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até 87% de absentismo entre deputados do bloco central e da direita

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Os debates em torno da secção “receitas” da lei financeira de 2025 claramente não despertaram o entusiasmo dos representantes eleitos da “base comum”, que deveria apoiar o governo Barnier na Assembleia Nacional. O desmoronamento do projeto pelas oposições esquerda e extrema direita, embora previsíveis devido à maioria relativa do governo no Palais-Bourbon, poderiam ter sido facilitadas pelo absentismo e abstenção de deputados da direita republicana (Les Républicains, LR) e do bloco central (Renaissance, Horizons e MoDem) durante as numerosas votações organizadas sobre as alterações ao orçamento, muito superiores às observadas durante os orçamentos anteriores, de acordo com o dados publicados pela Assembleia Nacional.

No grupo da Renascença, durante as votações de 22 a 26 de Outubro, a abstenção (há um botão na secretária para o fazer) e a não participação nas votações aumentaram assim para 80% em média (contra 67% em média em todas as votações). votações no projeto de lei de finanças no outono de 2022 e 84% em 2023). Entre outros apoios governamentais, este absentismo subiu para 87% na Horizons (contra 71% em 2022 e 87% em 2023) e 85% na LR, cujos governantes eleitos mostram pouca solidariedade com o primeiro-ministro, Michel Barnier, desde as suas fileiras.

A baixa participação de deputados da base governamental incomoda até mesmo membros do governo Barnier. Assim, Marie-Agnès Poussier-Winsback (Horizontes), ministra delegada responsável pela economia social e solidária, “arrepende-se(ait) », Terça-feira, 29 de outubro na Franceinfoacrescentando que a votação “o orçamento é uma oportunidade para realçar as nossas convicções”. Para além da exibição, o elevado absentismo dos representantes eleitos do bloco central contribuiu para que perdessem numerosos votos na parte “receitas” do orçamento.

Em detalhe, e para cada grupo, a tendência diminuiu apenas ligeiramente durante a semana de discussões e votações na Assembleia Nacional. A participação eleitoral permaneceu estável no grupo MoDem e no Renaissance, enquanto o absentismo aumentou entre os representantes eleitos LR e Horizons.

Esses gráficos representam, por dia e por grupo, o percentual de deputados que participaram da votação durante os debates do projeto de lei de Finanças 2025.

Ironicamente sobre o plano do governo para combater as licenças por doença dos funcionários públicos, em particular para reduzir o absentismo na função pública, o coordenador da França insoumise, Manuel Bompard, recomendado ao governo de “coloque a questão do absentismo dos seus próprios deputados”.

À esquerda, deputados mais mobilizados

Ao lado de suas próprias tropas, afirmou o líder “rebelde”, segunda-feira, 28 de outubro, França Interum nível de presença “ainda em torno de 70%”. Os dados de votação mostram, na verdade, uma taxa de participação média de 53% durante o período estudado – o que, no entanto, o torna o grupo parlamentar mais activo na Assembleia Nacional, cinco pontos à frente do grupo da Reunião Nacional.

De forma mais ampla, os deputados dos quatro grupos da Nova Frente Popular estiveram geralmente mais mobilizados do que a direita e o centro durante esta primeira semana de debates orçamentais em sessão. A sua frequência no Hemiciclo até tendeu a melhorar à medida que a semana avançava, até sábado, 26 de outubro.

Fonte: votações públicas da Assembleia Nacional

A série “Em gráficos” des Décoders lança luz sobre as notícias de forma visual. Encontre todos os artigos em nossa seção.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre

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A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”

Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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