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Atuação no Acre: Cooperativa comemora o 1º aniversário com resultados acima da meta

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Número de associados chega a 1,2 mil com liberação de R$ 18 milhões em crédito para pessoas físicas, empresas e produtores rurais.

A cooperativa Sicredi Noroeste MT e Acre comemora os resultados alcançados no primeiro ano de atuação em solo acreano. O ano de 2017 foi marcado pela expansão da cooperativa para o Estado do Acre, com o desafio de levar o cooperativismo de crédito a um número maior de pessoas, agregar renda e melhorar a qualidade de vida dos novos associados, o que consequentemente movimenta a economia e promove o desenvolvimento local. Em maio fez um ano da inauguração da agência de Acrelândia e este mês completa um ano da abertura da agência de Rio Branco.

De acordo com o presidente da Cooperativa, Eduardo Ferreira, a boa recepção no estado do Acre facilitou para o progresso das atividades. “Quando fizemos nossa primeira visita ao estado do Acre pudemos ver a grande oportunidade que tínhamos conquistado, mas o que nos surpreendeu foi a maneira como o povo acreano nos recebeu em todas as cidades que visitamos.”

Os números alcançados surpreendem. O diretor executivo da cooperativa, Ediano José Neves, comenta que as metas traçadas para o primeiro ano de atuação foram alcançadas antes do previsto. Já são 1,2 mil associados no Estado, com uma movimentação de R$ 18 milhões em crédito para o fomento de negócios que geram desenvolvimento, emprego e renda. “É mais dinheiro em circulação na economia dessas cidades. Estamos contribuindo tanto do ponto de vista econômico quanto social, e nosso desafio é reforçar, com o passar do tempo, o nosso compromisso de fomentar o desenvolvimento local”.

O público atendido pelo Sicredi no Acre não diferencia tanto em relação aos associados que a cooperativa possui em Mato Grosso. Segundo Neves são pessoas físicas urbanas, servidores públicos, pequenos, médios e grandes produtores rurais e empresas de diferentes portes. O interessante, destaca ele, é que as pessoas que se associam à cooperativa trazem outras para participar, o que gera boas expectativas quanto ao crescimento na base de associados e nas movimentações financeiras realizadas pela cooperativa, o que reflete diretamente na captação e na oferta de crédito aos associados, ou seja, nos ativos administrados por ela.

Os bons resultados registrados até agora sustentam os planos de expansão traçados pela cooperativa em território acreano. No próximo ano está programada a inauguração da segunda agência em Rio Branco, e nos próximos cinco anos quatro novas agências serão abertas no Estado, em quatro municípios diferentes. “Estamos monitorando 10 municípios e já temos demanda de três deles. Vale lembrar que o Sicredi vai para os municípios que desejam a presença da instituição financeira cooperativa. A vontade da comunidade é primordial na decisão de abrirmos uma agência”, comenta Uelligton Júlio da Silva, gerente regional de Desenvolvimento da Cooperativa Sicredi Noroeste MT e Acre.

Ele ressalta que, além do portfólio de produtos e serviços financeiros oferecidos pelo Sicredi, que compete em igualdade com os bancos tradicionais, a instituição financeira cooperativa oferece diferenciais como o relacionamento simples, próximo e ativo junto aos seus associados. Outra vantagem é a distribuição das sobras, ou seja, receber de volta parte do lucro obtido pela cooperativa ao fim do exercício, cujo valor é proporcional às movimentações financeiras feitas na cooperativa. “Além de oferecer produtos e serviços, orientamos nossos associados a tomar a melhor decisão na hora de contratar um crédito ou investir. Primamos pela educação financeira e consumo consciente, em uma estratégia em que todos ganham. Porque se nosso associado ganha, nossa cooperativa se fortalece”.

Uma das pessoas que acredita no propósito do Sicredi é o empresário Antônio Anastácio de Jesus, que tem um escritório de consultoria rural. Ele foi um dos primeiros associados da cooperativa em Acrelândia e seu empenho foi fundamental na prospecção de novos associados. Seu envolvimento com a cooperativa e a demonstração de que acredita nos ideais do cooperativismo de crédito o levaram a ser eleito coordenador de núcleo da cooperativa no Acre. “A cooperativa Sicredi veio para o estado do Acre, em Acrelândia e Rio Branco, para trazer o progresso, para melhorar nossas cidades. Ela abriu as portas para o pequeno e grande agricultor e para o pequeno e grande comerciante, além do servidor público, que agora tem a opção de fazer suas movimentações financeiras em uma cooperativa de crédito”, pontua, ao complementar que tem orgulho de participar do trabalho que o Sicredi faz no Estado.

“Agora, completando um ano da implantação do Sicredi no Acre, temos que parabenizar e agradecer a todos os que acreditaram e se envolveram no desenvolvimento deste projeto de expansão da nossa cooperativa para este rico Estado, tanto aos associados quanto aos colaboradores.” Finaliza o presidente da Cooperativa, Eduardo Ferreira.

