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Ataques israelenses matam seis em Gaza, exército emite nova ‘ordem de evacuação’ | Notícias do conflito Israel-Palestina

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Pelo menos seis pessoas foram mortas em ataques israelenses em Gaza em meio a uma nova chamada ordem de evacuação emitida pelas forças israelenses em um subúrbio da cidade de Gaza.

No domingo, os ataques israelitas mataram até agora uma pessoa em Nuseirat e duas em Maghazi, ambas no centro de Gaza, bem como três pessoas em Rafah, no sul de Gaza.

No norte de Gaza, sitiado pelas forças israelitas desde o início de Outubro, o Ministério da Saúde de Gaza disse que o Hospital Kamal Adwan foi atacado, ferindo o seu director, Hussam Abu Safia.

Num vídeo divulgado pelo ministério no domingo, Abu Safia disse que o ataque de drones israelitas “não nos impediria de completar a nossa missão humanitária e continuaremos a fazer este trabalho a qualquer custo”.

“Somos alvo de ataques diários. Eles me atacaram há algum tempo, mas isso não vai nos deter”, disse ele em sua cama de hospital.

O porta-voz da Defesa Civil de Gaza, Mahmoud Basal, disse à agência de notícias AFP que Abu Safia sofreu uma lesão nas costas e na coxa esquerda devido a fragmentos de metal, mas que agora se encontra em estado “estável” no hospital.

O Hospital Kamal Adwan é um dos três hospitais que mal funcionam no norte de Gaza depois que as forças israelenses detiveram e expulsaram a equipe médica e impediram a chegada de equipamentos médicos de emergência.

Reportando de Deir el-Balah, centro de Gaza, Hind Khoudary da Al Jazeera disse que o ataque a Abu Safia foi típico dos ataques israelenses a palestinos em unidades de terapia intensiva no norte de Gaza, incapazes de receber ajuda médica devido a um bloqueio.

“No norte da Faixa de Gaza não há equipas de defesa civil, ambulâncias ou paramédicos. Isto também está a aumentar a miséria, porque mesmo que alguém tenha a oportunidade de ajudar a resgatá-lo, não há equipas para o ajudar ou salvar a sua vida”, disse Khoudary.

Nas últimas semanas, Israel disse que facilitou a entrega de suprimentos médicos e de combustível ao norte de Gaza, mas a quantidade de ajuda recebida ainda está abaixo das necessidades dos residentes.

Em Jabalia, Beit Lahiya e Beit Hanoon, cidades no norte de Gaza que estão a ser fortemente atacadas, residentes disseram à agência de notícias Reuters que as forças israelitas explodiram centenas de casas nos últimos ataques.

Os palestinos em Gaza dizem que as táticas israelenses parecem estar direcionadas ao despovoamento completo da área e à criação de uma zona tampão, uma afirmação negada por Israel.

O Ministério da Saúde de Gaza disse no domingo que pelo menos 44.211 pessoas foram mortas em ataques israelenses e 104.567 outras ficaram feridas.

Deslocamento forçado

Enquanto isso, o exército israelense emitiu ordens de evacuação no subúrbio de Shejaia, no leste da cidade de Gaza, no domingo.

“Para sua segurança, você deve evacuar imediatamente para o sul”, escreveu o porta-voz do exército, Avichay Adraee, no X.

O discurso de Adraee ocorreu depois que o Hamas reivindicou uma salva de foguetes no sábado, que disse ter como alvo uma base do exército israelense na fronteira.

Nas redes sociais, imagens mostraram palestinos saindo de Shejaia em carroças puxadas por burros e riquixás em direção ao sul de Gaza.

Desde o início da guerra, há 13 meses, Israel emitiu várias ordens de evacuação, obrigando sempre os palestinianos a deslocarem-se de locais anteriormente designados como “zonas seguras”.

As ordens foram criticadas por serem efetivamente equivalentes ao deslocamento forçado de palestinos.



Leia Mais: Aljazeera

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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre

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Entrega de notebooks e PCs (2).jpg

A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”

Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac propõe criação do curso de Psicologia no campus Floresta — Universidade Federal do Acre

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Reunião no DF-2026.08.25 (2).jpeg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com o secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Marcus Vinícius David, e a equipe da Secretaria de Educação Superior (Sesu), nessa terça-feira, 25, em Brasília. A pauta foi a formalização da proposta de criação do curso de Psicologia no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A expectativa da universidade é de que o curso possa ser ofertado a partir de 2027.

O reitor destacou que o Vale do Juruá não dispõe de formação superior com esse perfil e que profissionais que atuam na região muitas vezes vêm de Rio Branco ou de outros Estados. A avaliação da gestão é de que existe demanda por psicólogos tanto no atendimento pelo Sistema Único de Saúde quanto no setor privado.

A criação do curso integra as possibilidades do Programa Universidades Transformadoras e, de acordo com o reitor, foi uma das demandas apontadas durante o processo eleitoral da atual gestão “Seria uma oportunidade para os filhos, os jovens que estão saindo do ensino médio, que têm o sonho de caminhar nessa área da saúde e se formar em Psicologia”, pontuou Josimar.

Na agenda com o MEC, também foram apresentadas outras demandas da universidade. O reitor convidou formalmente Marcus Vinícius David para conhecer o campus Floresta e visitar obras da Ufac vinculadas ao Programa de Aceleração do Crescimento no campus Fronteira, em Brasileia.

Nesta quarta-feira, 26, Josimar também participou da 188ª Reunião Extraordinária do Conselho Pleno da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), realizada na sede da entidade, em Brasília. A participação integrou a agenda institucional da Ufac na capital federal.



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