipam que o protesto continuará até um segundo turno, são confirmados, conforme antecipado pela tendência da Transmissão de Resultados Eleitorais Preliminares (TREP), que após 23 horas de paralisia , mudou “inexplicavelmente”, favorecendo o partido no poder.

Há pelo menos oito feridos como resultado da violência. Em oito das nove capitais houve queimaduras nos ambientes estaduais , sete utilizadas pelo órgão eleitoral, enquanto a Polícia Boliviana é obrigada a “conter” as mobilizações.

Em meio a toda a atmosfera de tensão, Evo estrelou no dia de hoje fez uma concentração massiva em Cochabamba, onde disse que se cansou de ser acusado de ditador, ratificou sua vitória e antecipou a mobilização de seus setores relacionados. Por outro lado, o Comitê Cívico de Santa Cruz disse que está disposto a manter o desemprego “uma vida inteira se a democracia for respeitada” , enquanto La Paz se une à medida indefinida desde segunda-feira.

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ACRE

Estado do Acre aparece em lista de disputa de grupos criminosos

O Alto Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Dos pouco mais de 15.000 km com países da América Latina, 1.430 são com o Peru e 618 com a Bolívia, que estão praticamente abertas para o tráfico de drogas pelo Acre.

Uma matéria publicada no jornal O Estadão nesta semana, vem mostrando mais uma vez, que o estado do Acre está na mira de grupos criminosos a cada dia. Neste plano, a região Norte é o alvo de 17 facções, incluindo o PCC e Comando Vermelho (CV).

O motivo, seria as centenas de milhares de quilômetros de fronteiras abertas com países como a Colômbia, Bolívia e Peru, três dos maiores produtores de cocaína para o mundo. Nesse meio, o Acre se tornou um mero coadjuvante pela falta de uma polícia de prevenção e combate.

Cidade com Assis Brasil, com menos de 10 mil habitantes já registrou disputa sangrenta entre grupos de facção.

Nos últimos anos, no Acre, as redes sociais foram impactadas com cenas grotescas de mortes violentas, onde grupos matavam e esquartejavam seus ‘inimigos’, enquanto eram filmados. Essas filmagens diminuíram, mas, as mortes por arma de fogo continuaram, principalmente na Capital do Acre.

As disputas por espaços em várias cidades são registradas diariamente. Até mesmo com população abaixo de 10 mil habitantes, como a pequena Assis Brasil, localizada na tríplice fronteira acreana, já registrou uma chacina em junho de 2018.

Em 2018, o índice de violência chegou ao ponto de o Acre receber o título de um dos mais violentos da federação brasileira. Mesmo com promessas de que reduziria em 10 dias, a nova gestão não conseguiu em sete meses.

Acesso ao lado boliviano pela cidade de Brasiléia, no Acre.

Mas, promessas de uma política dura contra o crime, o Estado vem buscando apoio através do governo federal. Enquanto isso, crimes vem acontecendo na Capital e nas cidades de fronteira, por onde passa a maioria dos veículos roubados para serem trocados por armas e drogas que abastecem os grupos criminosos.

Voltando a matéria do jornal, segundo o relatório mundial do Escritório das Nações Unidas sobre drogas no patamar global, a produção alcançou o patamar histórico em 2016, o maior nível da história, com estimativa de 1.410 toneladas.

O Acre, segundo o meio, no cenário regional é o 3º com a menor população do Brasil, com 869 mil pessoas. Foi em 2017, o segundo mais violento com 63,9 homicídios por 100 mil habitantes – a taxa nacional naquele ano, diz o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foi de 30,8.

Acesso à Bolívia por Epitaciolândia, no Acre.

As fronteiras existentes nas cidades de Brasiléia e Epitaciolândia, no Acre, não possuem uma fiscalização a contento devido o baixo número de policiais, o que possivelmente levantou os olhos dos grupos criminosos para o Estado. Lamentavelmente, no ano de 2018, o governo federal tirou parte do dinheiro destinado para a PRF que ajudava no combate ao crime na BR 317.

O Brasil possui uma extensa fronteira. No total são 15.179 km de fronteiras com diversos países da América do Sul. O Brasil não possui fronteira com o Chile e com o Equador.

Mapa feito pelo Ministério Público do Acre onde monitora as possíveis rota do tráfico.2.048 km de fronteiras com o Peru e Bolívia com o Acre são alvos de traficantes.

As Fronteiras Brasileiras:

– Guiana Francesa: 655 km de fronteira, situada totalmente no estado do Amapá.

– Suriname: 593 km de fronteira, sendo no estado do Amapá (52 km) e no Pará (541 km).

– Guiana: 1.606 km de fronteira, sendo no estado do Pará (642 km) e Roraima (964 km).

– Venezuela: 1.492 km de fronteira, sendo em Roraima (954 km) e Amazonas (538 km).

– Colômbia: 644 km de fronteira, situada totalmente no território do estado do Amazonas.

– Peru: 2.995 km de fronteira, sendo no Amazonas (1.565 km) e Acre (1.430 km).

– Bolívia: 3.126 km de fronteira, sendo no Acre (618 km), Rondônia (1.342 km), Mato Grosso (780 km) e Mato Grosso do Sul (386 km)

– Paraguai: 1.339 km de fronteira, sendo no Mato Grosso do Sul (1.131 km) e Paraná (208 km).

– Argentina: 1.263 km de fronteira, sendo no Paraná (293 km), Santa Catarina (246 km) e Rio Grande do Sul (724 km).

– Uruguai: 1.003 km de fronteira, totalmente com o Rio Grande do Sul.

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