Sobre a cooperativa

A cooperativa Sicredi Noroeste MT e Acre atende 17 cidades em Mato Grosso e todos os 22 municípios no Acre. Possui 16 agências, sendo 14 em solo mato-grossense e duas no território acreano, somando cerca de 30 mil associados. No ano passado atingiu R$ 23 milhões em resultados, sendo que cerca de R$ 3,8 milhões foram distribuídos aos associados diretamente na conta corrente.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis emwww.sicredi.com.br.  

 *Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

O Sicredi Centro Norte, composto pelos estados de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Acre, tem cerca de 388 mil associados, com 165 agências em 134 municípios.

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA SICREDI CENTRO NORTE

Íconepress Assessoria de Imprensa e Agência de Conteúdo

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Economia e Negócios

BNED PREPARA INVESTOR DAY E DESPERTA ATENÇÃO DO MERCADO APÓS RETORNO AO LUCRO

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Nova York – A Barnes & Noble Education (NYSE: BNED), tradicional fornecedora de soluções educacionais para universidades norte-americanas, volta ao radar de investidores após uma sequência de resultados que indicam recuperação operacional, crescimento de receita e retomada da rentabilidade.

A companhia realizará seu aguardado Investor Day em 25 de junho, evento no qual a alta administração apresentará ao mercado suas estratégias de expansão, projeções financeiras e perspectivas de crescimento para os próximos anos. O encontro ocorre em um momento particularmente relevante para a empresa, que busca consolidar sua transformação de um modelo tradicional de livrarias universitárias para uma plataforma integrada de soluções acadêmicas digitais.

Nos resultados mais recentes, a BNED reportou crescimento de receita superior a 11%, impulsionado principalmente pela expansão do programa First Day Complete, iniciativa que fornece materiais didáticos digitais aos estudantes desde o primeiro dia de aula. O segmento registrou crescimento superior a 30%, reforçando a tese de que a companhia está conseguindo capturar uma tendência estrutural de digitalização do ensino superior norte-americano.

Outro aspecto que tem chamado a atenção dos investidores é o retorno da lucratividade. Após anos marcados por desafios operacionais e reestruturações corporativas, a empresa voltou a registrar lucro líquido positivo, fortalecendo a percepção de que a fase mais crítica de sua recuperação pode ter ficado para trás.

Analistas do setor observam que o Investor Day poderá representar um importante divisor de águas para a precificação do ativo. O mercado aguarda a divulgação de metas financeiras de médio prazo, projeções de expansão das margens operacionais e detalhes sobre a política de retorno ao acionista, especialmente após a administração sinalizar a intenção de implementar dividendos regulares a partir do exercício fiscal de 2027.

A expectativa também se concentra na capacidade da companhia de ampliar sua presença em universidades norte-americanas, expandir sua base de usuários e aumentar a geração de caixa recorrente. Caso as projeções superem as expectativas do mercado, investidores acreditam que a ação poderá experimentar uma reavaliação significativa de valor.

Embora os riscos inerentes ao segmento educacional e ao ambiente econômico permaneçam presentes, o atual momento da BNED é visto por parte dos investidores como uma combinação rara entre recuperação operacional, crescimento acelerado de receita e potencial de valorização ainda não totalmente refletido na cotação das ações.

Com o Investor Day se aproximando, a Barnes & Noble Education entra em um período decisivo. A companhia terá a oportunidade de demonstrar que sua recente melhora financeira não representa um evento isolado, mas o início de um novo ciclo de crescimento sustentável e criação de valor para os acionistas.

Para investidores que acompanham histórias de turnaround no mercado norte-americano, a BNED poderá estar prestes a enfrentar seu teste mais importante: convencer Wall Street de que sua transformação já está em curso e que os melhores resultados ainda estão por vir.

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DINHEIRO

BNED volta ao radar de Wall Street após crescimento acelerado e anúncio de dividendos

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Nova York – Após anos de reestruturação e desafios enfrentados pelo setor educacional, a Barnes & Noble Education (NYSE: BNED) começa a chamar novamente a atenção dos investidores. A companhia, que atua em centenas de universidades norte-americanas, vem apresentando uma combinação rara de crescimento operacional, expansão de mercado e fortalecimento financeiro.

Os números mais recentes revelam uma empresa em transformação. No terceiro trimestre fiscal de 2026, a receita avançou 11,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando US$ 515,1 milhões. O principal destaque foi o programa First Day Complete, cuja receita cresceu expressivos 32,1%, consolidando-se como um dos motores de crescimento da companhia. Atualmente, cerca de 1,25 milhão de estudantes utilizam a plataforma em 237 campi universitários espalhados pelos Estados Unidos.

O mercado também recebeu positivamente a decisão da administração de iniciar um programa regular de dividendos a partir do exercício fiscal de 2027. O anúncio representa uma mudança importante de percepção, pois empresas em recuperação raramente assumem o compromisso de remunerar acionistas sem que exista confiança na geração futura de caixa.

