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Ativistas climáticos picham túmulo de Darwin, em Londres – 13/01/2025 – Ambiente
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Ativistas climáticos do grupo Just Stop Oil picharam o túmulo do naturalista britânico Charles Darwin (1809-1882) na Abadia de Westminster, em Londres, nesta segunda-feira (13).
Dois ativistas entraram na Abadia de Westminster —local de casamentos reais, coroações, sepultamentos e uma das atrações turísticas mais importantes da cidade— na manhã desta segunda-feira e aplicaram um spray laranja no túmulo de Darwin. Segundo comunicado do grupo, a tinta é um giz em forma de spray.
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Os ativistas escreveram “1,5 está morto” na superfície da lápide de mármore branco, em uma referência às notícias recentes de que as temperaturas globais em 2024 excederam 1,5°C em relação aos níveis pré-industriais pela primeira vez.
Esse limite é considerado pelos cientistas como o teto para impedir as piores consequências do aquecimento global, como o desaparecimento de países insulares, sendo também o valor preferencial pactuado pela comunidade internacional no Acordo de Paris, de 2015.
“Passamos do limite de 1,5°C que deveria nos manter seguros”, disse um dos ativistas. “Darwin estaria se revirando no túmulo ao saber que estamos no meio da sexta extinção em massa.”
Darwin, conhecido por sua teoria da evolução por seleção natural, morreu em 1882. Ele está enterrado em setor dedicado aos cientistas na Abadia de Westminster, onde Isaac Newton e Stephen Hawking também estão sepultados.
A igreja comentou a manifestação em um comunicado. “Os profissionais de conservação da Abadia estão tomando medidas imediatas para limpar o memorial”, disse uma porta-voz. Segundo a administração, ainda não é possível saber se haverá algum dano permanente.
“A polícia foi chamada ao local e lidou com o incidente. A abadia permanece aberta para visitas e cultos.”
A Polícia Metropolitana de Londres disse que duas mulheres foram presas sob suspeita de causar danos criminais na Abadia de Westminster e levadas para uma delegacia de polícia no centro da cidade.
Os ativistas do Just Stop Oil já realizaram uma série de protestos no Reino Unido, como a interrupção de eventos esportivos e teatrais, a pichação do prédio da embaixada dos EUA em Londres e o uso de sopa contra pinturas de Van Gogh.
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O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.
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