Outro fator que vem despertando interesse é a proximidade do Investor Day, marcado para 25 de junho de 2026. O evento ocorrerá diretamente da Bolsa de Nova York (NYSE) e deverá apresentar ao mercado a estratégia de crescimento da companhia, suas perspectivas financeiras e os próximos passos para expansão dos programas acadêmicos e das operações digitais. Historicamente, eventos dessa natureza costumam funcionar como catalisadores quando empresas buscam reposicionar sua imagem perante investidores institucionais.

Analistas e investidores também observam a melhora gradual dos fundamentos operacionais. A empresa registrou crescimento consistente das vendas comparáveis, ampliação da base de clientes universitários e fortalecimento de sua posição em soluções educacionais digitais. Além disso, a administração projeta crescimento adicional do EBITDA ajustado para o exercício fiscal de 2027, reforçando a expectativa de continuidade da recuperação.

No mercado acionário, o movimento não passou despercebido. Após negociar em níveis próximos de mínimas recentes, as ações passaram a registrar forte recuperação, refletindo a combinação de resultados superiores aos esperados, perspectiva de dividendos e expectativa em torno do Investor Day.

Embora riscos permaneçam presentes — como ocorre em qualquer investimento em renda variável — a narrativa da BNED parece ter mudado significativamente nos últimos meses. Para investidores que acompanham histórias de turnaround corporativo, a companhia voltou a figurar entre os casos mais interessantes do segmento educacional norte-americano.

Com crescimento acelerado do programa First Day Complete, melhora operacional, redução gradual das pressões financeiras e a iminente apresentação de sua estratégia ao mercado, a Barnes & Noble Education entra no segundo semestre de 2026 cercada por um nível de atenção que não recebia há vários anos.

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DINHEIRO

Barnes & Noble Education (BNED) avança na transformação do ensino superior e reacende o interesse do mercado

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Em um cenário global marcado por disrupções tecnológicas e pela reconfiguração do modelo educacional, a Barnes & Noble Education (BNED) emerge como uma das protagonistas silenciosas de uma transformação estrutural no ensino superior norte-americano.

Longe de ser apenas uma operadora de livrarias universitárias, a companhia vem consolidando uma estratégia robusta baseada em soluções integradas de conteúdo acadêmico, com destaque para o programa “First Day”, que já apresenta crescimento expressivo e sinaliza uma mudança definitiva na forma como estudantes acessam materiais educacionais.

Barnes & Noble Education (BNED) - 16/04/2026 (https://br.tradingview.com/)

Barnes & Noble Education (BNED) – 16/04/2026 (https://br.tradingview.com/)

O modelo é simples na aparência, mas disruptivo na essência: garantir acesso imediato e padronizado ao conteúdo desde o primeiro dia de aula. Na prática, trata-se de uma reconfiguração do fluxo de receita e da experiência acadêmica, com impacto direto na previsibilidade financeira da empresa e na retenção de contratos institucionais.

Os números mais recentes confirmam esse movimento. A receita segue em expansão consistente, impulsionada pela adoção crescente das soluções digitais e pela ampliação de parcerias estratégicas com universidades de grande porte. Ainda que o lucro tenha sofrido compressão no curto prazo — reflexo de investimentos e ajustes operacionais —, o mercado começa a identificar um padrão recorrente em empresas em fase de transição: sacrificar margens no presente para capturar escala e eficiência no médio prazo.

Essa leitura é reforçada pela agenda corporativa. A companhia já anunciou a realização de um Investor Day, evento tradicionalmente utilizado para reposicionar narrativas estratégicas, apresentar projeções e alinhar expectativas com o mercado institucional. Historicamente, movimentos dessa natureza funcionam como catalisadores relevantes para reprecificação de ativos.

Outro vetor que sustenta a tese de crescimento está na expansão do portfólio de contratos. Ao firmar novas parcerias com instituições acadêmicas de destaque, a BNED não apenas amplia sua base de clientes, mas fortalece barreiras de entrada em um segmento altamente especializado, onde escala, logística e integração tecnológica são determinantes.

No pano de fundo, há ainda um fator estrutural frequentemente subestimado: o ensino superior segue sendo um dos setores mais resilientes da economia, especialmente em momentos de transição econômica. A digitalização desse ecossistema, aliada à necessidade crescente de qualificação profissional, cria um ambiente favorável para empresas que consigam oferecer soluções eficientes e escaláveis — exatamente o espaço que a BNED vem ocupando.

O mercado, por sua vez, mantém uma leitura cautelosamente otimista. A volatilidade recente das ações reflete não uma deterioração estrutural, mas sim o ajuste natural entre expectativas de curto prazo e o tempo necessário para maturação da estratégia. Para investidores atentos, esse descompasso entre preço e narrativa pode representar um ponto de inflexão relevante.

A trajetória da Barnes & Noble Education, portanto, não é a de uma empresa em declínio, mas a de uma organização em processo ativo de reinvenção — migrando de um modelo tradicional para uma plataforma educacional integrada, com potencial de captura de valor ainda em desenvolvimento.

Em um mercado cada vez mais orientado por inovação, dados e escala, a pergunta que se impõe não é se o setor educacional será transformado, mas quem liderará esse processo. E, neste contexto, a BNED já deixou de ser coadjuvante.

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